
Além da educação saúde. Também uma reunião com o ministério da cultura.
Promover existência, não apenas assistência. Incluir todos em promoção: família, professores. Contra lógica de apenas medicamento e atendimento. Rejeitar abordagem fragmentada, favor intersetorialidade. Analisar LGBTfobia como subtração de vidas. Evitar solução simplista, como uma secretaria isolada. Pensar interseccionalidade para abordar fenômenos de vida e morte.
O suicídio está relacionado a problemas sociopolíticos e saúde mental; profissionais de humanidades carecem de formação e valoraização; políticas públicas devem investir nisso; pandemia expôs falta de atenção às necessidades básicas e saúde mental; promova-se diálogo entre escola, território e rua; valorize-se dispositivos com alternativas de vida e cuidado; escolas devem abordar vida e morte; precisamos de um observatório que fale sobre vida e reúna possibilidades.
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