
O Advogado solicitou um prazo de cinco dias úteis para a defesa apresentar alegações finais escritas, considerando a relevância e complexidade do caso.
O Advogado destacou que há uma delação anterior validada pela Polícia Federal que não aponta seu cliente como mandante. Ele questionou o cerceamento de defesa ao não ouvir testemunhas importantes. Mencionou a inconsistência entre o depoimento de Girão e uma notícia citada. Também ressaltou que o deputado Chico não foi ouvido antes do recebimento da denúncia, apesar de um pedido da defesa. Conduziu perguntas sobre a origem e a eleição do depoente.
O Advogado esclareceu que a responsabilidade pela indicação de Elson como testemunha é da defesa técnica, citando também a delação e mencionando a ausência de Elcio.
O advogado mencionou que uma afirmação do deputado sobre uma suposta obstrução de justiça gera confusão, pois outro depoimento contradiz essa declaração. Ele solicitou ao deputado que reconhecesse a situação das milícias na região em que atua.
O Advogado questiona sobre a afirmação de que a milícia não tem interesse na regularização fundiária e pede esclarecimentos sobre essa posição. Ele reafirma que, de fato, a milícia não se interessa por isso.
O advogado questiona áreas de votação e a complexidade das comunidades, afirmando que não há ligação com milícias. Destaca o trabalho social de políticos, rejeitando acusações. Reforça a transparência de seu trabalho e acredita que o apoio dos eleitores é resultado de ações sociais, não de relações ilícitas.
O Advogado menciona a contemporaneidade com o deputado Chiquinho Brasão durante o período em que foi vereador no Rio de Janeiro, entre 2013 e 2018.
O Advogado defendeu a importância da ampla defesa constitucional, ressaltando a necessidade de interpretar normas à luz desse princípio. Ele lembrou uma decisão do presidente anterior e solicitou que os trabalhos seguissem a mesma linha, mas reafirmou seu compromisso com o regulamento, enfatizando a ordem prevista nos incisos do artigo doze.
O Advogado questiona o deputado Paulo Ramos sobre sua participação na CPI das Milícias e menciona o indiciamento de Chiquinho Brasão como integrante da milícia em comunidades específicas. pergunta se o deputado foi indiciado na CPI.
Advogado esclarece que não teve contato com o delegado Rivaldo e que seu depoimento é importante para o caso do deputado Chiquinho Brasão, que está preso. Alega que a testemunha não é parte da defesa, mas essencial ao processo. Discute o procedimento de quebra de sigilo e menciona investigações relacionadas aos irmãos Brasão. O delegado afirma que as quebras de sigilo foram solicitadas, mas não se recorda de detalhes.
O Advogado questiona se o vereador já estava no cargo em 2015, se os projetos foram de iniciativa do executivo e se houve intervenção de milicianos na tramitação.
O relatório da CPI da milícia indica que Chiquinho Brasão tem influência política em áreas específicas do Rio de Janeiro, mas não afirma que ele tem influência sobre a milícia. É importante esclarecer essa distinção antes de prosseguir com o depoimento, que pergunta sobre projetos de lei do vereador William.
O Advogado cumprimenta e indaga William Coelho sobre sua condição de vereador durante a CPI das Milícias.
O advogado destaca a importância da ordem e questiona a veracidade das informações apresentadas pelo parlamentar, sugerindo que ele terá a chance de se manifestar.
A defesa fala por último, permitindo ao advogado se posicionar e apresentar seus argumentos.
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