
Primeiramente, queria agradecer a oportunidade, o deputado Anônio Jardim, pela oportunidade de apresentar um pouco na inovação vinculada a questões de recursos biológicos renováveis na indústria. Eu vou invitar aqui, falando na minha apresentação, questões setoriais, porque a gente já tem uma série de entidades que vão falar sobre a questão do setor e já aproveitar as falas do embaixador André Corrêa do Lago e do Alexandre Alonso a respeito das oportunidades. Só rapidamente, a gente é uma associação multissetorial, então representa diversos setores, só para entender o escopo e por que a gente está a passar algumas mensagens, eu vou tentar ser bem direto relacionado ao assunto. o estudo específico da Agência Internacional de Energia, onde a gente consegue enxergar, em uma das coisas que o deputado Hernando Jardim pediu, é: quais são as tecnologias mais promissoras para o desenvolvimento de biocombustíveis da bioenergia no Brasil e no mundo, principalmente. Então, a gente já tem estatísticas referentes a isso, nós já conseguimos mapear. Hoje nós estamos falando em torno de 640 tecnologias presentes no mundo, que estão em diferentes estágios de desenvolvimento. na área de energia, quando nós focamos um pouco mais na questão de renováveis, a gente está falando em torno de 11% dessas 640, e 6% relacionado somente à bioenergia. Então, nós temos hoje oito grandes rotas tecnológicas, então, só ressaltando, essa estatística não é falar de tecnologia específica dentro de processo, mas é de ponta a ponta, então, desde a entrega recebimento de matéria-prima até o produto final, e 7 a 11 tecnologias no estágio já de demonstração. Então, o que eu queria dizer com isso em relação ao mapa do caminho, onde a gente vai chegar? Se nós estamos pensando nas metas do Brasil para 2035, as principais tecnologias que vão sair, que podem atender a essa demanda, estão dentro desses quadros superiores. 7, 11 tecnologias e 8 relacionadas a já prontas no mercado. biodiesel, biogás, entre outros, e mesmo... Oop. Sumiu. E nós temos outras, vamos dar continuidade, outras tecnologias. Pensando a 2050, nós podemos tratar em torno de 5 tecnologias na escala de menor escala e na questão de 6 tecnologias em larga escala de produção. Então, é nessas tecnologias que nós conseguimos basear uma projeção relacionada à questão dos biocomossíveis e à disponibilidade no mundo. Aqui é um olhar mundial. focando na questão de bioenergia em si. Próximo. Vamos? Obrigado. Obrigado. Acho que não está indo. Consegue trocar aqui para mim, por favor? Bom. Dando continuidade à... Consegue colocar em modo a apresentação? Bom, isso. Deixa eu voltar. uns slides... Isso, exatamente. Falando sobre outro estudo da Agência Internacional de Energia, dando aquele panorama mundial em relação à energia, hoje o Brasil ainda está muito aquém do investimento em energias renováveis comparado a outros países. E um olhar relacionado à questão energética, na questão de renováveis, estamos hoje em torno de um patamar de 40% das tecnologias disponíveis hoje, estão mantendo patoadas, patamares iguais ou um pouco melhores relacionados a investimentos em inovação. E o que eu queria dizer também no último gráfico aqui embaixo. É quanto de tecnologia tem disponível para descarbonizar toda a energia do mundo. Nós temos disponibilidade de tecnologias presentes para descaminizar todo o setor energético mundial, hoje, pela avaliação da Agência Internacional de Energia, Não, ainda há tecnologias que precisam ser desenvolvidas. Mas a grande maioria já está atendida. Na questão de transporte especificamente, nós já temos todas as tecnologias necessárias para descarbonizar, chegar a net zero no mundo. Isso não sou eu que estou falando, isso não é a BBI que está falando, isso não é nenhuma associação do Brasil, mas é uma entidade que representa o mundo na questão de energia, os países membros e agora o Brasil faz parte. Precisamos melhorar as nossas estatísticas, colocar, acho que agora com a nossa entrada, nós vamos entrar no ranking da inovação tecnológica também. Mas esse é o recado que eu queria para vocês. E eles são bem claros no relatório, dizendo um ponto importante, como eu disse, dos biocombustíveis, outras tecnologias ainda necessitam de um amadurecimento maior. E há uma percepção e uma necessidade de maior apoio público. Repito, isso não é Brasil, isso é mundo. Houve melhorias, então são recursos aplicados no passado, mas ainda há uma necessidade de apoio dos governos mundiais. Então, isso demonstra a importância da negociação. A gente tem que está com a bandeira e tem que estar cada vez mais estimulando esse diálogo e esse aumento de investimento. Aqui é uma questão do nosso posicionamento de inovação. A gente ainda está muito aquém, mas somos líderes na América Latina. Segundo, já fomos o primeiro. No último, Innovation Index, nós estamos como o segundo mais inovadores da América Latina. Há uma série de fatores que precisam melhorar. Então, o que mais importante é não saber qual posição que nós estamos, mas onde precisamos melhorar. Nós somos muito bons em tamanho de mercado, em pedido de registro patentes, em pagamentos de propriedade intelectual, importação de serviços, baixo carbono, parabéns para todos os setores aqui representando o etanol, o biodiesel, o biogás, o miometano, nós somos muito bons nisso, porém a gente precisa melhorar na estabilidade política para fazer negócio, formação bruta de capital, tarifas de importação de médium ponderada, aplicada, efetividade do governo, qualidade regulatória, estado de direito, colaboração entre universidade e indústria para pesquisa e desenvolvimento. Então a gente tem muita pesquisa. mas tem pouca colaboração. O papel da Embrapia aqui é fundamental, importante, está ocorrendo, mas ainda precisamos de mais. Se compararmos ao quem está na liderança. Obrigado. Aqui, queriam falar, então, o outro papel que nos pediram para responder aqui. Quais são as tecnologias mais promissoras? E eu estou falando de inovação, não estou falando das consolidadas, consolidadas que os setores vão falar. O que está mais à frente? O que nós podemos tratar? A gente tem uma série, fizemos um estudo recente, publicado em 2022, executado em 2022, publicado em 2023, onde nós conseguimos tentar mapear, junto com o setor da academia e o setor público, quais seriam essas tecnologias inovadoras, o próximo passo, aquilo que falta a ser complementado. E aqui é só uma metodologia, eu não vou entrar no detalhe pelo meu tempo, de dois minutos, mas tem uma série de tecnologias que vai desde a produção de biochar, o beneficiamento de Macaúba para diversos fins e produtos, bioamônia, entre outros mapeados. Então, isso é o que enxerga o setor privado, a bioindústria e o que enxerga a academia, fazendo toda uma questão de ranqueamento, de pontos e a gente conseguiu chegar na questão de onde está a inovação, onde vai ser o próximo passo. Isso tem que ser dinâmico. Todo ano nós temos que revisar essa tabela, temos que revisar e entender o que o mercado está enxergando, o que a academia está enxergando, com participação na Embrapa, com participação em diversos centros de pesquisa também. E tentando... Aqui foram os resultados do estudo. Não é objeto hoje dizer qual é o potencial da bioeconomia dos biocombustíveis, mas nós temos capacidade tranquila de atender a demanda interna e externa. Eu acho que aqui já... para convertidos não é interessante a gente trabalhar. E, por último, como o meu último slide, estou com dois minutos, até que foi bem acelerado, o que nós precisamos fazer, conduzir daqui para frente, para que a inovação tecnológica ocorra? Um ponto importante do Acordo de Paris é que, Tanto o crédito de carbono, entre outros, eles são mecanismos de curto prazo para atender uma demanda específica e de indústrias e setores que são difíceis de descarbonização. Mas, no final, no acordo de países lá atrás, O objetivo era que pudéssemos investir fortemente, estar no artigo 10, em inovação, e conseguíssemos assim descarbonizar as indústrias de todos os setores. Então, o crédito de carbono, etc., é muito importante, tem que ocorrer, ele é um mecanismo previsto, mas tem que ocorrer em paralelo à inovação para que toda a indústria, todos os setores consigam descarbonizar. Ao final, todo mundo tem que chegar à net zero. É claro o acordo de Paris. É claro as metas Por isso que isso tem que ocorrer. E nesse sentido, a gente precisa ter uma política dentro do mapa no caminho. Nós precisamos ampliar os recursos não reembolsáveis, Obrigado. É muito importante. Se é uma política de estádio, nós precisamos atingir os grandes gargalos, a indústria, o setor industrial não consegue por si só fazer isso sozinho. É muito caro. Eu vou ter que investir um bilhão, dois bilhões para conseguir dar... inovar em algum setor, o setor público é fundamental, importante. E não estou falando de Brasil, exemplo mundo. Os principais atores do mundo que estão à frente das principais tecnologias, são os que mais... financiam esses setores. Plano, recentemente lançado o plano da China, já estão lá as prioridades, onde eles vão botar mais recursos. Estados Unidos agora deu uma mudada, mas antes já tinha suas priorizações, então a gente precisa ter esse fim. Finançamento IP&D, a gente precisa ter mais recursos, nós temos cláusula do petróleo, entre outros, que nós podemos destinar. margem equatorial. Então, a gente tem uma causa de P&D onde a gente pode destinar mais recursos para biocombustíveis. Precisamos ter um plano específico, e eu peço que inclua um capítulo, é a sugestão nossa, ter um capítulo de inovação focado no marco pelo caminho, onde nós queremos chegar. E temos que ter metas. SAF tem um sério problema de preço. Como nós vamos atacar isso? A academia está aqui para resolver, o setor privado está aqui para resolver. Obrigado. biodiesel, etanol, como é que nós vamos reduzir o preço? do biodiesel, como é possível isso? Nós temos incentivos fiscais, tributários, também podemos ter incentivos de inovação tecnológica, olhar a cadeia e falar: "cara, nós podemos atacar isso, isso, isso". E esse aqui é um exemplo que foi do setor de biogás, especificamente trabalhei nesse projeto, onde nós fizemos um um roadmap tecnológico, identificamos onde estavam as principais empresas, onde estavam os principais desafios, e ali, com base nisso, qual que é a prioridade? Desafio 1, 2, 3 e 4, e ali foi atacado, é onde é mais importante a gente reduzir. E assim vai, incentivos fiscais tributários, ampliação das receitas dos bioprodutos, então a gente tem que ter atributos sociais e ambientais quantificados. O deputado da Sra. Moreira disse bem claro: "Não podemos classificar o biodiesel somente por preço". Ele gera benefícios ambientais, assim como etanol, assim como biogás. Se ele gera esses benefícios sociais e ambientais, eles têm que ser quantificados e têm que ser implementados como política pública. Pode ser redução tributária, pode ser uma série de outras coisas. O governo já está fazendo isso. E temos que continuar e temos que fazer. E temos que ser claro no discurso internacional. O biogás gera... 30 empregos a mais que o setor de petróleo, a mesma molécula. O etanol gera nove vezes mais empregos Esse é um estudo antigo, não sei como está atual, relacionado ao petróleo de petróleo. Isso tem que ser quantificado, tem que ser demonstrado. Nós somos uma economia descentralizada, os biocombustíveis são descentralizados. Estamos falando aí hoje de 380 usinas e 60 usinas de biodiesel, se não me engano. Correto, André? São descentralizadas. Nós estamos trazendo desenvolvimento econômico. Está lá na nossa Constituição. Então, temos que ser quantificados e temos que defender esses pontos. Bom, crédito de carbono, por último, focando também na interoperabilidade, etc. E também temos garantias, mecanismos mais recorrentes de preço. É muito complicado projetos de longo, acho que os setores aqui vão falar um pouco mais. Quando você está fazendo mapeamento de receitas e você tem uma oscilação muito grande de preço, e uma das receitas é o próprio Renovabil. Então, nós temos que ter mecanismos mais presentes de mercado. Muito obrigado. São essas as propostas.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.