
Primeiro, muito obrigado pelo convite. do ministro vice-presidente, eu agradeço a oportunidade de estarmos aqui conversando. Obrigado. Boa tarde a todos. E acho que eu quero começar a minha fala aqui, eu queria deixar três grandes recados aqui. Eu vou na cola do Júlio aqui e dizer que acho que na visão do MEDIC a gente tem um problema bom para resolver, na verdade. Tem grandes oportunidades aqui. Quando eu falo de transição energética, esse é um problema típico de transição energética. Na nossa visão, o setor elétrico brasileiro já fez a transição... E a gente está passando agora por um... um grande salto, que é trazer para o setor elétrico outras cargas, outras necessidades de energia, e a gente tem oportunidades aqui. Claro que no meio do caminho é um pouco conturbado, mas inclusive na fala, que eu reforço a fala do Júlio, a gente tem alternativas aqui para poder resolver esse problema. Acho que o segundo recado é muito alinhado com o que também já está colocado aqui, o doutor Rui colocou isso, o colega do Vitor da Brassa também colocou, de alguma forma, arcar com esse custo. Caso contrário, a gente está fazendo uma transferência de renda injustificada e onerando o objeto de trabalho do MEDIC, que é a cadeia produtiva. Eu onero o custo de energético, eu onero minha cadeia produtiva, eu diminuo a competitividade brasileira com uma visão global. Então, esse ponto é pertinente, é necessário a gente ter cuidado com esse detalhe. evitar essa transferência de custos, manter o Brasil competitivo, manter a indústria ativa, manter a nossa cadeia produtiva em funcionamento no contexto global. Obrigado. Bom, como soluções, em termos de carga, e eu concordo plenamente com o que o Júlio colocou, nós precisamos construir cargas efetivas no setor elétrico. O sistema tem que crescer. Nesse sentido, a gente trabalhou nesses últimos dois anos em duas grandes medidas para ampliação de carga. Um é o programa Redata, para implantação macita de data center no Brasil, e outro é o nosso programa de estado do hidrogênio verde, hidrogênio renovável, melhor, é o termo que a gente acabou adotando, que são duas cargas, dangles e gargas industriais que vão solucionar tanto gargalos nossos na cadeia produtiva, quanto cria o demanda para a energia elétrica. E a preocupação aqui, quando a gente fala como indústria, deputado, caso o meu grande consumidor que a gente está construindo essa cadeia, eu inviabilizo a implantação dessas plantas. Então, a preocupação nossa é evitar que esses negócios que a gente está construindo, com o apoio do Congresso, com o desenho que foi formulado aqui dentro desse Parlamento, para atrair esses investimentos e ampliar a nossa carga, eu começo a inviabilizar. dado que são Caga-se. eletrointensivas E o principal custo dela, além do investimento, é a eletricidade. Então, a preocupação nossa é com essa. soluções estruturantes, e aí já partindo para a minha conclusão, que eu também não quero gastar cinco minutos, não. O Verlund... O sistema elétrico brasileiro já tem solução para contratar a leisão de transmissão e fazer esse arranjo como um todo. O desenho é muito bem feito, coordenado pelo MIME, executado pelo Minas Energia. Eu acho que a gente tem que avançar aqui nesse desenho na... na introdução, nessas contratações de grandes armazenamentos hidrelétricos. Acho que essa, na nossa visão, é a fronteira que a energia hidrelétrica brasileira tem que avançar. Nós temos expertise nisso. Eu preciso fazer apenas um arranjo de contratação disso. E eu dou a grande solução estruturante que o Júlio colocou aqui como mecanismos de grandes indústrias. Eu ativo a nossa construção civil pesada e eu dou uma solução estruturante. ampla, que atende a todo mundo. E o segundo ponto é o sinal de preço para esse consumidor da micro-minação de geração distribuída. O Rui colocou uma alternativa, existem outras soluções para isso, mas o ponto é, a gente precisa dar um sinal de preço para esse consumidor de tal forma que ele mude o comportamento dele, ele desloque o horário que ele está consumindo energia no horário que ele está gerando e evita de onerar o sistema, ou ele começa a implementar sistemas de armazenamento e aí é um armazenamento diferente que esse armazenamento químico de bateria. e que eu gero uma nova alternativa para a própria indústria, que é a nova indústria Brasil, trazer esse fabricante para dentro do país. com mecanismos próprios de financiamento e de aquisição de equipamentos, e que eu posso desenhar uma solução também. Ganha, ganha para todo mundo. Então, em termos de concluindo de solução para estruturante, e que na nossa visão é pertinente, tanto avançar nas elétricas de armazenamento, quanto nesse estímulo via sinal de preço no consumo e no armazenamento de bateria descentralizado. Obrigado. Obrigado.
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