
Bom dia a todos e a todos. Eu sou Helbert Chávila, faço parte da direção do sindicato dos bancários de Belo Horizonte e também da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais. E repisar aqui o que os companheiros falaram anteriormente, é o escárnio, que nós não tenhamos nenhum representante do Banco do Brasil aqui hoje, para fazer o diálogo franco e transparente. a respeito da gestão do banco, que é um patrimônio público. E, portanto... ele se sujeita ao controle social próprio das estatais. A gestão atual, infelizmente, acha que é suficiente. para que o movimento sindical se coloque ao seu lado incondicionalmente, praticar medidas de inclusão de diversidade. Né. E isso não é verdade. Nós, para além da diversidade, que é, sim, muito importante... exigimos respeito e valorização do funcionalismo social. do Banco do Brasil, que é responsável por gerar lucros, né, Muito... consideráveis já há décadas. A gente acredita que é muito importante que a gestão atual do banco se conecte com essa realidade, não é suficiente só a diversidade. É... Aproveitando aqui a generosidade das entidades do Distrito Federal, que nos convidaram a participar desse evento, dessa audiência, A gente gostaria de colocar à luz também sobre os rincões do Brasil. Lá em Minas, nós temos 856 municípios, e a gente tem municípios em que só existe uma agência, fruto de outras malfadadas restaurações que acabaram com o posto de atendimento nesses locais. E aí, o que resta para os funcionários desses locais é trabalhar em outros municípios distantes, quilômetros, e o banco não se importa como que a pessoa vai chegar lá. Não tem nenhum tipo de incentivo para o transporte dessas pessoas, para o bem-estar delas, para fazer o trabalho... que o banco está impondo. Isso é uma nova fase futura dessa restituração que ainda não está... definida, porque realmente o banco não está preocupado em estabelecer critérios, em dar transparência para o que vai ser feito em relação aos funcionários que vão ser atingidos por essas modificações. E... E outra coisa também que eu gostaria de falar é... que em Juiz de Fora, que foi uma região atingida por uma catástrofe natural nos últimos dias, a gente tem uma situação também que mostra o total desprezo do banco pelo lado humano. Ele não fez nenhum tipo de modificação em relação ao que está sendo exigido de cumprimento de resultado desses funcionários que estão em uma região que foi basicamente assolada por uma tragédia, que a atividade comercial está praticamente paralisada. a gente gostaria de trazer, aproveitar a oportunidade para trazer também essa questão que é importante. Obrigado. Obrigada, Eva.
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