Aline Camille Yehia

Aline Camille Yehia

Vice-Presidente - Comissão Estadual de Residência Médica de Minas Gerais

Últimos Discursos

17 de mar, 12:20

COMISSÃO DE SAÚDE

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Deputado, primeiro, agradecer, eu reitero as palavras do doutor Eduardo, pelo trabalho. não só por essa sessão. Isso é uma construção, como eu coloquei na nossa apresentação. E eu queria só enfatizar a medicina baseada em valor, a medicina baseada em competência, a medicina... relacionada à construção através da residência médica. que a gente possa, em algum outro momento, voltar também nesses temas. através de algum workshop. e enfatizar a importância da construção do médico através da residência médica. Muito obrigada, eu espero nos encontrar em outras oportunidades.

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17 de mar, 12:15

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Продолжение следует... Субтитры сделал DimaTorzok в определенной форме оттогорной. Вопросы о генерах, о том, что... Другие факторы рисковые, которые могут быть связаны с этим. Поэтому, этот расследование клинического, эпидемиологического, что это возможно, что это возможно, что это возможно, что это обрабатывается в клинике. И я просто хотел бы поставить на ситуацию лудика, который я думаю, что я думаю, что я думаю, что я думаю, что мы учили в медицине, уже что мы говорим, что мы историо, что это Рулио Кортазар, который был автор argentин, который был в «Реализмом фантастическом», и который создал «Ос кронопис», И вы можете видеть. Это лап, который медик. И этот медик, он стоит на верхней мере, он клинику. И он приходит и говорит, что в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове, в голове. И он слушает. И когда он вышел, он сказал, что не будет мне ничего, ни речей? Он сказал, что можно идти. И когда он вышел, он был муршем. Это клиника, он все absorve. и превращает это в качество пациента. Спасибо. Продолжение следует...

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17 de mar, 12:11

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o raciocínio clínico. antes da internação e após a internação, estatisticamente reduz em torno de 40% a internação e em 33% a reinternação. Obrigado. Tá certo? E uma das coisas, olha, uma coisa que é importante que nós médicos podemos colocar. Quando você reinterna um paciente... você aumenta a taxa de mortalidade. Então, isso é muito importante. A reinternação não traz só custo Para o gestor, não. Ele traz um prejuízo... em termos de morbid letalidade. Obrigada. Olha que era

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17 de mar, 12:09

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Okay. Thank you for the question. I think Thank you. just to mention the report from Tania, the construction of the doctor as responsible for one of the most important things that we have, which is the health of the human human, it passes through a global understanding, integrated, and that makes with that The medical specialist, whether cardiologist, geriatric, neurologist, to look for the patient, he can see and open the lens of what is happening and not simply firm a heart or a pulmonary. He can understand that there is a integration and that all situations can interfere with what the patient is passing. So if you don't have a medical training médical training, you won't be able to do this link, this association. I think it was the Pedro. or was Dr. Fernando, which is the clinical raciocín. The clinical raciocín that makes you get to the diagnosis has to pass by this integrity. And this you only learn in a clinic. .

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17 de mar, 11:56

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ligou eu né agora só para te falar de agradecer o depoimento e eu só um ponto eu trabalho no hospital em Belo Horizonte que o hospital Júlia Kubitschek e ele referência em hipertensão pulmonar com Frederico Tadeu e lá a gente tem essa integralidade que você colocou nós da clínica médica damos todo suporte a pneumologia junto com Frederico Tadeu e a gente vê realmente a diferença que é o resultado final desses Muito obrigada. Eu que agradeço. Só a

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17 de mar, 11:10

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Vamos... Inicialmente, eu gostaria de... agradecer. O Dr. Luiz Ovando, pela iniciativa, é a segunda vez que nós temos oportunidade de conversar sobre a clínica médica. E esse seu empenho nos traz muito orgulho e agradecemos em nome da clínica médica, de Minas Gerais por nos trazer aqui também junto com toda essa audiência. Gostaria de cumprimentar, o Dr. Carlos Magno não está aqui, mas a comissão, o Conselho Federal de Medicina que também nos representa aqui no Brasil. E toda a audiência que está aqui. Eu sou clínica médica, por natureza, eu tenho um outro RQE de medicina intensiva, mas eu exerço a clínica médica e isso me traz muito orgulho. E isso eu faço através de Formação de médicos, eu tenho 35 anos formada e há 31 anos eu formo ou para os colegas clínicos. Então, eu trabalho com residência médica. Nós vamos falar sobre alguns temas que já foram abordados, da valorização do clínico, mas nós vamos pincelar. sobre a formação médica, trazendo alguns conceitos que talvez a gente consiga aprofundar, não hoje, porque o tempo... mas em alguma outra oportunidade, que eu acho que a residência médica merece todo esse empenho por parte do Congresso para que ela se firme cada vez mais como sendo a modalidade... para grão ouro, Lato Censo de formação. do especialista. E isso é uma coisa importante a gente falar. O clínico geral, ele é um especialista. Ele é um especialista. Eu termino a faculdade e me especializo em clínica médica. E uma coisa, o doutor Luiz, ele falou uma coisa, pontuou muito bem sobre os conceitos de clínica médica, e só por curiosidade, o termo medicina interna, inere medizin, ele vem da Alemanha, no final do século XIX, quando os médicos americanos foram para a Alemanha e... tiveram contato com os médicos que saíam do laboratório, das salas de aula, e iam até os pacientes para atendê-los. Então, esses são os médicos internistas, mas que, aqui no nosso contexto, são os clínicos gerais especialistas. Eu pensei muito no tema dessa nossa apresentação, coloquei a construção, porque foi uma forma que eu consegui de expressar o que é a clínica médica. A clínica médica é uma construção. Obrigado. E ela faz o quê? Ela traz uma visão global do corpo humano, ela integra os múltiplos sistemas, ela tem, como a Viviane muito bem colocou na palestra dela, Uma horizontalidade para poder abordar de forma adequada o paciente, vendo ele como um todo e não apenas como uma doença. Ele consegue fazer isso fazendo essa integração de todos os nossos... nossos sistemas respiratório, cardiovascular, glandular, gastrointestinal, renal, sistema nervoso central, saúde mental, saúde mental, hoje o burnout está aí, em 2022 foi colocado como sendo... uma doença ocupacional, e o clínico tem essa integração também com a saúde mental. Nós temos aí um perfil do especialista em complexidade, ele tem um senso crítico, ele é capaz de atuar em ambientes que são desafiadores, que vão desde a emergência, passando pelas enfermarias e no pós-hospital. entre todas as informações dos pacientes e tentar trazer uma solução que faça com que esse paciente consiga ter... saúde, vamos dizer assim, não gastando pouco, mas gastando o necessário. Não é, deputado? Acho que isso aí é muito importante o que o senhor colocou. E quem são esses médicos? Eles também são os internistas, os médicos da medicina interna, é uma denominação, mas eles têm uma formação acadêmica sólida. Médicos com uma formação específica, é aquele médico que aborda o paciente de forma holística. E, para conseguir isso, a gente tem a graduação, a residência... em clínica que atualmente são em dois anos, mas na maior parte dos países de primeiro mundo, são três anos de formação, é interessante a gente deixar isso aqui, e ele, ao término, ele tem a opção, de ter uma subespecialização. E olha que interessante, a clínica médica é a especialização. Ser cardiologista, ser pneumologista é uma subespecialização, ou seja, ela vem... depois da formação do clínico e isso é muito importante. A professora Vera, lá na Comissão Nacional de Residência Médica, há muitos anos atrás, ela colocou a clínica médica como sendo obrigatória para a formação dos subespecialistas e isso é muito importante, junto com o professor Antônio Carlos, que conseguiu trazer isso para nós. E a residência médica, e agora é o meu tema, a minha paixão, vamos dizer assim, ela faz o quê? Ela faz uma formação baseada em competências... Eu consigo aqui o pointer, não é? Ah, não funciona. A formação baseada em competências, um ambiente de trabalho baseado em evidências, e ambos vão conseguir trazer bem-estar profissional e uma eficiência organizacional. misacional dentro dos hospitais e pós-hospital. Como é que a gente consegue fazer isso? E agora eu vou trazer alguns conceitos que são atuais na residência médica e que todos nós vamos ter que nos familiarizar com eles. Um são as comunidades de prática. As comunidades de prática... Elas são uma forma que a gente tem de promover uma aprendizagem compartilhada, redes de relacionamento, compartilhar as melhores práticas e superar obstáculos. Ela é formada não só por médicos, mas com pessoas de todas as áreas de saúde. E ela é a melhor forma, dentro da residência médica, de formar o nosso profissional. Ela vai estabelecer um senso de colaboração, a multidisciplinaridade, que sempre traz consigo a excelência, a excelência não está em nós, está em todos, e criar espaços para colaboração e integralização. E a residência médica, ela é justamente esse equilíbrio que a gente coloca. E aqui eu trago três conceitos que são muito importantes. As EPAS, que elas, num outro fórum a gente vai poder conversar melhor, que são as atividades profissionais confiáveis. É dessa forma que a gente forma hoje. o nosso médico e principalmente o clínico. E aqui eu faço uma alusão a Minas Gerais, que sai na frente na criação de EPAS, não só na clínica médica, mas na cirurgia geral, na medicina de emergência, que é uma forma de você avaliar realmente se o seu profissional, que está se formando ali na residência médica, à beira-leito, com um preceptor, que é um outro assunto que a gente pode ter oportunidade de conversar em outra oportunidade, não de uma forma linear, mas de uma forma ali, ao lado do seu residente, se ele realmente está aprendendo. O que eu quero dizer com isso? Eu não tenho que aprender a funcionar um acesso central, ou fazer uma palpação, uma auscuta, em 30 dias, que talvez seja o prazo que a gente coloque. Eu tenho que aprender a fazer isso e saber avaliar isso. Se eu conseguir fazer isso em uma semana, eu já posso partir para uma próxima competência e, assim, fazer uma formação sólida e segura. e não simplesmente dar um diploma para o meu paciente. E se eu consigo avaliar como? Participamos, logo existimos. feedback, avaliação somativa, avaliação formativa. Isso é a residência hoje. A residência hoje, ela é técnica e ela pode ser avaliada, pode ser construída e pode ser mensurada e entregar um profissional de qualidade, para a sociedade. O que eu quero dizer com isso? Por que eu estou falando isso? Porque a residência é... Não vou falar que é o melhor. Eu acredito Ele é o único caminho que a gente tem para conseguir formar bons profissionais confiáveis. E aí a residência médica, ela vai, através da graduação, formar o clínico geral, o especialista em clínica médica. E esse especialista, ele se desdobra. Como? hospitalista, e aqui vem um novo conceito para vocês, que eu acho que a gente tem que começar a falar. O hospitalista é aquele que faz a integralidade do paciente que está hospitalizado, através do comanejo, que é um outro conceito que a gente traz aqui também, que é realizado dentro do hospital, em que o clínico que representa 90% dos hospitalistas, mas é ele que faz de uma forma equilibrada, integralizada a abordagem do paciente, de forma que ele não se perca em inúmeros especialistas, mas que ele tenha ali uma condução sólida que permita. E isso aí impacta diretamente nos custos, como o deputado Osmar colocou, em menor tempo de internação. E esse papel do hospitalista... ele é do clínico. E aí a gente tem realmente uma integração entre essas duas atuações do médico como atuante dentro do hospital. Ele também é um educador, nós somos, pela nossa capacidade de atuar em todos os sistemas, educar de uma forma global e sermos gestores, para o paciente, vendo ele como egresso, estamos nos ambulatórios da rede pública de saúde e da rede privada. E, depois disso tudo, se eu quiser... eu posso me subespecializar. Esse trabalho eu trouxe, eu trouxe só um único trabalho, Esse trabalho é do New England, foi publicado em 2025, e ele coloca para a gente, depois, quem tiver interesse, com a referência, os meus colegas, ele fala justamente isso, se eu não tiver uma ponte... integrando toda a abordagem do meu paciente, eu não vou chegar a lugar nenhum. E esse trabalho, ele coloca justamente isso para nós. Então, eu vou atuar no ambulatório, atenção primária, no hospital... como hospitalista, gestão, educação e nas políticas de saúde. Eu vou ser uma base de liderança, eu vou atuar em equipes multiprofissionais, vou influenciar decisões e vou fazer essa integralização. Eu peço só mais um pouquinho para terminar. A continuidade, ela é primordial. É essa linha que a Viviane também colocou de horizontalidade do médico clínico como defensor confiável da saúde do paciente. E aqui eu queria só colocar todos os desafios da clínica médica, vou passar de uma forma mais rápida, mas é que a medicina baseada em valor, personalização, humanização, integração, tecnologia, educação continuada, ela está dentro da clínica médica, como principalmente porta de entrada e nós somos aqueles que estão ali, lá no SUS, lá nas UPAs, lá nas emergências, saúde, de universalidade, integralidade e equidade. Pela nossa formação, nós conseguimos ter essa abordagem. Somos a base do atendimento, entendemos as conexões e E, com isso, estamos aí com a ciência aliada à prática. A mensagem final, a clínica médica é o alicerce do cuidado em saúde do adulto, pela sua visão holística, humana e integrada, essencial para o presente e o futuro da saúde. Nós enxergamos as coisas de uma forma diferente, de uma maneira única, que nos permite analisar, liderar e humanizar, a assistência à saúde em diversos contextos e funções. Isso aqui A Niki De Fale é uma artista plástica do século passado e que mostra justamente o que é o clínico. Essa obra dela é uma apresentação em que ela traz essas duas apresentações em que ela consegue mostrar como o clínico integra realmente. E aqui eu queria passar esse depoimento à Tânia Macial, que é uma inspiração para a gente em Minas Gerais. pela formação sólida de todos os médicos, inclusive da clínica médica. Ela é infectologista, professora universitária, mas ela fez clínica médica no Sara Kubitschek, um hospital federal, quando ele ainda era hospital geral, e ela trouxe esse depoimento para nós, que eu gostaria que vocês ouvissem. Muito obrigada. Obrigada.

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