
A Professora Titular da Universidade de Brasília e Pesquisadora Colaboradora no Departamento de Psicologia Social e do Trabalho alerta que o Banco do Brasil utiliza uma "gestão pelo medo", baseada na substituição da gestão de pessoas por tecnologias de inteligência artificial. Esse modelo tecnofeudal promove vigilância constante, medicalização do sofrimento e adoecimento psíquico, sendo urgente a politização desses impactos para enfrentar a violência institucional.
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