COMISSÃO DO ESPORTE

18 mar. 2026 17:07 às 18:08

Sobre o Evento

A audiência da Comissão do Esporte focou na prestação de contas e no planejamento estratégico do Comitê Olímpico do Brasil para o ciclo 2025-2028. Os temas centrais foram a busca por transparência, governança, captação de recursos e o fortalecimento de políticas públicas para elevar o desempenho brasileiro no cenário internacional, com ênfase na modernização da gestão e no apoio integral aos atletas.

Status
Concluído
ID: 81150Total: 13 discursos
#1
Resumo Inteligente

O Deputado abriu audiência pública com o Comitê Olímpico do Brasil para apresentar o balanço de gestão e o planejamento estratégico 25-28, destacando a iniciativa voluntária da entidade em prestar contas.

18 de mar, 17:07
#2
Presidente - Comitê Olímpico do Brasil Marco Antônio La Porta
Marco Antônio La Porta

Presidente - Comitê Olímpico do Brasil

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Obrigado deputado, Sérgio Rodrigues, a quem eu agradeço mais uma vez um amigo de longa data, como ele mesmo falou desde o Conselho de Administração do COBE, E... E agradecer pelo seu trabalho, sabe que está terminando o seu mandato. Espero que continue ano que vem. Estaremos na torcida. Mas nesse pouco tempo que o senhor assumiu a cadeira... fez muita coisa para o esporte. Então, a gente é muito grato, a gente precisa de deputados, de pessoas que defendam a pauta do esporte aqui no Congresso. Então, a gente agradece muito em nome do... do movimento olímpico do Brasil. Queria agradecer também a presença dos meus presidentes de confederação, Vlamir Motta Campos e José Henrique, do Squash e do Atletismo. atletismo do squash. Agradecer a presença de vocês, do meu amigo João Batista, presidente do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos, importante a sua presença aqui, obrigado pela presença, e da minha equipe aqui presente, o Matheus, Felipe, Pinheiro, Manuel e Bichara. E mais uma vez o nosso amigo Lindbeck, eterno parceiro do esporte brasileiro, sempre... proporcionando esse momento pra gente contar nossa história, que é uma história que a gente muito transparentemente vem aqui contar, porque o trabalho, a gente confia muito no trabalho que a gente faz, é um trabalho que a gente não faz sozinho, a gente faz junto com... com as confederações olímpicas... que são muito importantes nesse processo e a gente gosta sempre de estar aqui contando essa história. Eu vou ficar em pé, que acho que é mais fácil para... Fazer a apresentação. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Bom, então, o principal objetivo aqui, nós vamos dividir em três partes, eu vou fazer a parte da introdução, depois vou passar a palavra para o Emanuel, que é o nosso diretor-geral, e depois Jorge Bichara, que é o nosso consultor olímpico, por enquanto. Bom, enfim. Bom, esse aqui é o resumo do que é o Comitê Olímpico do Brasil. O Comitê Olímpico do Brasil é uma empresa privada, que tem como objetivo primordial, e aí mais uma vez a minha diretoria vai me bater, o nosso lucro é a medalha. Então a gente sempre contabiliza, até hoje nós temos 170 medalhas olímpicas de verão, e agora nós temos mais uma medalha olímpica de verão. de inverno. Contando com o ouro do Lucas, são 41 ouros naquela conta. Então, são 41 medalhas de ouro conquistadas. A primeira medalha veio em 1920, lá com o Afrânio da Costa, a medalha de prata. Depois, na própria Olimpíada, a medalha de ouro do Guilherme Paraense foi a primeira. E, a partir daí, a gente foi contando uma história muito importante, que chega a um momento em Paris e Tóquio de 20, 21 medalhas. a médio e longo prazo. A história do Comitê Olímpico do Brasil pode ser contada Antes da lei PIVA e depois da lei PIVA. lei aprovada aqui nesta casa, que foi importante, que mudou o patamar do esporte olímpico brasileiro. Até 2000, a gente vai lembrar as poucas medalhas que a gente conseguia conquistar nos Jogos, fruto de uma dependência do orçamento do governo, de apoio de empresas. Então, era muito mais difícil a gente disputar de igual para igual com países que tinham investimento maior. Então, vamos lembrar, eu me lembro muito de 1992, quando eu estava cursando educação física ainda, E ganhamos a medalha de ouro do Rogério Sampaio, a medalha de ouro da equipe de vôlei masculino. E foi muito pouco. Era assim, duas, três, quatro medalhas. Comemorava muito, os atletas eram os grandes heróis. E a partir do advento da Ligue Nelo Piva, que injetou recursos diretamente das loterias no esporte, esse quadro mudou. Aos dias de hoje, que a gente consegue chegar a um patamar, tanto em Paris como em Tóquio, investimento que há no esporte brasileiro. Então, hoje, com esse investimento que é feito, normalmente a gente vai estar nesse quadro ali de 20 a 21 medalhas, variando a questão da medalha de ouro, da cor da medalha, de ouro, prata e bronze, mas esse é o patamar. Sempre, se der muito certo, vai bater 25, 26 medalhas, se der errado vai dar 15. Então, a gente está sempre nesse... nesse intervalo aí, a gente trabalha muito para sempre poder progredir. Então, a gente está sempre buscando mais investimentos para que a gente possa... conseguir crescer cada vez mais a quantidade de medalhas. E acho que duas ações aqui nessa casa: primeiro a lei das Betes também, que vem nos ajudar bastante, é um impacto financeiro importante no esporte e também a PEC do deputado Douglas Viegas, que destina 3% das emendas parlamentares para o esporte. Eu sempre falo que se isso é aprovado, muda o esporte brasileiro de novo. Será um segundo marco que vai colocar Podemos possibilitar, se esse... foi empregado da maneira corretamente, e ele é, quando chega no Comitê Olímpico e nas confederações, a gente pode chegar a um novo patamar e brigar pelo que a gente tão sonha, que é a nossa nação esportiva e sermos uma potência olímpica. Então, esse é o ponto de partida para o planejamento estratégico do COBE. O COBE sempre visa a construção para a gente estar bem posicionado no quadro de medalhas, então a gente trabalha em conjunto com as confederações olímpicas no planejamento. E a gente entende que esse trabalho, para que ele possa cada vez mais crescer, e o Brasil se tornar uma potência olímpica, a gente precisa construir primeiro a nação esportiva. A gente não fala isso à toa. Se você analisar os dez primeiros países do quadro de medalhas, que são normalmente caracterizados como potências olímpicas, você tem ali... em comum todos esses dez países, que eles são nação esportiva. O que é ser uma nação esportiva? É a base de praticantes, atletas, pessoas, população praticando esportes, consumindo esportes. Então, essa é a base da pirâmide. Quanto mais pessoas, quanto mais crianças tiverem acesso à prática esportiva, mais campeões nós vamos formar lá em cima na pirâmide. Então, e aí é um trabalho de que as conquistas, as pessoas consumindo esporte vão atrair mais atenção da mídia, gestão dos patrocínios, aumenta o recurso investido e a gente consegue chegar lá com mais atletas e mais consumidores a mais campeões. Então, esse aqui é o farol que rege o Comitê Olímpico do Brasil hoje. É o nosso lema do Juntos por uma Nação Esportiva, porque isso é impossível o Comitê Olímpico do Brasil fazer sozinho. Então, a gente precisa de todos os entes, principalmente o governo, para nos ajudar na construção dessa base, seja através do fomento à população a praticar esporte, seja a um incremento do esporte na escola, é fundamental, não tem outro caminho que não seja esse. E aí, cada vez mais, você está dando a possibilidade daquele atleta que você está criando ter uma carreira segura. Hoje, nós temos uma possibilidade muito boa pelo apoio do governo, que é o atleta quando chega naquela idade da decisão, quando chega ali 17, 18 anos, que ele é cobrado pela família, que ele precisa trabalhar, precisa sustentar a família. Isso é a realidade da maior parte dos lares brasileiros. E o atleta quando chega na cidade tem a possibilidade de ter um bolso atleta, armadas, ter uma bolsa na faculdade, ele tem argumento em casa para dizer que posso continuar praticando, sendo atleta profissional, porque consigo entregar em casa o que vocês precisam. Então, é muito importante esse tipo de política para a gente construir essa nação esportiva. E aí o mote dessa construção da nação esportiva é o que nos dá o caminho para o nosso planejamento estratégico, que nós temos a admissão, a visão e os valores. Qual é a principal missão do COBE? do Brasil nas competições internacionais, nos grandes jogos, que o Jorge Bichara vai contar um pouquinho da história de como é que a gente faz todo esse planejamento. E aí, quando a gente assumiu ano passado... esse primeiro ano da gestão, da nova gestão do COBE, e a gente fez um trabalho de revisitar o planejamento estratégico do COBE, de 2025 até 2028, para que ele estivesse alinhado com essa construção da nação esportiva. Pautado nessa missão, nessa visão de entregar esse trabalho com excelência, a gente fala muito da utilização assertiva dos recursos, e essa utilização assertiva dos recursos, ela é cercada de muito controle e muita preocupação. O trabalho que as confederações fazem, o recurso que chega nas confederações, é baseado em quê? No trabalho excelente que elas fazem, na meritocracia, na apresentação de bons projetos. Então, o Comitê Olímpico do Brasil tem sempre várias possibilidades de recurso para as confederações para que o dinheiro chegue exatamente onde interessa, na ponta da linha, na preparação dos atletas. Dessa forma que a gente procura trabalhar e baseado nos valores que são... do esporte olímpico, principalmente aqueles que são do Comitê Olímpico Internacional, que é amizade, respeito, eficiência e tudo isso que a gente precisa para trabalhar e a ética. Bom, e aí nós temos quatro pilares fundamentais que a gente trabalha, que é o nosso caminho, a nossa trilha dentro do planejamento estratégico. Eu vou começar de baixo para cima. falando primeiro da educação e da cultura. Então, promoção dos valores olímpicos e produção de função do conhecimento. Então, o Comitê Olímpico tem essa preocupação de promover esses valores olímpicos, da ética, do respeito, da amizade. Então, toda a ação do Comitê Olímpico, a gente tem essa preocupação. A gente faz trabalhos com as escolas, com o Transforma, faz trabalhos sociais. E cada evento nosso, principalmente os Jogos da Juventude, que acho que é onde a gente entrega mais isso, a gente faz essa promoção junto aos jovens. com 4.500 crianças, adolescentes, jovens, em 20 diferentes modalidades. Então, a gente procura fazer esse trabalho... que é muito importante. O segundo é o Movimento Olímpico, que é a missão que o COE nos dá como Comitê Olímpico do Brasil, filiado ao Comitê Olímpico Internacional, que é promover o Movimento Olímpico em território brasileiro. Então, a gente procura isso através de como? Fortalecimento no relacionamento com a sociedade, que é mais ou menos o que nós estamos fazendo aqui hoje. Então, a gente conversa... com o governo, a gente conversa com as empresas, a gente conversa com todo o ecossistema do esporte da sociedade brasileira para que o movimento olímpico esteja inserido nesse processo. A governança e gestão, então a gente sabe que não se faz bom uso do recurso se você não tiver uma gestão segura, então a gente faz excelência, competência, gestão, ética e transparência, e aqui cabe o parênteses, nós temos hoje um programa dentro do Comitê Olímpico que é modelo, que é o Programa de Gestão Ética e Transparência, onde a gente faz a avaliação das confederações esportivas, de qualquer outra modalidade, de qualquer outra instituição que queira, para entender o funcionamento, onde estão os pontos que precisam ser melhorados e destacar os pontos positivos que... que que aquela entidade, confederação, tenha. E faz parte da distribuição de recursos. Então, nós temos hoje 12 critérios meritocráticos, que a gente faz o repasse para as confederações esportivas. Então, 60% do recurso que entra no COBE, seja de loteria, seja de bete, ele é repassado para as confederações olímpicas, através dos critérios meritocráticos de esporte e dos critérios de governança, que é a prestação de contas e a nota, nesse programa, gestão ética e transparência. E o recado é muito simples, as confederações entendem. Quanto melhor a gestão, maior a capacidade de receber mais recursos. Se você não tem uma boa gestão, não adianta receber mais recursos, porque esse recurso não vai ser bem empregado. Então, essa é a mensagem que a gente procura passar através do programa de gestão ética e transparência. E, no último pilar, que é o mais importante, obviamente, é a excelência no alto rendimento esportivo. E aí, mais uma vez, eu vou apanhar da minha diretoria, porque eu digo que não adianta a gente fazer nada se não vier a medalha. Bicharas é melhor atravessado. cobrados pela medalha, a gente sabe disso. A gestão é importante, mas tem que ter o resultado. Então, quando a gente chega, faz um planejamento como a gente fez para os Jogos Olímpicos de Inverno e vem a conquista da medalha de ouro, a gente fala assim, poxa, Estamos fazendo trabalho bem feito, isso prova. Então... É basicamente isso. Eu vou passar a palavra para o Emanuel Rego, que é o nosso diretor-geral. A gente tem muito orgulho de ter o campeão olímpico na nossa gestão, como diretor-geral. E o Emanuel não está ali só porque ele é campeão olímpico. O Emanuel tem experiência em gestão, passou pelo Ministério do Esporte, passou por diversos clubes, se aprendeu, se aprimorou depois da gestão e traz o conhecimento das quadras, onde ele era mais ou menos, e traz para a gestão esportiva para trazer para a gente. Então, Emanuel... Vai apresentar aqui a parte do balanço do que foi feito no passado pelo COB. Obrigado. Obrigado. Tirei.

18 de mar, 17:10
#3
Diretor-Geral - Comitê Olímpico do Brasil (COB) Emanuel Rêgo
Emanuel Rêgo

Diretor-Geral - Comitê Olímpico do Brasil (COB)

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Bom, boa tarde a todos. Realmente é uma imensa alegria estar mais uma vez aqui na Comissão do Esporte. E ao seu pedido, deputado Sérgio, você sabe que eu gosto de reconhecer o quanto é importante essas visitas no Comitê Olímpico do Brasil, nesse tipo de fórum, porque aqui a gente consegue apresentar a parte técnica mesmo, técnica específica. E, como o presidente Laporta comentou, no ato de assumirmos como diretoria, foi demonstrado um pouco já da igualdade e equidade. Nós temos seis diretores na alta direção, três mulheres e três homens. Isso já demonstra um pouco da vontade de demonstrar o interesse de sempre estar propagando essa ideia positiva de ter mais mulheres dentro do esporte. Inclusive, ontem tivemos um fórum da mulher aqui em Brasília, que foi um sucesso, onde a gente propagou várias ideias importantes. Então, essa é a nossa questão. E eu queria falar um pouco mais da parte técnica. Quando eu assumi essa pasta da Diretoria-Geral, o meu interesse, junto com os nossos diretores e junto com a Iane Max, que também tem essa visão, é demonstrar que nós todos temos a questão técnica. Dá um exemplo, o presidente Laporta veio do triátil. Eu sou do vôlei de praia. E a Ani Marques é do Pentáton Moderno. Temos também o Marcelo Vido, que é do basquete. Temos a Manuela Pena, que é diretor de comunicação, que é do Remo. Então, isso demonstra também a diversidade e a forma da gente entender o que é o esporte. Na realidade, eu vou fazer o balanço final dizendo que o atletismo está aqui representado tanto pelo presidente Vlamir, como também pelo Bichara. E seguindo um pouco da missão aqui com vocês, é mostrar que, O primeiro interesse nosso era demonstrar um movimento de modernização e transparência. Esse era o principal desejo dessa gestão, de demonstrar um pouco o interesse de modernizar. E nós fizemos muitas pautas internas primeiro. A primeira delas era uma imersão com todas as confederações, principalmente com as confederações novas. Nós estamos representando aqui da confederação do Squash, que é o Zé Henrique. Tentar mostrar para essas confederações que estão entrando para o ciclo de 2025, 2028, do potencial, do desejo que a gente pode ajudá-las e chegarem bem num processo até 2028. Então, essa imersão foi importante. A gente teve esse movimento. Uma segunda foi uma movimenta também interna, foi a revisão orçamentária. Nós chegamos na gestão com... um déficit já aprovado, que era de R$ 74 milhões, fizemos um trabalho interno junto com o Marcelo Vido, que era da área de finanças, fizemos um trabalho interno com todas as áreas para buscar internamente primeiro um movimento para que esse déficit fosse e também através do marketing buscar outras formas de receita. Então, nós conseguimos, esse foi um grande... ganho nessa gestão interna na revisão orçamentária. Acredito que, na apresentação dos relatórios para os nossos membros da Assembleia, a gente vai demonstrar realmente uma evolução nessa questão. Fizemos a elaboração do novo planejamento estratégico, com o viés da nação esportiva. Uma entrega super positiva, com apoio... também da Câmara dos Deputados e também... do senado porque tem muitas pautas que são internas da área do Congresso, que são importantes para nós. Nós temos uma grande alegria de dizer que a Bolsa Atleta é um programa fundamental que veio através da Câmara dos Deputados. Também temos as questões da lei de incentivo. Então, todo esse planejamento estratégico vinculou as lideranças que nós tínhamos que ter. E esse é um papel importante. O COBE tem uma... uma visão mais ampla que a gente gostaria de propor... no nosso planejamento estratégico. Fizemos uma reforma de estatuto, atualizando com todos os nossos membros, uma atualização que deixa também o COBE mais oxigenado e mais pronto para as novidades para o próximo ciclo. E você sabe que quando a gente faz mudanças, a gente sempre tem que propagar essas mensagens. E as visitas que fizemos aqui em Brasília, fomos também em universidades, sempre propagando essa nossa missão. Então, internamente, nós fizemos um papel. Passando para a comunicação... a nossa diretora de comunicação e marketing, a Manuela Pena, ela fez uma parceria grande para potencializar o canal do Time Brasil. Hoje nós temos a criação do Time Brasil House, que é uma área de comunicação, de... de administração de todos os conteúdos, sejam... para mídias sociais, seja no canal YouTube, que a gente propaga todas as missões das confederações dentro desses canais. Então, para nós é muito importante essa parte da comunicação. Uma nova marca seguindo os valores olímpicos trazidos pelo COI. O COI já vinha pedindo para nós fazermos uma mudança no nosso layout. Então, o Laporta, junto com a comunicação, fizemos uma nova comunicação, uma marca nova. Foi mais um ganho importante nessa gestão. Seguindo, demonstrando um pouco mais na parte de governança, o Comitê Olímpico do Brasil, ele... se avança muito na parte de governança, e é uma demonstração clara que a gente tem a transparência através das reuniões de assembleia. No ano de 2005, nós fizemos quatro reuniões de assembleia, Isso já é um marco que muitas vezes, por estatuto, nós tínhamos dois, mas tivemos reuniões extraordinárias. Reuniões de conselho de administração. Nós temos o apoio completo do Conselho de Administração. Nós, praticamente todos os teores que são um pouco duvidosos para nós na parte de gestão, a gente... entra em consenso o Conselho de Administração, então a gente tem confiança. O Conselho de Administração nosso é composto com sete presidentes de confederação, São dois entes da comissão de atletas, o presidente e o vice, e também temos um membro independente. Então, esses encontros que também, deputado, o deputado fez parte, o nosso presidente da Confederação de Wrestling, Flávio, faz parte. Então, ali a gente traz todas as nossas dúvidas com relação à gestão, levamos para eles e eles nos dão a confiança para a gente transpor isso para a nossa Assembleia. Então, é muito importante ter o apoio de todo o nosso conselho de administração. Ano passado, em 2025, nós tivemos um projeto que é o projeto PAN 2031. Era uma proposta da Prefeitura do Rio de Janeiro, junto com o Niterói, de trazer para o Brasil a representatividade de trazer o Pan-Americano 2031. o Comitê Olímpico do Brasil, junto com a sua Assembleia aprovou a candidatura, nós fizemos os movimentos e acho que para nós, talvez não saímos como vencedores, como sede, mas somos vencedores na nossa liderança internacional. Foi um momento que todos os países, todos os 41 países membros da Panay Sport conheceram Mais um pouco sobre o Comitê Único do Brasil. Isso para nós é importante, que era uma busca da nossa liderança. O presidente Laporta teve contato com todos os presidentes desses comitês olímpicos na América do Sul, América Central e América do Norte. Então foi um movimento. Nós não saímos vencedores, mas saímos vencedores na exposição de quem nós somos. Então isso foi muito importante. E tivemos a Assembleia, infelizmente lá na Panam Esporte, saímos derrotados. Como o presidente Laporta comenta, nós chegamos nessa corrida um pouco... tardiamente na disputa. Mas, da forma que foi resultado, ficando só dois votos atrás do candidato paraguai, que já vinha fazer uma campanha há quatro anos, então isso demonstra o potencial que nós temos em liderar aqui nas Américas. Falando um pouco mais sobre os eventos que o Comitê Olímpico fez em 2025, vamos falar sobre o rol da fama. que é um momento especial... porque ali nós marcamos a história de grandes ídolos nacionais É, e... Foi muito importante que nós tivemos a homenagem para o Gustavo Kirten, o Guga, teve uma medalhista para a Daiane dos Santos, também, que foi muito importante. Tivemos para o Afrânio de Mello, que foi um dos primeiros medalhistas do tiro esportivo, e também a Idina C, do judô. Então, esses heróis estão eternizados no rol da fama, e para nós, do Comitê Olímpico do Brasil, é importante a gente ter lendas para inspirar novas gerações. Então, o rol da fama é um evento específico e muito importante para a nossa liderança. Falando um pouco mais da capacitação, os cursos do Instituto Olímpico Brasileiro tiveram resultados fantásticos na capacitação de gestores, na capacitação de atletas e capacitação de treinadores. Então, esse é um momento que o Comitê Olímpico do Brasil, faz uma troca dos valores olímpicos, porque o Comitê Olímpico do Brasil ele prioriza passar os valores através de conhecimento. Quanto mais pessoas tiverem capacidades com conhecimento, isso facilita para fazer as gestões. Então, os cursos do Instituto Olímpico foram fundamentais. E aí um tema interessante, que foi o lançamento do curso sobre... prevenção de manipulação de resultados esportivos. O Comitê Olímpico do Brasil se esforçou em 2025 de criar esse curso, para que todos tenham a oportunidade de conhecer um pouco mais e nos proteger. porque houve vários casos no mundo na esfera do futebol e nós não gostaríamos que acontecesse isso no movimento olímpico. Então, essa capacitação foi importantíssima para que a gente possa defender o esporte olímpico de manipulação de resultados, que seria muito ruim em questão da imagem que a gente construiu. Também temos um encontro de gestores, que é o momento que todos os gestores que são vinculados às confederações membros do COBE, eles têm reuniões específicas sobre capacitações de recursos financeiros, prestação de contas. capacita também para que tenha governança junto com as confederações, que têm feito ótimos trabalhos. Temos presidentes aqui que fazem o seu papel e propagam essa informação de ter mais gestores capacitados. Partindo para a parte mais internacional da nossa liderança, o presidente Laporta fez um papel interessante nas visitas em muitos comitês olímpicos, nacionais de outros países. Fez uma visita a Portugal, a Espanha, a Arábia Saudita, sempre com a vontade de passar o que nós temos e tentar fazer intercâmbios, aproveitando a oportunidade para que as nossas delegações... têm oportunidade de fazer conexões com esses países, em algum momento, seja em viagens para a Europa, ou viagens para o Oriente, que eles possam ter um local de treinamento, e o contrário também seja positivo. esses países possam usufruir das nossas características. Ano passado tivemos resultados maravilhosos nos Jogos Pan-Americano Júnior. É uma categoria de atletas que até 23 anos, o Brasil foi com uma força total. Tivemos resultados espetaculares, que eu acredito que o Jorge Bichara pode falar um pouquinho mais sobre esses resultados, porque é um pouco mais da área de conhecimento dele, a minha parte mais era técnica. Mas saímos vencedores. A gente não esperava realmente sair com o título, mas o importante foi que a gente conseguiu educar os atletas no sistema olímpico, a primeira entrada e depois seguir para essas medalhas. Legenda por Sônia Ruberti Obrigado. Posso também falar um pouco mais sobre as reuniões que nós tivemos no Comitê Olímpico Internacional. Ali, acho que foi um movimento que nós fizemos nessa liderança internacional muito importante. Fomos ao Comitê Olímpico Internacional fazer uma visita à nova presidente, a Kirsty Coventry, que acabou de assumir como presidente do Comitê Olímpico Internacional, e fomos demonstrar todos os papéis que nós fazemos dos valores olímpicos. E, por surpresa do Comitê Olímpico do Brasil, do Comitê Olímpico Internacional, recebemos elogios em todas as áreas. Porque nós não fomos com o intuito de pedir nada, nós fomos no intuito de demonstrar o que fizemos. E tivemos muitas receitações. No primeiro dia, nós fizemos sete reuniões com as áreas específicas. No dia seguinte, as áreas queriam fazer reuniões conosco. Então, isso demonstra que o Brasil está muito avançado a nível internacional em todas as áreas do movimento olímpico. Então, acho que esse é um crédito que a gestão tem bastante. E, para terminar minha participação, é a aprovação da lei de incentivo. Mais uma vez, eu reconheço um trabalho muito bem feito a nível interno do Congresso, tanto do Senado como da Câmara. através da liderança do Comitê Olímpico, junto com um novo conselho, que é o Conselho Nacional de Comitês, liderado pelo presidente Laporta. Todo o sistema esportivo esteve junto para fazer com que essa lei tivesse a perenidade necessária. Então, o mérito da casa, que fez um ótimo trabalho, a gente foi só realmente um indicador da importância dessa lei de incentivo. E... Falando do programa Nação Esportiva, como o presidente Laporte já foi muito, assim... eficiente em dizer que nós estamos aqui para propagar as mensagens do esporte. Então, deputado Sérgio Rodrigues, essa é a minha oportunidade de falar um pouco da parte técnica, todas essas execuções do ano de 2005 foi muito importante para a gente entender como é que funciona e ter melhores resultados em 2026. Obrigado, parabéns. Eu adiciono, até escrevi

18 de mar, 17:23
#4
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Tico sobre isso, a Câmara, a gente convoca meus colegas, temos que derrubar o veto pra gente poder ter a isenção olímpica que é a isenção sobre os produtos que a gente traz de fora sobre importação Eu fiz um artigo sobre isso, publiquei, então acho que é uma pauta muito importante para a gente também, Vamos deixar registrado isso e pedir aos colegas que a gente derrube esse veto que foi feito para conseguir a isenção dos impostos. Jorge Bichara, vamos falar?

18 de mar, 17:36
#5
Diretor-Geral - Comitê Olímpico do Brasil (COB) Emanuel Rêgo
Emanuel Rêgo

Diretor-Geral - Comitê Olímpico do Brasil (COB)

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Gracias. Gracias. Gracias. Gracias. Ainda fiquei con unas dos opciones con relación a los nuevos patrocinios. Porque una de nuestras prioridades es intentar conquistar otras fuentes de recursos que no sean solo los recursos de las loterías. Entonces, nuestra equipo de marketing hizo ótimos trabajos. Nos anunciamos tres nuevos patrocinadores, al menos en esta lámina aparece. Adidas, que es un patrocinador internacional que va a nos ofrecer material esportivo en todas las nuestras misiones internacionales. son prácticamente 250 bolsas de estudos en inglés para proporcionar a la comisión de atletas, gestores para que ellos puedan capacitar y representar bien el Brasil en otras misiones. Y a DASA, que es un patrocinio con relación a los exámenes específicos para atletas. Entonces, muchos exámenes, ressonancias, tenemos un cierto volume. Y aquí faltó también a Tigre. que es Tubos y Colónico de Sonstig, que es un patrocínio que conseguimos en el final de 2005, en el final de 2006, que también va a patrocinar el Comité Olímpico del Brasil y algunas confederaciones. Y también, para finalizar, la renovación de patrocinios específicos. El Comité Olímpico del Brasil tenía patrocinios específicos anuales, Y aquí terminamos con Medley, Neonenergia y Grupo Ágria, en todo el ciclo de 2025 a 2028. El interés nuestro no es más solo vender... al año de la Olimpíada. pero todo el ciclo. todos los eventos que hay, las confederaciones están incluidos. Entonces, nuestro deseo es hacer que las personas absorgan y consumen el esporte olímpico todos los años del ciclo, no solamente el año olímpico. Entonces, ahora paso para... Jorge Bichara. Gracias.

18 de mar, 17:37
#6
Consultor - Comitê Olímpico do Brasil (COB) Jorge Bichara
Jorge Bichara

Consultor - Comitê Olímpico do Brasil (COB)

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Bom, boa noite pessoal. É um prazer estar falando de novo aqui com vocês, mais uma vez. É um prazer estar integrando essa diretoria. Acho que as falas do Laporta, do Emanuel, traduzem muito também um alinhamento com a minha forma de pensar, da gente sempre ser transparente e tentar sempre apresentar o COBE em todos os níveis, com todas as suas áreas de atuação. No aspecto esportivo, Eu vou falar um pouquinho dessa competição, mas era importante a gente entender o momento que nós estamos. Num ciclo de quatro anos, a gente entra num momento... crítico no bom sentido de uma preparação para os Jogos Panamericanos, para os Jogos Olímpicos. Passamos por uma Olimpíada de Inverno agora em 2026, mas a gente entra num processo muito importante que vai ser determinante no nosso resultado final. nos Jogos de 2028, nos Jogos Pan-Americanos de 2027. Falando um pouquinho de 2025, a gente chegou e... se deparou com a situação do COBE naquele momento, fomos avaliando os resultados que aconteceram. O COBE vem de uma boa performance dentro dos Jogos de Paris, resultados bons, uma colocação por quantidade de medalhas interessante, mas uma tradução do que é o mundo olímpico atualmente. A gente precisa das medalhas de ouro para alcançar posições mais condizentes com o potencial que o Brasil tem. que é uma proposta do governo, do Ministério também, de cada vez mais incentivar a prática da atividade física, a prática do esporte em si. Isso é importante para que a gente aumente o número de praticantes e, dali, saiam novos valores, condizentes com o tamanho do nosso país, com o tamanho da nossa população. O Brasil, as confederações, os clubes, eles trabalham com um N de atletas muito pequeno. E, mesmo assim, ainda conseguem colocar o Brasil entre os 20 primeiros países do mundo. ou de liderança na América do Sul e também num cenário olímpico que cada vez se consolida mais. A gente passa por um ano de 2025 aprendendo como estruturar um planejamento mais específico e diferente do que tinha anteriormente. Fomos buscando novas fontes de recursos, como foram apresentadas aqui, se relacionando à gestão, se relaciona com as confederações e estabelecendo essas formas de relacionamento como o Aquáticos, é uma proposta dessa diretoria ajudar essas confederações a recuperarem a sua autonomia, e algumas já estão conseguindo, com as certificações que receberam, e também trabalhando com novas gestões em várias confederações, entendendo um planejamento, algumas com continuidade, outras com novos gestores, e a nossa proposta de trabalho passa por avançar em várias frentes. Brasil tem, passam por modalidades onde temos treinadores que conseguem conduzir atletas ao máximo da sua performance. Situações onde a gente criou, o Emanuel falou um pouquinho aqui, através de parceiros Soluções, lançamos esse ano um projeto, ano passado, um projeto de apoio a atletas lesionados, então o COBE assume a responsabilidade sobre o processo cirúrgico de atletas que se lesionam servindo às confederações brasileiras, ajudamos já vários nesse sentido, estamos suporte a essas confederações e recuperar esses atletas mais rápido. Estamos investindo também na capacitação de treinadores, enviando treinadores para o exterior, brasileiros, para se qualificarem, adquirindo equipamentos esportivos para vários esportes, ginástica, canoagem, estamos comprando equipamentos agora, no sentido de estruturar, aproveitar o ano de 2025 para essa estruturação. Também é um momento onde a gente participou de uma competição muito importante, como o Emmanuel falou, Sub-23, que era importante num processo de maturação de atletas novos e para a busca de vagas para os Jogos Pan-Americanos, vamos dizer assim, Sênior, que vai ser em 2027 em Lima. E o Brasil teve uma performance muito boa em muitos esportes, liderou o quadro final de medalhas, mas o mais importante para a gente era dar experiência para esses atletas jovens, oportunizar a eles a possibilidade de representar o Brasil numa competição multiesportiva, entenderem um pouco do que é um ambiente olímpico e poderem se atletas sênior de qualidade. Esse é um pouquinho do nosso ciclo, como ele se compõe em relação à participação do Brasil. O nosso ano de 2026 é um ano extremamente complexo. A gente saiu dos Jogos Olímpicos de inverno, a gente já entra nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, agora no Panamá, em abril. A gente tem... os Jogos Sul-Americanos no final de setembro, e a gente tem também os Jogos Olímpicos da Juventude em outubro, um caráter diferente, não tão competitivo, mas participativo, vai ser o Senegal, organizado pelo Compitê-Límpico Internacional, mas é o ano que a gente tem a maior quantidade de eventos. Em paralelo a isso, a gente tem que trabalhar com as confederações para que a gente tenha boas performances nos campeonatos mundiais, para os Jogos Olímpicos. E a gente sempre, num momento onde os recursos não são suficientes para atender todas as necessidades, o Brasil está num cantinho do planeta, então o nosso custo logístico para levar os nossos atletas para um nível de competitividade é grande, nas viagens, nos deslocamentos. Esse é um comparativo que a gente nunca pode se isentar nas viagens para poder competir, isso consome uma parte considerável, por isso sempre há necessidade de mais apoio nesse sentido. Mas... As nossas estratégias passam por ali, por a gente criar apoio às confederações através dos recursos ordinários que nós passamos para elas, apoios em projetos esportivos específicos, onde a gente tem o nosso programa de preparação olímpica, onde a gente atua com várias modalidades em ações particulares. Nesse momento, nessa semana, saímos com algumas ações de atletismo, com atletas que foram competir no exterior com o apoio da confederação, e buscando um avanço no patamar internacional. Obrigado. As diretrizes para a gente em 2026 sempre vai ser o foco estar no atleta, da gente poder sempre direcionar as ações para que o atleta consiga evoluir dentro do seu desempenho, entendendo todo esse ambiente que tem em volta do atleta e tentando suprir essas necessidades. Mas, volto a dizer, o treinador é fundamental dentro desse processo, ele vai conduzir a gente aos resultados maiores, atendendo todos os nossos stakeholders que estão envolvidos ali, Obrigado. todos que estão envolvidos nesse processo têm uma participação. A medalha não é construída, conseguida sozinho. Você precisa da construção coletiva para você ter a chance de conquistar essa medalha. Essa medalha, quando ela é conquistada também, não é somente daquele atleta, ela beneficia toda uma cadeia de outros atletas daquela modalidade, de outras modalidades esportivas, do próprio orgulho que leva à população brasileira. a própria movimentação que tem no mercado publicitário, comercial. Então, essa medalha gera dividendos para todo mundo. A gente tem essas quatro missões, que são volumosas para a gente, e o Comitê Olímpico Brasileiro. É um comitê reconhecido internacionalmente pela qualidade da sua participação em eventos internacionais, seja na estruturação pré-competitiva, durante o momento de competição, atendendo as confederações e os atletas das necessidades que a gente tem. E, no fundo disso, o presidente brinca, a gente sabe que a gente vai sempre ser cobrado pelo resultado esportivo, mas ele vai ser sempre resultado de uma preparação adequada. Ela não vai vir por sorte, ela não vai vir por algum tipo de confluência profissional, mística, ela vai vir por trabalho. É assim que essa medalha vai ser conquistada, porque, do outro lado, tem... pessoas, equipes que trabalham tanto ou igual a gente, às vezes até mais. A gente não precisa trabalhar mais, a gente só precisa trabalhar com inteligência de forma adequada. Então, é uma competição que cada vez é mais acirrada no mundo. A disputa no cenário internacional por países que entendem o esporte como uma forma de promoção, ela é cada vez maior. Então, você vê a ascensão cada vez mais presente no cenário internacional como foco de investimento. Esse ano... Se a gente for olhar um ranking virtual dos países, o Brasil ficou em 15º lugar. Se a gente fosse pegar todos os resultados dos campeonatos mundiais, de todas as modalidades, e fizesse um ranqueamento, como foi o Brasil? O Brasil conquistou 20 medalhas em campeonatos mundiais ou competição equivalente, e isso coloca o Brasil na 15ª posição. Seis medalhas de ouro, sete medalhas de... de bronze, 10 medalhas de prata, enfim, dá um número ali que coloca o Brasil na 15ª posição. É um número interessante para a gente, porque a gente conseguiu alcançar boas colocações com medalhas de ouro, isso é importante no quadro final, mas ainda é insuficiente se a gente está almejando coisas maiores. A gente precisa trabalhar forte esses próximos dois anos para que a gente possa chegar nos Jogos Olímpicos. Quando a gente olha para frente, a gente tem pouco mais de dois anos para os Jogos Olímpicos de 2028. A gente passa muito rápido esse tempo. Então, a gente tem um processo ainda que o COBE, ao longo do tempo, foi incentivando as confederações a também buscarem que seus dirigentes alcançassem cargos dentro das entidades internacionais. Muitas modalidades dentro do programa olímpico, elas são de avaliação subjetiva e a gente não quer ter uma vantagem, mas a gente não quer ser prejudicado. sofra nenhum tipo de prejuízo nisso aí, principalmente nessas modalidades subjetivas. Então, isso também foi uma estratégia do COBE ao longo do tempo, reforçada nessa gestão, de que a gente tem esses dirigentes nessa função. É importante essa representatividade e o Brasil tem qualidade de dirigentes para alcançar esses postos. Enfim, dentro do nosso cenário de perspectivas esportivas. Eu vejo com um olhar positivo, mas com uma necessidade e uma atenção muito grande nesse ano de 2026 e em 2027. Eles são fundamentais para que a gente consiga chegar em 2028 com uma qualidade de preparação que possibilite ao Brasil um resultado digno e do tamanho que o Brasil tem. Bom, enfim, a gente tem um último vídeo para passar de uma conquista muito significativa para a gente, que foi nos Jogos de Inverno de 2014. e 26, uma medalha inédita de um atleta que, para mim, assim... É... no aspecto técnico sensacional. A gente trabalhou junto com a equipe de trabalho dele, ele tem uma equipe muito forte, muito bem organizada, de dar essas condições para ele, mas o diferencial desse rapaz foi o aspecto mental. pela forma da competição dele. Acho que quem pôde acompanhar, ele foi o primeiro a descer, e o tempo dele passa a ser um balizador para todos os outros. E a fase final da prova, ele foi o último entre os melhores. Então, ele tinha que superar ele mesmo, naquele final ali, a partir do momento que ele esperava todos os adversários irem superando ele numa contagem somada das duas descidas. Então, o que mais prevalece atualmente dentro desse nível de competitividade é o aspecto mental. Está aí o nosso diretor-geral, que sempre se caracterizou por isso ele, à toa, conquistou três medalhas olímpicas. E essa medalha conquistada pelo Lucas é muito simbólica por isso, por uma força mental que esse rapaz teve na sua participação e proporcionou um momento muito interessante para a história olímpica do Brasil e que criou muitos memes também interessantes no nosso carnaval. 50 segundos

18 de mar, 17:38
#7
Resumo Inteligente

O Deputado destacou que, na gestão esportiva, embora a organização administrativa seja essencial, o público prioriza os resultados e conquistas nas competições.

18 de mar, 17:53
#8
Presidente - Comitê Olímpico do Brasil Marco Antônio La Porta
Marco Antônio La Porta

Presidente - Comitê Olímpico do Brasil

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Os recursos entram às 38 modalidades olímpicas de verão e as duas... as duas confederações de inverno. Então, essa distribuição, a Confederação Brasileira de Esportes da Neve tem acesso ao recurso, a Confederação Brasileira de Esportes no Geiro também tem acesso ao recurso que usa para preparar os atletas ao longo do ciclo para os Jogos Olímpicos de Inverno. Além disso, nós temos ainda um programa de preparação olímpica, que também atende as modalidades de inverno. Tem um recurso na área de transição, que é a área da... transição do atleta da base para o alto rendimento. Então todos os recursos disponíveis para o esporte de inverno e para o esporte de verão. Oculto.

18 de mar, 17:54
#9
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E temos aqui no plenário a presença do senhor Rinaldo Feitosa, diretor de Marketing. do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos, e que tem uma pergunta. Dois minutos para a sua pergunta.

18 de mar, 17:55
#10
Diretor de Marketing - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos/CBCP Rinaldo Feitosa
Rinaldo Feitosa

Diretor de Marketing - Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos/CBCP

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Obrigado, deputado. Parabenizar pela sua felicidade desse requerimento. Bichara roubou a minha fala, que eu ia começar dizendo do meu orgulho. de ver você, Manuel, na sua carreira administrativa, porque eu presenciei um momento de um grande dirigente do desporto brasileiro, falava muito... que atleta não tinha jeito para administrar. Você sabe do que eu estou falando. E hoje eu estou vendo na mesa, na diretoria do clube, quantos ex-atletas, bons dirigentes... E você roubou minha fala, Oxara, porque eu estava aqui vendo que o equilíbrio que você tinha em quadra, o respeito que você tinha pelo patrocinador, a sua entrega, você está fazendo tudo com maestria, Emanuel, e nos orgulha. Obrigado. Presidente Laporta, hoje é o momento de falar de muita alegria, porque... Eu estou tão feliz aqui porque eu fui um jovem que conheceu uma quadra de cimento com 15 anos. E quando eu conheci, tinha um segundo problema, que eu usava conga. O conga só dava duas jogadas. para jogar ela duas vezes já tinha um buraco, ela tinha que botar. Então eu conheço a dor de quem está lá fora e quando o COBE, que tinha um reinado tão absoluto, fala na base, fala em reconhecer a base, cara, arrepia. Quando eu vejo que na diretoria tem duas visões que são muito importantes, do resultado imediato E do resultado constante Que esses atletas sabem da importância de investir Porque quando o resultado vem Aí ele é constante Manuel lembra que no vôlei É só para me apresentar. Eu fui executivo de marketing do Banco do Brasil. fui do Banco do Brasil por 25 anos e por quatro anos eu dirigi o marketing do banco e o marketing esportivo do Banco do Brasil. Então, o que eu estou falando aqui, eu enfrentei também dentro do banco, com a visão das pessoas de dizer que... Esporte era despesa. Que é outro ponto, presidente Laporta, que há pouco eu falei com o ministro, eu disse, ministro, está faltando o resultado do seu relatório. O senhor está dizendo com muito orgulho que investiu R$ 3,2 bilhões. Que bom, mas e o resultado financeiro? Aí ele ficou olhando para mim e eu disse, ministro, vou pegar só o exemplo da Olimpíada de Inverno. Pega a mídia espontânea, positiva para o Brasil. Vê isso monetariamente e veja quanto esses 3.200, o que o ministério fez. E fica também a... A sugestão para o COBE... Porque... Os orçamentos nossos de esporte, do comitê, são... partido E a dificuldade de vocês também, enquanto parlamentares, é despesa. Investir no esporte é despesa. Está na contabilidade e ele entra como despesa. E a gente fala de resultado de quadras construídas, diz, diz, e o din-din? Quando eu cheguei no Banco do Brasil, vindo da base, Qual o resultado do vôlei? Me deram um relatório com 480 milhões em mídia espontânea. Eu peguei o resultado e virei. Eu estou falando negócio. E com esses meninos só do vôlei de praia, eu vendi 360 mil produtos no meu último ano. E aí quando eu ia discutir orçamento, ô diretoria, área de varejo. Ah, vai cortar meu orçamento? Ô varejo, vou cortar de você. do investimento que eu vou fazer em promoção do seu cartão. Não, não, não, não. Então é ele se defendendo do meu orçamento. Então, o COB precisa fazer essa conta... para mostrar para os parlamentares que tão brilhantemente conseguiram esses resultados de investimento, quanto vocês efetivamente estão dando de resultado. financeiro, presidente. lucro que no esporte parece que a gente tem dificuldade de falar nessa palavra, Nutro! Ação social, social. Sim, entreguei para o social. E o lucro? E vocês entregam muito bem. Outra coisa, presidente. Eu conheci o... eu estava aqui pensando como eu ia para o D.A. Eu conheci o comitê Sem Porta. E eu não sei se o senhor abriu a porta, escancarou a porta... Ou derrubou a porta, presidente? Porque eu conheci o COBE na época que os presidentes de confederação que estão na base tinham vergonha e medo de falar em assembleia. que eram humilhados, não podiam discordar se discordasse era o fim deles no dia a dia. Parabéns, presidente. Essa democracia que o senhor está dando... três vezes o senhor falou ali E eu fiquei aqui observando. Em outras palavras, olha, isso aqui, vou ver se minha diretoria pensa o contrário. Que bom! Que bom que nós somos uma sociedade capitalista, presidente. Eu vou lhe ajudar a defender esse argumento, porque eu também defendo outro. Nós somos uma sociedade capitalista e nós temos requícios do império. Nós temos o rei da pamonha, o rei da embaixadinha, a rainha dos baixinhos, Tudo vira rei. O povo tem essa necessidade do ídolo. E o ídolo no desporto olímpico é com a medalha. E para encerrar, nós somos a primeira empresa... Presidente. a comemorar o vice Essa é outra coisa que a gente tem que acabar aqui no Brasil. Um atleta ganha a medalha de prata, perdeu ouro. E você lembra que nós chamamos ela para conversar: "Minha filha, não faz mais isso pela mão de Deus, Sheldon." Pedindo desculpa ao Brasil Porque não ganhou ouro, ganhou prata. Tá bem. Já pensou? E o Guga estava numa disputa? O Guga foi a fuga pra nós? projeto nosso E aí a gente preparou a campanha do campeão e do vice. Perdeu. Obrigado. A campanha do vice. E para encerrar... E pegando o Guga, para os atletas, porque, pô, quatro anos. E uma bola sua que bateu na rede e voltou, você perdeu. Aí, o... Que isso? Eu assisti o Lucas... A primeira entrevista do atleta, eu olhei para minha esposa e falei: "A primeira". Falei. Cara, esse menino é completo. O que esse cara fez nas entrevistas dele? Puxando o brasileiro para ter orgulho. É um negócio incrível. E para encerrar, presidente, parabéns. Por ter escancarado de forma tão forte positivo e incrível, às portas do COBE. Parabéns. Obrigado. Só vou fazer uma observação. Primeiro que eu usei que chute no Congo. Amarrado na

18 de mar, 17:55
#11
Presidente - Comitê Olímpico do Brasil Marco Antônio La Porta
Marco Antônio La Porta

Presidente - Comitê Olímpico do Brasil

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Bahadına karneyalı. Todo mu öyle. Evet. -Burin bu ney kıyım, bu ney kıyım. -Sı söylemek istiyorum. A cultura no esporte olímpico, ela é um pouco diferente do futebol. Futebol é esporte olímpico, mas de vez em quando a gente faz essa para comparação. A gente não perdoa o vice-campeonato do futebol. A gente não perdoo buzca campeonato. Mas hoje no esporte olímpico... ve buçukla başlarında 20, 20 milyon medalhas, A não criticar mais a perda da medalha e comemorar sim a vitória. buçak için bir şey anlamıyor. İlenteta chega em quarto lugar, putz Evet. O cara perdeu a medalha. Bu, 4.000.000. İzlediğiniz için teşekkür ederim. 50 mil, sadece 3 insanlarının içine baktığınızda. Bu ne? Altyazı M.K. Pelo amor de Deus. Yani, anlamda. Ayrıca, bu şarkı, İzlediğiniz için teşekkür ederim. ve bu konuda derotasını hatırlamıyız. Leandro Diego Hipólito, ki ikiye kadar bir şekilde başladı. buçukla yasaklar, buçukla yasaklar, buçukla yasaklar, ve o kadar da bir şarkı kazanmıştı. İzlediğiniz için teşekkür ederim. Evet. Ama bu neyi bir şey yoktu. İzlediğiniz için teşekkür ederim. ...substituirin'i medarlamı, yasını aldığımızda. Ve bu şarkıydı, bir şarkıydı. Çünkü, çünkü, çünkü, birçok birçok. Çok güzel. Ainda tem, claro, bir şey var. O Lucas veio ao Brasil aqui para ser recebido pelo presidente da República. E a gente estava no aeroporto embarcando, né? ve as pessoas başaramı parmak için foto, o brasileiro Parabéns, Lucas. Que vitória legal. Pô, mas você perdeu a segunda. Tem sempre bir cornetada, ne? Mas é isso, pessoal. Obrigado. Sérgio Sérgio, sadece bir şey olduğunu söylemiştim. Ve o çok şey, bir şey olduğunu söylemiştim. İki... İzlediğiniz için teşekkür ederim. Altyazı M.K.

18 de mar, 18:02
#12
Presidente do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos João Batista Carvalho e Silva
João Batista Carvalho e Silva

Presidente do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos

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Eu, em 2000 fui o maior torcedor das medalhas de prata. da delegação olímpica. Eu presidi o Comitê Paralímpico Brasileiro, fui seu primeiro presidente, E como disse o presidente Laporta, a lei PIVA sai do Senado, sem contemplar. recursos financeiros para o Comitê Paralímpico Brasileiro. o resultado, as medalhas de prata É... que o Brasil despreza, deram ao Comitê Paralímpico Brasileiro, a chance de aqui, nessa casa, ser apensado um projeto do deputado Agnello Cairoes, para se transformar na Lei Agnello Piva. É... contemplando também o Comitê Paralímpico Brasileiro, com recursos que fizeram com que o Comitê Paralímpico Brasileiro alcançasse... é a o êxito que alcançou... por exemplo, em Paris, voltando em quinto lugar no quadro geral de medalhas. Então, eu não desprezo de maneira nenhuma as medalhas tanto de prata... Conte de bronze. Acho que as medalhas de ouro são importantes, elas nos fizeram aqui nessa casa... participativamente do processo de distribuição dos recursos pela LEG e na LUPIVA, mas todas elas... São importantes. Muito obrigado. Obrigado pela participação.

18 de mar, 18:04
#13
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Então, acho que não temos mais, eu queria registrar Eu falei do Cruzeiro a presença, nossa ex-gerente jurídica da Nubia, que está aqui presente... e o jurídico era o nosso maior calcanhar de Aquiles, quando eu fui candidato, Teve um conselheiro que falou comigo, eu não vou votar em você porque advogado não sabe de futebol. Mas eu sou advogado de recuperação de empresa e falência. É isso que nós precisamos hoje. É muito mais importante que saber de futebol. Mas a minha alegria registrar, igual falou, hoje é o último dia do meu mandato, o suplente. estava ocupando aqui de forma... temporária, espero voltar, se Deus quiser, mas, e para mim é muito simbólico, porque ontem aprovamos um grande projeto da advocacia, que é a minha área, que foi o PL do falso advogado, que impacta toda a sociedade, de uma forma geral, e hoje finalizo com esporte, que é a outra área que me toca bem. Dos 12 projetos de lei que apresentei... Se não me engano, eram dois, três relacionados a cartório, o resto é só esporte e advocacia. Então, espero, contem comigo sempre aqui. É uma alegria finalizar aqui com vocês. Agradecer ao nosso Lindbergh, que está sempre... firme aqui na nossa comissão, a presença de todos, e nada mais havendo a tratar, declaro encerrada a presente audiência pública. Aplausos.

18 de mar, 18:06