
Procuradora-Chefe do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá abordou exploração sexual de crianças e adolescentes, invisibilidade do trabalho infantil, fragilidade da rede socio-assistencial, impacto da geografia na luta contra trabalho infantil, promoção de direitos humanos e transformações positivas. Insistiu em abordagem intersetorial e diálogo com comunidades locais. Reiterou compromisso em promover políticas públicas combatendo trabalho infantil e exploração sexual.
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