
Bom dia a todos. Primeiramente, obrigado aqui pelo convite, deputado Tuleal, aqui pela participação nessa audiência pública. e aos nossos colegas aqui que já discursaram anteriormente. Vou ser bastante breve aqui, até porque para não ser repetitivo aqui, muitas das falas que foram colocadas. Eu represento aqui a ABPAM, que para quem não conhece, é a empresa, a Ação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade, que engloba o que a gente chama de AMAPS, que são as... Administradora de Meios Automáticos de Pagamento, mais conhecidas como as tags de pedágio. Então, só para deixar bastante claro aqui a quem eu estou representando. A... do ponto de vista do que a gente vem discutindo em relação ao Free Flow, acho que tem alguns pontos que a gente já bateu bastante forte aqui e que são importantes de relatar. Primeiro. que é uma inovação tecnológica, sim, E é uma evolução do sistema de mobilidade que permite trazer ao usuário uma experiência muito mais fluida. Então, do ponto de vista do usuário, ele é melhor. Do ponto de vista da constitucionária, ele traz eficiência operacional, ele traz mais segurança, ele traz mais fluidez. E do ponto de vista público, ele traz o que a gente vai, a gente chama de justiça tarifária, que a gente veio discutindo bastante aqui durante as falas anteriores, que futuramente vai trazer. Conforme foi evoluindo o modelo do free flow entre as rodovias, essa justificação tarifária também acontecerá. Só que como todo modelo novo implementado, como até toda tecnologia nova que está sendo implementada, ela tem vários desafios. Então hoje a gente sim tem desafios tecnológicos, na identificação de veículos, a gente tem problemas ali, talvez na logística de onde estão colocadas as praças, como foi colocado aqui no momento, próximo das áreas urbanas, a gente tem problemas aqui no Brasil. da questão da inadimplência com o Marco Aurélio que colocou muito bem na sua fala. Então são problemas que são do modelo da implantação nova e que isso vai se resolver ao longo do tempo, só que isso requer paciência e organização. e todas as partes envolvidas aqui. Acho que esse talvez seja o principal ponto em relação ao free flow. Do lado das AMAPs, do lado das empresas de TEG, o que a gente pode oferecer aqui? Eu acho que aqui, nesse ponto, as empresas de TEG talvez sejam as primeiras empresas que conseguiram ajustar o modelo de interoperabilidade, porque funcionam em todas as rodovias, funcionam em todas as constrcionárias e facilitam muito a operação. a utilização das praças de pedágio pelos usuários. Então esse talvez seja o principal ponto de ajuda que a gente pode fazer. E da mesma forma que a gente fez isso lá atrás, há 20 anos ali, começando há 20 anos e foi evoluindo ao longo do tempo, no modelo de praças físicas, também nos modelos de free flow, a gente pode continuar ajudando a desenvolver esse modelo. tem um desafio grande. Qual que é o grande desafio nesse processo do free flow? Identificação dos vários. Eu preciso saber quem está passando pela via para poder fazer a cobrança. Diferentemente do modelo de praça física, onde você tem uma cancela e o cliente paga antes de usar a rodovia, no modelo Free Flow, ele já usou a rodovia, ele já passou pelo processo, Você só tem a placa do carro para ser identificado, ou modelo, veículo identificado, e você tem que encontrar os usuários. Então, esse talvez seja o grande desafio para reduzir a inadimplência, para conseguir reduzir a questão das voltas e conseguir trazer aqui um modelo que seja mais... simples e mais fácil para os usuários poderem trabalhar. Então, acho que nesse momento, o que a TAG traz e o que as empresas de pagamento olham como forma de auxiliar no... Obrigado. no modelo de free flow, é como a gente consegue ter um melhor nível de pagamento. A inadimplência aqui é muito baixa hoje nas praças do free flow, porque mais de 70%, em alguns lugares até 90% das passagens, já são feitas via tech. Isso reduz muito a inadimplência. Por quê? Porque eu sei quem é usuário, eu sei como comunicar, eu sei como entrar em contato com ele e sei como fazer a cobrança. Isso vem... ajudando bastante a evolução do modelo. Mas a gente tem desafios ainda, regulatórios, que a gente vem discutindo com a NET, vem discutindo com o Senatran, A gente vem discutindo com a BCR. como a gente consegue trazer esse modelo de uma forma mais simples e mais fácil. para os usuários ainda, que ainda é um desafio. e não está pronto. Muito obrigado.
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