
Bahadına karneyalı. Todo mu öyle. Evet. -Burin bu ney kıyım, bu ney kıyım. -Sı söylemek istiyorum. A cultura no esporte olímpico, ela é um pouco diferente do futebol. Futebol é esporte olímpico, mas de vez em quando a gente faz essa para comparação. A gente não perdoa o vice-campeonato do futebol. A gente não perdoo buzca campeonato. Mas hoje no esporte olímpico... ve buçukla başlarında 20, 20 milyon medalhas, A não criticar mais a perda da medalha e comemorar sim a vitória. buçak için bir şey anlamıyor. İlenteta chega em quarto lugar, putz Evet. O cara perdeu a medalha. Bu, 4.000.000. İzlediğiniz için teşekkür ederim. 50 mil, sadece 3 insanlarının içine baktığınızda. Bu ne? Altyazı M.K. Pelo amor de Deus. Yani, anlamda. Ayrıca, bu şarkı, İzlediğiniz için teşekkür ederim. ve bu konuda derotasını hatırlamıyız. Leandro Diego Hipólito, ki ikiye kadar bir şekilde başladı. buçukla yasaklar, buçukla yasaklar, buçukla yasaklar, ve o kadar da bir şarkı kazanmıştı. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Evet. Ama bu neyi bir şey yoktu. İzlediğiniz için teşekkür ederim. ...substituirin'i medarlamı, yasını aldığımızda. Ve bu şarkıydı, bir şarkıydı. Çünkü, çünkü, çünkü, birçok birçok. Çok güzel. Ainda tem, claro, bir şey var. O Lucas veio ao Brasil aqui para ser recebido pelo presidente da República. E a gente estava no aeroporto embarcando, né? ve as pessoas başaramı parmak için foto, o brasileiro Parabéns, Lucas. Que vitória legal. Pô, mas você perdeu a segunda. Tem sempre bir cornetada, ne? Mas é isso, pessoal. Obrigado. Sérgio Sérgio, sadece bir şey olduğunu söylemiştim. Ve o çok şey, bir şey olduğunu söylemiştim. İki... İzlediğiniz için teşekkür ederim. Altyazı M.K.
Os recursos entram às 38 modalidades olímpicas de verão e as duas... as duas confederações de inverno. Então, essa distribuição, a Confederação Brasileira de Esportes da Neve tem acesso ao recurso, a Confederação Brasileira de Esportes no Geiro também tem acesso ao recurso que usa para preparar os atletas ao longo do ciclo para os Jogos Olímpicos de Inverno. Além disso, nós temos ainda um programa de preparação olímpica, que também atende as modalidades de inverno. Tem um recurso na área de transição, que é a área da... transição do atleta da base para o alto rendimento. Então todos os recursos disponíveis para o esporte de inverno e para o esporte de verão. Oculto.
Obrigado deputado, Sérgio Rodrigues, a quem eu agradeço mais uma vez um amigo de longa data, como ele mesmo falou desde o Conselho de Administração do COBE, E... E agradecer pelo seu trabalho, sabe que está terminando o seu mandato. Espero que continue ano que vem. Estaremos na torcida. Mas nesse pouco tempo que o senhor assumiu a cadeira... fez muita coisa para o esporte. Então, a gente é muito grato, a gente precisa de deputados, de pessoas que defendam a pauta do esporte aqui no Congresso. Então, a gente agradece muito em nome do... do movimento olímpico do Brasil. Queria agradecer também a presença dos meus presidentes de confederação, Vlamir Motta Campos e José Henrique, do Squash e do Atletismo. atletismo do squash. Agradecer a presença de vocês, do meu amigo João Batista, presidente do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos, importante a sua presença aqui, obrigado pela presença, e da minha equipe aqui presente, o Matheus, Felipe, Pinheiro, Manuel e Bichara. E mais uma vez o nosso amigo Lindbeck, eterno parceiro do esporte brasileiro, sempre... proporcionando esse momento pra gente contar nossa história, que é uma história que a gente muito transparentemente vem aqui contar, porque o trabalho, a gente confia muito no trabalho que a gente faz, é um trabalho que a gente não faz sozinho, a gente faz junto com... com as confederações olímpicas... que são muito importantes nesse processo e a gente gosta sempre de estar aqui contando essa história. Eu vou ficar em pé, que acho que é mais fácil para... Fazer a apresentação. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Bom, então, o principal objetivo aqui, nós vamos dividir em três partes, eu vou fazer a parte da introdução, depois vou passar a palavra para o Emanuel, que é o nosso diretor-geral, e depois Jorge Bichara, que é o nosso consultor olímpico, por enquanto. Bom, enfim. Bom, esse aqui é o resumo do que é o Comitê Olímpico do Brasil. O Comitê Olímpico do Brasil é uma empresa privada, que tem como objetivo primordial, e aí mais uma vez a minha diretoria vai me bater, o nosso lucro é a medalha. Então a gente sempre contabiliza, até hoje nós temos 170 medalhas olímpicas de verão, e agora nós temos mais uma medalha olímpica de verão. de inverno. Contando com o ouro do Lucas, são 41 ouros naquela conta. Então, são 41 medalhas de ouro conquistadas. A primeira medalha veio em 1920, lá com o Afrânio da Costa, a medalha de prata. Depois, na própria Olimpíada, a medalha de ouro do Guilherme Paraense foi a primeira. E, a partir daí, a gente foi contando uma história muito importante, que chega a um momento em Paris e Tóquio de 20, 21 medalhas. a médio e longo prazo. A história do Comitê Olímpico do Brasil pode ser contada Antes da lei PIVA e depois da lei PIVA. lei aprovada aqui nesta casa, que foi importante, que mudou o patamar do esporte olímpico brasileiro. Até 2000, a gente vai lembrar as poucas medalhas que a gente conseguia conquistar nos Jogos, fruto de uma dependência do orçamento do governo, de apoio de empresas. Então, era muito mais difícil a gente disputar de igual para igual com países que tinham investimento maior. Então, vamos lembrar, eu me lembro muito de 1992, quando eu estava cursando educação física ainda, E ganhamos a medalha de ouro do Rogério Sampaio, a medalha de ouro da equipe de vôlei masculino. E foi muito pouco. Era assim, duas, três, quatro medalhas. Comemorava muito, os atletas eram os grandes heróis. E a partir do advento da Ligue Nelo Piva, que injetou recursos diretamente das loterias no esporte, esse quadro mudou. Aos dias de hoje, que a gente consegue chegar a um patamar, tanto em Paris como em Tóquio, investimento que há no esporte brasileiro. Então, hoje, com esse investimento que é feito, normalmente a gente vai estar nesse quadro ali de 20 a 21 medalhas, variando a questão da medalha de ouro, da cor da medalha, de ouro, prata e bronze, mas esse é o patamar. Sempre, se der muito certo, vai bater 25, 26 medalhas, se der errado vai dar 15. Então, a gente está sempre nesse... nesse intervalo aí, a gente trabalha muito para sempre poder progredir. Então, a gente está sempre buscando mais investimentos para que a gente possa... conseguir crescer cada vez mais a quantidade de medalhas. E acho que duas ações aqui nessa casa: primeiro a lei das Betes também, que vem nos ajudar bastante, é um impacto financeiro importante no esporte e também a PEC do deputado Douglas Viegas, que destina 3% das emendas parlamentares para o esporte. Eu sempre falo que se isso é aprovado, muda o esporte brasileiro de novo. Será um segundo marco que vai colocar Podemos possibilitar, se esse... foi empregado da maneira corretamente, e ele é, quando chega no Comitê Olímpico e nas confederações, a gente pode chegar a um novo patamar e brigar pelo que a gente tão sonha, que é a nossa nação esportiva e sermos uma potência olímpica. Então, esse é o ponto de partida para o planejamento estratégico do COBE. O COBE sempre visa a construção para a gente estar bem posicionado no quadro de medalhas, então a gente trabalha em conjunto com as confederações olímpicas no planejamento. E a gente entende que esse trabalho, para que ele possa cada vez mais crescer, e o Brasil se tornar uma potência olímpica, a gente precisa construir primeiro a nação esportiva. A gente não fala isso à toa. Se você analisar os dez primeiros países do quadro de medalhas, que são normalmente caracterizados como potências olímpicas, você tem ali... em comum todos esses dez países, que eles são nação esportiva. O que é ser uma nação esportiva? É a base de praticantes, atletas, pessoas, população praticando esportes, consumindo esportes. Então, essa é a base da pirâmide. Quanto mais pessoas, quanto mais crianças tiverem acesso à prática esportiva, mais campeões nós vamos formar lá em cima na pirâmide. Então, e aí é um trabalho de que as conquistas, as pessoas consumindo esporte vão atrair mais atenção da mídia, gestão dos patrocínios, aumenta o recurso investido e a gente consegue chegar lá com mais atletas e mais consumidores a mais campeões. Então, esse aqui é o farol que rege o Comitê Olímpico do Brasil hoje. É o nosso lema do Juntos por uma Nação Esportiva, porque isso é impossível o Comitê Olímpico do Brasil fazer sozinho. Então, a gente precisa de todos os entes, principalmente o governo, para nos ajudar na construção dessa base, seja através do fomento à população a praticar esporte, seja a um incremento do esporte na escola, é fundamental, não tem outro caminho que não seja esse. E aí, cada vez mais, você está dando a possibilidade daquele atleta que você está criando ter uma carreira segura. Hoje, nós temos uma possibilidade muito boa pelo apoio do governo, que é o atleta quando chega naquela idade da decisão, quando chega ali 17, 18 anos, que ele é cobrado pela família, que ele precisa trabalhar, precisa sustentar a família. Isso é a realidade da maior parte dos lares brasileiros. E o atleta quando chega na cidade tem a possibilidade de ter um bolso atleta, armadas, ter uma bolsa na faculdade, ele tem argumento em casa para dizer que posso continuar praticando, sendo atleta profissional, porque consigo entregar em casa o que vocês precisam. Então, é muito importante esse tipo de política para a gente construir essa nação esportiva. E aí o mote dessa construção da nação esportiva é o que nos dá o caminho para o nosso planejamento estratégico, que nós temos a admissão, a visão e os valores. Qual é a principal missão do COBE? do Brasil nas competições internacionais, nos grandes jogos, que o Jorge Bichara vai contar um pouquinho da história de como é que a gente faz todo esse planejamento. E aí, quando a gente assumiu ano passado... esse primeiro ano da gestão, da nova gestão do COBE, e a gente fez um trabalho de revisitar o planejamento estratégico do COBE, de 2025 até 2028, para que ele estivesse alinhado com essa construção da nação esportiva. Pautado nessa missão, nessa visão de entregar esse trabalho com excelência, a gente fala muito da utilização assertiva dos recursos, e essa utilização assertiva dos recursos, ela é cercada de muito controle e muita preocupação. O trabalho que as confederações fazem, o recurso que chega nas confederações, é baseado em quê? No trabalho excelente que elas fazem, na meritocracia, na apresentação de bons projetos. Então, o Comitê Olímpico do Brasil tem sempre várias possibilidades de recurso para as confederações para que o dinheiro chegue exatamente onde interessa, na ponta da linha, na preparação dos atletas. Dessa forma que a gente procura trabalhar e baseado nos valores que são... do esporte olímpico, principalmente aqueles que são do Comitê Olímpico Internacional, que é amizade, respeito, eficiência e tudo isso que a gente precisa para trabalhar e a ética. Bom, e aí nós temos quatro pilares fundamentais que a gente trabalha, que é o nosso caminho, a nossa trilha dentro do planejamento estratégico. Eu vou começar de baixo para cima. falando primeiro da educação e da cultura. Então, promoção dos valores olímpicos e produção de função do conhecimento. Então, o Comitê Olímpico tem essa preocupação de promover esses valores olímpicos, da ética, do respeito, da amizade. Então, toda a ação do Comitê Olímpico, a gente tem essa preocupação. A gente faz trabalhos com as escolas, com o Transforma, faz trabalhos sociais. E cada evento nosso, principalmente os Jogos da Juventude, que acho que é onde a gente entrega mais isso, a gente faz essa promoção junto aos jovens. com 4.500 crianças, adolescentes, jovens, em 20 diferentes modalidades. Então, a gente procura fazer esse trabalho... que é muito importante. O segundo é o Movimento Olímpico, que é a missão que o COE nos dá como Comitê Olímpico do Brasil, filiado ao Comitê Olímpico Internacional, que é promover o Movimento Olímpico em território brasileiro. Então, a gente procura isso através de como? Fortalecimento no relacionamento com a sociedade, que é mais ou menos o que nós estamos fazendo aqui hoje. Então, a gente conversa... com o governo, a gente conversa com as empresas, a gente conversa com todo o ecossistema do esporte da sociedade brasileira para que o movimento olímpico esteja inserido nesse processo. A governança e gestão, então a gente sabe que não se faz bom uso do recurso se você não tiver uma gestão segura, então a gente faz excelência, competência, gestão, ética e transparência, e aqui cabe o parênteses, nós temos hoje um programa dentro do Comitê Olímpico que é modelo, que é o Programa de Gestão Ética e Transparência, onde a gente faz a avaliação das confederações esportivas, de qualquer outra modalidade, de qualquer outra instituição que queira, para entender o funcionamento, onde estão os pontos que precisam ser melhorados e destacar os pontos positivos que... que que aquela entidade, confederação, tenha. E faz parte da distribuição de recursos. Então, nós temos hoje 12 critérios meritocráticos, que a gente faz o repasse para as confederações esportivas. Então, 60% do recurso que entra no COBE, seja de loteria, seja de bete, ele é repassado para as confederações olímpicas, através dos critérios meritocráticos de esporte e dos critérios de governança, que é a prestação de contas e a nota, nesse programa, gestão ética e transparência. E o recado é muito simples, as confederações entendem. Quanto melhor a gestão, maior a capacidade de receber mais recursos. Se você não tem uma boa gestão, não adianta receber mais recursos, porque esse recurso não vai ser bem empregado. Então, essa é a mensagem que a gente procura passar através do programa de gestão ética e transparência. E, no último pilar, que é o mais importante, obviamente, é a excelência no alto rendimento esportivo. E aí, mais uma vez, eu vou apanhar da minha diretoria, porque eu digo que não adianta a gente fazer nada se não vier a medalha. Bicharas é melhor atravessado. cobrados pela medalha, a gente sabe disso. A gestão é importante, mas tem que ter o resultado. Então, quando a gente chega, faz um planejamento como a gente fez para os Jogos Olímpicos de Inverno e vem a conquista da medalha de ouro, a gente fala assim, poxa, Estamos fazendo trabalho bem feito, isso prova. Então... É basicamente isso. Eu vou passar a palavra para o Emanuel Rego, que é o nosso diretor-geral. A gente tem muito orgulho de ter o campeão olímpico na nossa gestão, como diretor-geral. E o Emanuel não está ali só porque ele é campeão olímpico. O Emanuel tem experiência em gestão, passou pelo Ministério do Esporte, passou por diversos clubes, se aprendeu, se aprimorou depois da gestão e traz o conhecimento das quadras, onde ele era mais ou menos, e traz para a gestão esportiva para trazer para a gente. Então, Emanuel... Vai apresentar aqui a parte do balanço do que foi feito no passado pelo COB. Obrigado. Obrigado. Tirei.
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