
Juíza do Tribunal de Justica do Distrito Federal e Coordenadora da - Central Judicial do Idoso (CJI) discutiu importância de intergeracionalidade e combate a estereotipação da terceira idade. Propôs certidão de antecedentes positiva para avaliar contratação de cuidadores, considerando pertinência de suas condutas passadas com relação às atividades a serem realizadas. Valora colaboração e ponderação de interesses entre o idoso e o cuidador.
Juíza do Tribunal de Justica do Distrito Federal e Coordenadora da CJI observa aumento de demandas judiciais relacionadas ao envelhecimento, destacando questões de autonomia, cuidados, paternidade tardia e abandono. Ela identifica desafios na manutenção de idosos no contexto familiar e incentiva compromisso com políticas para uma velhice digna, abordando violência financeira e demência.
Juíza do Tribunal de Justica do Distrito Federal e Coordenadora da CJI surpreendida com tema de certidão criminal para cuidadores de idosos; propõe expansão da reflexão, questiona classificação de cuidadores formais como trabalhadores domésticos e oferece ajuda em regulamentação do exercício livre da profissão, com foco em complexidades do processo de cuidado.
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