
A participante, ativista da Mulher Negra, destacou a dificuldade em lidar com mortes causadas pela polícia no Nordeste, principalmente entre crianças e adolescentes. Oferecem atendimento psicossocial, assessoria jurídica e desejam uma audiência pública para abordar a redução da letalidade policial e apoio a familiares das vítimas, envolvendo outros poderes e órgãos judiciários.
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