
Obrigado, deputada. Quero agradecer aqui o deferimento da minha participação nesse momento que... Julgo ser muito caro, a causa autista é o meu propósito como cidadão, como pai de autista, como psicólogo, e a gente atravessa cidades levando a conscientização e, mais do que isso, no meu lugar, a gente desenvolve projetos para que tenham atenção, acolhimento à família autista, como a gente começou lá na nossa cidade com a psicomotricidade, e hoje nós estamos já fazendo a análise do comportamento aplicado, que é o ABBA, 100% SUS encaminhado pela rede pública. dessa sobre financiamento, a gente percebe que tem a preocupação com a causa e logo a gente... precisa despertar também nos federados, como Brasília, o Estado e os municípios, a preocupação é de se manter isso e não quebrar o vínculo terapêutico. Quando inicia, então, uma terapia com um dos autistas, essa mãe se enche de esperança em ver aquele ser que ela mais ama ter um recurso e para que ele tenha a chance de ser alguém na vida, porque nós não temos filho para ter autismo. Nós temos filho para ser doutor, para ser advogado, para ser empresário, administração. Logo, a gente precisa do Estado. Olha para lá é nada, olha para cá é nada também, e a gente fica nessa luta com pilhos na mão, pedindo um lugar para chamar de nós, para que os nossos filhos tenham as intervenções necessárias e sempre baseado em evidência científica. Porque o que a gente vê, muitas iniciativas de salas sensoriais, caminho azul, sala, não, a gente precisa da ciência atuando sobre isso, que é a análise do comportamento aplicado, treinando, fazendo treinamento parental, porque já não temos profissionais para atender essa leva enorme, para que a gente não tem a atenção. de autismo que nós temos Brasil afora. Então, Pensar no financiamento é muito importante quanto ter, então, as terapias e os profissionais. Fomentar esse setor nas faculdades, nas universidades, sobre o TO, sobre o Fono, sobre o psicólogo, e também a psiquiatria infantil, com a psiquiatria, com a neuropediatra, ou seja, nós temos tanta coisa para fazer e entregar a esse monte de autismo, que é necessário discutir, mas por efetividade nessas discussões, para que não se arraste tempo. Brasília fica muito longe dos autistas. E nós temos uma preocupação muito grande que essa leva, que essa população que aqui está atravessando, está vivendo o seu tempo sem nenhum recurso e deixando de ser aquilo que ela tem que ser. Porque o autista, com intervenção com os treinos, ele tem muita chance e capacidade de se tornar um cidadão de bem trabalhando. Portanto, participando desse momento, a gente vê a necessidade da efetividade e da contribuição do Estado. Porque as pessoas vivem no município, então a atenção tem que se voltar lá para os municípios. A Natália disse, também a Rosângela disse, como que ele vai financiar tudo isso. Precisamos, então, entregar, sim, financiamento para que as famílias, então, tenham refrigério na vida daqueles que mais amam, que é o filho autista, a filha autista. Muito obrigado a todos vocês e espero que este trabalho torne realidade a muitas famílias do Brasil afora. Eu
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