
trabalhado, a gente segue avançando na qualificação do sistema de informação, que sem dúvida é isso, a gente precisa desses dados para que a gente possa cada vez mais avançar na qualificação do cuidado. Obrigado pela oportunidade e pelas palavras.
Em relação ao processo de diagnóstico, o que acontece? O Ministério da Saúde faz a orientação por meio da linha de cuidado, mas essa gestão é feita a nível de gestão local, tanto de município quanto de estado. Tanto, vamos dizer, do processo de fila, quanto também do processo de organização. Os nossos registros, eles registram procedimentos, então a gente sabe quantas consultas foram feitas, a gente não sabe o resultado dessas consultas. O que a gente tem hoje é um levantamento de procedimentos, que foram realizados e o que a gente está avançando ainda é uma perspectiva de que a gente também consiga é introdução da variável pessoa com deficiência um transtorno do espectro autista no sistema de informação do SUS para que a gente comece a ter essa variável mas de fato sobre o diagnóstico se ele é tardio ou não a gente ainda não tem e a gente tem trabalhado com a gestão estadual gestão municipal pensando em estratégias que a gente consiga viabilizar essa informação tão importante para que a gente possa avançar nesse planejamento. É, porque é importante você ter...
Agradecer a deputada pelo convite, pela oportunidade de iniciar esse ano com essa audiência que é tão importante para que a gente possa avançar de fato no cuidado qualificado, integrado, integrador, às pessoas com transtorno de espectro autista. Bom, é de conhecimento de todos, em setembro o Ministério da Saúde lançou a linha de cuidado para o cuidado das pessoas com transtorno de espectro autista, especial no SUS para o cuidado das pessoas com torturantes de espectro autista. Ele é um documento que trata, sobretudo, dessa organização e prevê o cuidado a todas as pessoas em todas as idades, em todos os ciclos de vida. do trabalho e do esforço da equipe multiprofissional no sentido de acompanhar, identificar sinais e fazer o diagnóstico das pessoas com transtorno de espectro autista. A gente sabe da singularidade de cada pessoa, sobretudo quando a gente está falando de um diagnóstico tardio em adolescentes, pessoas adultas, pessoas idosas, que vai passar em relação a isso sem sombra de dúvidas é indiscutível de um diagnóstico qualificado para que a gente possa oportunizar essas pessoas o cuidado necessário para que ela possa avançar no seu pleno desenvolvimento, que ela possa também ter as suas qualidades, as suas habilidades reconhecidas e que a gente... consiga de maneira integrada avançar para plena inclusão social, para o desenvolvimento da autonomia dessa pessoa. Quando a gente fala de um diagnóstico tardio a gente fala de pessoas que estão vivenciando isso na trajetória da sua vida mas que ainda não tiveram essa oportunidade do esclarecimento e do fechamento desse diagnóstico só relembrando todo o processo de acompanhamento e de cuidado, ele prescinde do acesso pela atenção primária, a saúde. A atenção primária, a saúde, as unidades básicas de saúde, são pontos fundamentais para que a gente possa avançar e iniciar esse processo de cuidado. E a linha de cuidado, ela traz exatamente isso, a necessidade de que nós avancemos para o fortalecimento da atenção primária, para a qualificação das equipes multiprofissionais, das equipes da estratégia de saúde da família, diagnóstico, de acompanhamento e de cuidado às pessoas com transformação de espectro autista. uma equipe preparada, uma equipe qualificada, a gente avança no sentido de termos o diagnóstico em tempo oportuno, consequentemente, acesso aos procedimentos de cuidado de reabilitação é em tempo oportuno e de maneira que atenda às necessidades dessa pessoa não só necessidade de saúde mas também necessidades educacionais necessidades laborais necessidades sociais é importante a gente lembrar que a gente precisa olhar essa pessoa no sentido mais amplo e holístico nós precisamos entender toda a singularidade dessa pessoa e quando a gente fala do diagnóstico tardio dessas pessoas adolescentes, jovens, adultos, pessoas idosas, a gente prescinde que a equipe multiprofissional preveja e elabore o projeto terapêutico singular. O projeto terapêutico singular é a ferramenta que vai avançar nesse cuidado com a participação ativa dessa pessoa. com a identificação das suas demandas, das suas necessidades, e que a gente vai conseguir potencializar essas habilidades dessas pessoas e que a gente vai poder avançar. numa inclusão social, mas sobretudo que reconheça a singularidade dessas pessoas e que promova essa autonomia, mas no sentido de pertencimento e no sentido de ampliação do escopo das suas ações. É importante lembrar que... Quando a gente fala do diagnóstico, o Tadinho, a gente pode muitas vezes estar falando com pessoas que tiveram experiências não tão positivas ao longo da vida por conta desse não diagnóstico. Então é importante que a gente também tenha esse olhar ampliado para as questões de saúde mental dessa pessoa, não pensando somente no diagnóstico do transtorno do cícero, para que a gente reconheça essa pessoa na sua integralidade, reconhecendo as suas demandas em todos os sentidos no sentido mais amplo quando a gente fala do conceito de saúde que é o conceito biopsicossocial nesse sentido o Ministério da Saúde avançado, sobretudo, com a publicação da linha de cuidado que prevê esse... acompanhamento, esse rastreio, esse diagnóstico precoce, a identificação da demanda e início das intervenções, ainda em tempo oportuno, na própria atenção primária e, quando necessário, o encaminhamento para atenção especializada, os componentes da atenção especializada que ali perpassam. Nesse sentido, a gente tem uma ampliação da rede de cuidados à pessoa com deficiência, com os centros especializados em reabilitação, pontos esses destinados e distribuídos no país para que sejam pontos de apoio de diagnóstico para essas pessoas de reabilitação de acompanhamento de cuidado. Então a expansão e a qualificação da rede tem possibilitado que a gente chegue mais próximo das pessoas. A gente tem hoje no país 342 centros especializados em reabilitação, temos mais 52 centros, realizados em construção por meio do novo parque, nessa... perspectiva de que a gente consiga capilarizar os centros especializados em reabilitação para que possa chegar de fato mais próximo das pessoas e que a gente tenha equipamentos de saúde, estabelecimentos recursos humanos preparados e qualificados para que a gente possa avançar e uma rede de cuidados integrada com as demais redes para que a gente possa de fato pensar essa integralidade do cuidado tendo a atenção primária saúde como porta de entrada principal para o SUS, ordenador e coordenadora do cuidado, lembrando que somente pela atenção primária, pela unidade básica de saúde, é que essa pessoa vai conseguir caminhar dentro do SUS, terá essa sua linha de cuidado de fato efetivada e vai conseguir transitar para que a gente consiga avançar para esse diagnóstico. E através dessa linha de cuidado como tendo a unidade básica de saúde como porta de entrada, tendo as equipes trabalhando de maneira integrada, equipe de atenção primária, equipe de atenção especializada, a gente avança na construção. do projeto terapêutico singular essa ferramenta, que é uma ferramenta de gestão, mas sobretudo uma ferramenta de cuidado e que a gente consegue de maneira articulada, participativa. coletiva estruturar um cuidado adequado dessas pessoas a gente tem algumas ferramentas de rastreio de autismo para diferentes faixas etárias e a gente também tem trabalhado na perspectiva da qualificação dos profissionais para aplicação de determinados instrumentos, mas sobretudo de qualificação dos profissionais para o diagnóstico das pessoas com profissão de espectro autista, que pensando em todas as faixas etárias, em todo ciclo de vida, um curso de qualificação para o manejo, para o cuidado das pessoas com profissão de espectro autista. Esse é um encaminhamento que está sendo desenvolvido agora, é um curso que está em elaboração em breve, o Ministério da Saúde vai lançar, de fato conseguir chegar nessas equipes e levando formação, levando evidências científicas, com robustez, para que a gente consiga uniformizar e a gente consiga também ter maior acesso, mais pontos de atenção para o acesso a essas pessoas terem o seu diagnóstico, terem o seu acompanhamento, o seu cuidado compartilhado e acompanhado. Bom, deputado, de uma maneira geral, já caminhando para o fim da minha fala é A gente precisa reconhecer nesse complexo, né? do diagnóstico tardio que atenção primária precisa estar fortalecida, ampliada, com equipes devidamente qualificadas para identificação precoce desses sinais em pessoas adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas, para que possa iniciar esse processo diagnóstico Quando não... devidamente fechado esse diagnóstico no âmbito da atenção primária, já fazer a referência para a atenção especializada, e aí a gente tem o centro especializado em reabilitação como referência da rede de cuidado da pessoa com deficiência, ponto esse que pode ser estruturado e a referência de fato para o diagnóstico. E também, após o diagnóstico, temos o centro especializado em reabilitação, os demais pontos, como essa articulação para o segmento do cuidado das pessoas que tiveram o seu diagnóstico tardio, e sempre lembrando dessa articulação entre rede de cuidado da pessoa com deficiência e as demais redes de atenção à saúde para que a gente possa cada vez mais tem mais pontos de atenção disponíveis e acessíveis a essas pessoas que tiveram seu diagnóstico tardio e que necessitam desse acompanhamento para que possam ter a sua de fato a sua inclusão social a sua autonomia e a melhoria da sua qualidade de vida deputada mais pelo convite, a oportunidade de estar aqui para a gente falar desse tema tão importante para que a gente possa avançar no cuidado das pessoas com transformação de aspecto autista. Obrigada.
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