
A oradora agradece a oportunidade de falar em nome das pessoas intersexo e sua rede, destaca a importância de produzir dados éticos, confiáveis e desagregados sobre essa comunidade, colocando-as no centro dos esforços de pesquisa. Ela também expressa a esperança de acabar com as mutilações genitais intersexo e as violações de direitos humanos, e mobilizar a comunidade e o Estado a não deixar as pessoas intersexo ao seu lado, pois isso tem um custo altíssimo.
Agradeceu a oportunidade de participar do seminário e a presença dos colegas. Colocou-se à disposição para ajudar na luta LGBTQIA+ e destacou que pessoas desse grupo que ocupam posições de decisão enfrentaram muitas dificuldades. Enfatizou a importância do apoio para a construção de políticas públicas. Agradeceu à equipe do Naides.
Agradece a oportunidade do seminário e elogia os participantes. Oferece apoio através do Naides e ressalta a importância da luta por direitos LGBTQIA+, destacando que muitos chegaram a posições de decisão após enfrentar desafios. Agradece a equipe do Naides pelo suporte.
Agradeço pela oportunidade de participar do seminário e aprender com todos. Estou à disposição para apoiar a luta através do email do Naides. Muitas pessoas LGBTQIA+ em posições de decisão enfrentaram desafios para chegar até aqui. É crucial ter apoio para criar políticas públicas eficazes. Agradeço à equipe do Naides pela colaboração.
Agradeceu a oportunidade de participar do seminário e aprendeu com os colegas na mesa. Ofereceu apoio do Naides e destacou a luta pelos direitos LGBTQIA+. Mencionou que muitas pessoas dessa comunidade enfrentaram desafios para alcançar posições de decisão. Finalizou agradecendo à equipe do Naides.
Discurso sobre fim da exclusão de dados LGBTQIA+ e sua ligação com combate à vulnerabilidade, impacto da retórica anti-LGBT na violência e mortalidade, especialmente no Brasil, e importância de políticas que lutem contra a invisibilidade e discriminação contra a comunidade LGBT para prevenir novas pandemias. Legislação brasileira disponível online.
A palestrante, uma mulher trans, aborda a importância de dados sobre a população LGBTQIA+, destacando a relação entre HIV, políticas públicas e violência. Ela menciona que o Brasil é o país que mais mata pessoas trans e que a retórica anti-LGBT intensifica essa violência. Defende que saúde é uma ferramenta crucial para evidenciar essas questões e que desigualdade e descaso governamental aumentam a vulnerabilidade da população LGBTQIA+. Enfatiza a necessidade de lutar por direitos e manter conquistas, ressaltando que a invisibilidade traz consequências graves, especialmente para crianças e adolescentes. Conclui convidando a todos a consultar informações sobre legislações que protegem a comunidade.
A apresentação abordou a importância de dados sobre a população LGBTQIA+, especialmente no contexto da saúde e políticas públicas relacionadas ao HIV/AIDS. Destacou a mortalidade elevada por AIDS e a violência contra essa população, enfatizando a necessidade de pesquisas sensíveis e a conexão entre desigualdade e HIV. Mencionou a retórica anti-LGBT e o impacto de legislações discriminatórias em diversos países. Concluiu ressaltando a urgência de assegurar direitos, combater a invisibilidade e lutar por igualdade para todos, citando recursos disponíveis sobre legislação brasileira em HIV.
A apresentadora, uma mulher trans, destaca a importância de conectar políticas de saúde às questões da população LGBTQIA, especialmente em relação ao HIV/AIDS. Enfatiza que a retórica anti-LGBT está gerando violência em muitos países, com o Brasil liderando homicídios de pessoas trans. Defende que a saúde é um meio crucial para visibilizar e combater essa violência. Menciona a relação entre desigualdade social e HIV, ressaltando que a falta de direitos gera novas pandemias. Conclui destacando a necessidade de lutar por mais direitos e de reconhecer a dignidade de todos.
Fala sobre o fim do apagão de dados e a importância de associar a política de HIV/AIDS à população LGBTQIA+. Destaca a vulnerabilidade e a mortalidade dessa população, principalmente por AIDS, e a relação com o descaso das políticas públicas. Menciona o aumento da violência e a marginalização com a retórica anti-LGBT em diversos países. Enfatiza a necessidade de políticas públicas eficazes e o impacto da invisibilidade na sociedade. Defende a luta contínua por direitos e a importância de reconhecer e valorizar todas as vidas, propondo que a saúde possa ser um instrumento de visibilidade e proteção. Finaliza com referências a legislações que protegem a população LGBT.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.