
indústria de biocombustíveis, que já é um compromisso histórico do BNDES. O BNDES, vou trazer aqui dados mais recentes, mas o BNDES tem histórico de apoiar essa indústria desde o ProAlcool. Então, é um longo tempo. prazo de compromisso. E aí, pegando os últimos 20 anos, a gente tem aí uma... Desembolsou mais de R$ 70 bilhões para essa indústria, envolvendo projetos principalmente de expansão de capacidade, mas também desenvolvimento tecnológico, formação de ativo biológico, enfim, várias linhas. Tanto para a produção, aqui está só de etanol, mas inclui biodiesel também, e geração de eletricidade. Aqui é um pouquinho do foco ao longo da história, como foi mudando um pouco da demanda dos setoriais. Teve lá no início do século um ciclo importante de investimento em etanol de cana, também de biodiesel, mas principalmente etanol de cana, por causa da introdução dos veículos flex. tecnologias digitais, desenvolvimento tecnológico de novas variedades, o estabelecimento de políticas públicas importantes, como já foi colocado aqui, o Renovabil, a plataforma do dia futuro, o programa do combustível do futuro. E hoje a gente tem um novo ciclo de investimentos muito vigoroso, com o investimento de etanol de milho. A gente tem aí, nos últimos anos, 10 projetos aprovados, com mais 3,5 bilhões de capacidade a ser implementada até 2028. que foram desenvolvidas na década passada, a gente está vendo agora a difusão, seja do etanol 2G, seja do biometano, das tecnologias de IoT, etc. As novas variedades de cana. E, por fim, uma agenda, que eu vou falar com mais detalhe lá na frente também, em conjunto com a FINEP, o Newton vai falar daqui a pouco, da chamada de SAF, Comestíveis Marítimos, que está em andamento. Obrigado. Falar aqui um pouquinho do etanol, que eu falei, tem um novo ciclo agora de investimentos, o etanol de milho está entrando, crescendo bastante nos últimos anos, um crescimento muito rápido. E que tem, de uma maneira, equilibrada a oferta de etanol no Brasil, por conta de uma pequena redução da oferta do etanol de cana. das matérias-primas está dando uma resiliência de garantia de oferta de etanol e evitando questões de desabastecimento doméstico. E, por conta desse ciclo de investimentos, como eu já comentei, o BNDES tem uma retomada do apoio ao setor. No último ano, atingiu quase R$ 6,5 bilhões de desembolso. Tem uma concentração no etanol de milho, mas aqui também tem biodiesel, tem biometano, tem outros biocombustíveis. dedicado ao programa do Fundo Clima. que é um recurso que o BNDES recebe do Governo Federal, com recursos incentivados que podem ser apoiados para vários tipos de investimento ligados à transição energética, que inclui também os biocombustíveis, desenvolvimento ecológico dos biocombustíveis, etc. Obrigado. Aqui um pouco do que a gente vê também como mapa do caminho, os destaques estratégicos que a gente vê para o futuro. A gente vê, como já foi colocado aqui, acho que pelo colega da Embrapa, a gente vê o setor migrando para uma perspectiva mais de biorefinaria, com o aproveitamento integral das matérias-primas, múltiplos produtos. Então, todas as tecnologias que permitem o melhor aproveitamento dos ativos biológicos, a gente acredita que pode ser um caminho. Então, tem o etanol de segunda geração, tem o biometano, que ambos aproveitam resíduos. a captura e estocagem de carbono. A gente fez uma primeira operação aprovada ano passado, junto com o Grupo Fies, e também novos usos, ligados a transporte pesado, aviação, navegação. Não coloquei aqui, mas também transporte ferroviário. Recentemente o Benencio aprovou a concessão também com recursos do Fundo Clima, da aquisição de locomotivas híbridas, que usam etanol como combustível. Obrigado. Seguindo... Opa, mais uma aqui. Seguindo aqui mais na... na parte, vamos dizer assim, de uso dos biocombustíveis, já como já foi colocado aqui também, a gente acredita que o motor elétrico é o futuro das tecnologias veiculares, mas o Brasil, por dispor dessa capacidade de distribuição de combustíveis, que é um ativo do Brasil já de longa data, o Brasil, diferente de outros países, pode combinar o motor elétrico E aí dispensar toda a infraestrutura que as baterias requerem, desde infraestrutura de distribuição de energia, infraestrutura de eletropostos, os biocombustíveis, vamos dizer, permitem a eletrificação, vamos dizer assim, sem tomada, sem bateria, o que é uma vantagem que o Brasil deve aproveitar. E, para o futuro, tem desenvolvimento tecnológico de veículos de célula combustível, que podem ser baseados tanto no etanol, como no biometano e outros biocombustíveis. Então, o Brasil tem uma vantagem comparativa na questão da hibridização. razão pela qual você vê algumas montadoras anunciando centros de P&D, mandatos de subsidiárias para fazer P&D no Brasil ligadas à hibridização, casos da Volkswagen e da Toyota que anunciaram recentemente planos para investir nessas tecnologias e o Brasil vai ser referência. E outra rota que o Brasil pode seguir é o desenvolvimento de novos produtos, agregar valor a partir da biomassa. A gente sabe que o custo maior da produção agroindustrial está no campo, então, quanto melhor você aproveitar e mais valor você conseguir retirar dessa biomassa, melhor ou melhor a resiliência econômica da indústria. de produtos da química renovável, da sucroquímica, que podem ser produzidos a partir da biomassa brasileira. Então, também é uma outra fonte de... desenvolvimento importante que o BNDES apoia. Obrigado. Falo aqui um pouquinho da chamada pública do SAF e do combustíveis marítimos. Nós fizemos essa chamada, juntamente com a FINEP, e recebemos uma demanda muito superior ao que a gente imaginava, tanto para a SAF quanto para combustíveis marítimos, com pretensões de investimento grandiosas. Agora a gente está depurando para ver quais projetos a gente consegue apoiar. Alguns estão andando com mais rapidez, outros não. Tem questões ligadas, principalmente no SAF, definição ainda de modelo de comercialização, tributação, que ainda... Algumas decisões de investimento estão dependentes dessas decisões, mas a gente acredita que nós vamos ter em breve as primeiras unidades no Brasil. O que? E aí, finalmente, eu queria trazer aqui a publicação, até já deixei aqui uma com o... com o deputado Arnaldo Jardim, o... Em 2008, foi lançado o livro verde do etanol para a conferência de biocombustíveis, onde o Brasil tentou compilar as informações a respeito, principalmente da cana-de-açúcar, nessa perspectiva de levar para as negociações internacionais informações técnicas a respeito ao desempenho econômico, social e ambiental. Então, essa publicação foi atualizada para trazer os novos usos possíveis do etanol, as novas matérias-primas, como principalmente o milho, mas também o trigo. E a publicação está disponível por meio desse QR Code. Dá para baixar tanto a versão digital, mas também dá para solicitar uma cópia física da publicação. Está bom? Agradeço a todos. Ficou à disposição. Obrigado.
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