
Com a participação da nossa deputada Gisele, o que eu tenho a dizer é que a gente vai seguir em frente. acreditando que para um Brasil mais justo... mais inclusivo e mais diverso. ele passa necessariamente... pelo protagonismo da mulher negra na política. Por favor, para os deputados. Obrigado. Então...
Os últimos minutinhos, eu só queria que a gente pudesse refletir de que o passado que nos trouxe até aqui foi difícil... Esse momento presente, ele nos exige coragem, para não recuar. Porque o futuro exige da gente ação. E aí eu queria muito ver um futuro onde falar de mulheres negras na política não fosse exceção. não fosse um símbolo. numérico ou simplesmente isolado. mas que seja uma estrutura de permanência. e de mudança. de transformação realmente social. E aí eu queria dar mais um minutinho somente para a ministra para ela falar um pouquinho, trazer uma palavra de esperança para a gente, para a gente ver como que as meninas negras, por exemplo, lá no futuro, Porque seria excelente a gente ver uma menina negra, a gente falar que eu quero sim fazer parte da política, mas ela não perguntar se aquele local é o dela. ou ela questionar se ali é o lugar que ela pertence. mas era simplesmente perguntar como Quando e como eu faço para entrar? Esse seria o país realmente justo, esse seria o país realmente inclusivo e diverso. Então, ministra, fala um pouquinho para a gente do que a gente pode esperar de um futuro para essa nova geração, porque a gente vai ainda continuar lutando para não recuar.
Pegando esse último gancho aqui da nossa querida ministra Edilene, que falou da questão dos partidos, do compromisso partidário. Eu queria que você trouxesse para a gente, Deise, esse... essa reflexão sobre... que quando a gente fala de mulheres, da presença de mulheres na política, de mulheres negras na política, a gente não pode ignorar que existe um campo jurídico e um campo institucional... que tanto pode viabilizar mas que, na verdade, ele tem mais nos limitado a participar. Traz para a gente um pouquinho sobre essa reflexão. Bom dia
Quão emocionada estou, do fundo do meu coração. A gente está mediando. um painel tão importante... de uma relevância tão importante. que é nesse espaço. nesse seminário. Queremos um Brasil mais inclusivo e mais... justo. E quando falamos de mulheres negras no espaço de poder, nós não estamos tratando apenas de uma representatividade. Nós estamos aqui para falar de uma reparação histórica, de uma transformação de estrutura, de uma redistribuição do poder. É isso que a gente quer. A gente não quer que ninguém perca o poder, mas que ele seja distribuído de forma justa a realmente transformar as nossas estruturas da sociedade brasileira. Portanto, esse painel é um convite... minhas queridas panelistas, para a gente ter um olhar para o passado que nos trouxe até aqui, para o presente que continua nos desafiando e um futuro que urge que nós possamos, construamos um caminho mais aberto para nós. E mais do que respostas prontas, a gente espera aqui refletir sobre experiências. sobre reflexões e aberturas de caminhos possíveis. Temos aqui panelistas com experiências diversas, que estão em diferentes frentes, e que vão poder nos trazer uma compreensão melhor dessa agenda de uma forma mais ampla, e mais profunda. Nós temos um limite de tempo, então nós vamos correr um pouquinho contra o tempo, peço desculpas a vocês, que vamos ter que falar um pouco menos... Então, eu vou pedir no mínimo 10 minutos de fala para cada uma. E eu... Olhando aqui para a trajetória, principalmente, eu vou começar com a nossa ministra Edilene Lobo, porque olhar para a trajetória da ministra e olhar para a trajetória da coletividade, da história das mulheres negras, é impossível a gente não reconhecer. que chegamos até aqui fruto de muita Resistência. E aí, ministra querida, eu gostaria muito que você trouxesse para a gente essa reflexão de como a história da mulher negra na política brasileira revela tantos processos, de exclusão de reinvenção, que a gente tem que se reinventar a cada dia, e principalmente, de resistência. Muito obrigada, bom dia, me ofendem-me. Aí. Acho que agora sim. Bom dia, muito obrigada.
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