Paulo Antonio Alfano Martin

Paulo Antonio Alfano Martin

Representante - Colégio Brasileiro de Cirurgia Plástica

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24 de mar, 13:04

COMISSÃO DE SAÚDE

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Boa tarde a todos. Quero agradecer ao doutor Allan Garcês. pela essa proposta desse PL. Quero agradecer o convite do deputado Dr. Luiz Ovando e acho muito interessante É... Eu vou convidar vocês... a uma viagem no tempo, uma viagem de 30 anos. E essa viagem vai dizer muito sobre tudo o que está acontecendo aqui. e muita coisa vai passar a fazer sentido. Primeiramente, a deputada, acho que já se retirou, a doutora Juliana Cardoso, eu queria dizer que ninguém está e vai pensar em proibir esteticistas e trabalharem. Aliás, o médico, o dermatologista, não era a estrela. Todos sabem, a maior estrela da estética no Brasil foi a Lana Sherman. Ou seja... Ninguém aqui está disputando nenhuma área. O que acontece é que, vamos por assim, a medicina estética está sendo discutida, mas todo mundo esquece que a medicina estética existe. Em 1997, eu me formei. no Instituto Brasileiro de Pesquisa Estética, aqui em São Paulo, uma pós-graduação em Medicina Estética. No ano seguinte, em 1998, eu fiz na Universidade de Sousa Marques, uma universidade médica, Uma pós-graduação com carga equivalência a mestrado. Fui o médico mais novo no Brasil, tanto a ter terminado uma pós, como uma pós-carga equivalência a mestrado em medicina estética. Para quem se lembrar de onde saiu a palavra, de onde saiu a medicina estética. Sim, a medicina estética tem esse nome porque saiu da área médica realmente. E dentro dessa medicina estética, cirurgiões plásticas, dermatologistas, passaram a desenvolver novas habilidades. Eu costumava dizer para os meus professores, a minha primeira cirurgia plástica, eu entrei foi em 1992, junto com o professor Sinésio, e a gente via vários casos de mulheres, principalmente no Rio de Janeiro, que eram... muito sol, muito cigarro, e era uma mulher que depois da cirurgia plástica, ela era uma mulher que ela ficava esticada, mas ainda envelhecida. Ou seja, a medicina estética, na minha carreira, ela veio para trazer um plus para a cirurgia plástica. então isso daí é muito importante dizer pra vocês porque isso já vai começar a desmistificar muita coisa ninguém aqui tá disputando nada com ninguém medicina estética existe há muito tempo É... Fico muito feliz de poder estar aqui hoje representando o Colégio Brasileiro de Cirurgia Plástica. nosso colégio hoje abriga mais de oitocentos médicos Estamos não só no Brasil, como em vários países como Estados Unidos, Paraguai, Chile, Colômbia, pelas mãos de união do professor Eduardo Teixeira. Um prazer ser um dos seus alunos, como um prazer ter entrado pela cirurgia plástica, pela mão do Sinésio, e ter entrado pelo CBC, pela mão do professor Humberto Ferreira, que trouxe a gente para ser um TCBC no Colégio Brasileiro de Cirurgiões, e também sou TCBC do Colégio Brasileiro de Cirurgiões Plásticos e professor da pós-graduação. Isso tudo, como diz o professor, são títulos, são papéis que a gente vai acumulando na nossa trajetória. Mas o importante é dizer para vocês que a mãe dos meus filhos é biomédica esteta. A minha mulher... Ela é enfermeira estética. Eu acho que dá para ser bem claro de que quem começou lá atrás poderia estar aqui, discutindo aceita que existe uma união de sete classes, que é a aliança da saúde estética. Vejo que não há nenhuma inconformidade nisso, concorda? mais, mais nossos cirurgiões plásticas e pós-graduados em cirurgias plásticas Dr. Marcelo Prado. Dr. Marcelo Sampaio, que estava aí, Dr. Luciano Chagas, tem realmente uma luta muito grande pela frente, porque... Todos realmente querem invadir a cirurgia plástica. Até dentro da própria medicina, o otorrino passou a fazer nariz, passou a fazer rosto, o oncoplástico passou a fazer mama. Já existe isso mesmo dentro. E todos pensam que a cirurgia plástica é algo... que é estética, não, 80% da formação de cirurgião plástico é para corrigir Má-formações, defeitos e acidentes. Cirurgia plástica é muito mais abrangente que só a estética, como isso já dizia o professor Pitangui. Obrigado. O que estamos propondo aqui hoje... é que exista alguma regulamentação Porque a partir do momento Criou-se o médico, aí veio a história do não médico. E aí a Hoff fez o não, não médico, que é não médico, não dentista. Não sei se vocês perceberam que eles acabaram tomando um nicho também. O que eu quero dizer é que, a partir do momento que começam a mudar as legislações para hoje ter consultório de odonto, sem a necessidade de uma cadeira de odontologia, as coisas começam a se tornar estranhas. A partir do momento que ele se propõe a ser cirurgiões estéticos, Eu só posso dizer, como em francês, c'est pas possible. algum limite temos que ter. na segurança e na conduta. Eu aceito e sempre aceitei a Aliança da Saúde Estética. as devidas normativas para cada grupo. Mas chega um momento que eu entendo a luta de todos esses nobres colegas que estavam aqui hoje, que deixaram seus consultórios para estar aqui hoje. com o professor Eduardo Teixeira, com o professor Sampaio... como o professor Marcelo Prado, como o professor Luciano Chagas e outros que estão aqui. Então, é assim que eu quero finalizar. Trazer para vocês que quem conhece a história desde a pedra filosofal lá atrás... Está aqui. E não está brigando... para impedir ninguém de trabalhar. apenas respeito pelo nosso trabalho também. Muito obrigado a todos. Obrigado.

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