
Presidente da AMAPE criticou o PLP 12/2024, considerando-o desfavorável a motoristas de aplicativos. Ele argumenta que o projeto de lei, rejeitado por 98% no site da Câmara, prioriza interesses de governo, plataformas e sindicatos, não abordando as demandas dos trabalhadores por ganhos justos por quilômetro e tempo, ao invés de hora trabalhada. Além disso, o presidente critica a obrigatoriedade de pagar INSS e depender de sindicatos para determinar horários de trabalho.
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