
Eu gostaria inicialmente de agradecer O convite, general... para que a Secretaria Naval de Segurança Nuclear comparecesse essa audiência pública e mostrasse o que se faz e mostrar sua visão com relação ao desenvolvimento dos SMRs. Bom, eu vou... Eu não sei se já tem a... apresentação Obrigado. Bom, a secretaria é muito pouco conhecida, E para a gente, para mim, pessoalmente, eu estou há dois anos, a maior coisa que eu faço na vida é tentar divulgar É acilado... regulatório nuclear do nosso país, porque a lei é muito recente, de modo que eu gostaria de aproveitar inicialmente e rapidamente falar o que nós fazemos e depois entrar exatamente na parte da regulação no carnaval e as perspectivas e os desafios dos SMEs. Bom, eu vou seguir esse pequenininho roteiro falar sobre a regulação, a estrutura, os SMRs marítimos e as perspectivas e desafios. Bom, o Brasil... Ele tem essa estrutura regulatória... estabelecida. Obrigado. O país tem dois órgãos regulatórios na área nuclear, Um é a famosa e super conhecida Autoridade Nacional de Segurança Nuclear, que está aqui do lado direito. responsável desde fonte de urânio até o descarte do lixo no cenário terrestre, E, do outro lado... a nossa secretaria, onde é responsável pela questão nos cenários marítimo e fluvial. Isso é uma lei que existe de 2021. naturalmente que essas duas entidades. Elas são extremamente cooperativas. e muito firmes, porque nós precisamos mostrar à sociedade que o Brasil tem segurança nuclear e tem órgãos reguladores que executam suas atividades normalmente. Bom, e como é que... O que cabe à secretaria efetivamente? É isso que está escrito aqui. cabe a regular, licenciar, fiscalizar e controlar Qualquer tipo de embarcação. seja ela comercial seja ela de defesa. seja ela privada ou seja ela estatal. Eu chamo a atenção que uma plataforma de petróleo é uma embarcação. não estamos falando só daqui de navios, mas uma plataforma é uma embarcação, que empregue reatores nucleares, é óbvio, para sua fonte de energia própria ou para terceiros. a fim de ser de assegurar toda a questão de proteção e segurança nuclear na área marítima e fluvial. Isso é que nós... fazemos dia a dia. Bom... É... Então, nesse contexto... Eu vou contar uma historinha para vocês sobre SMR Marítimos primeiro. Nós, temos o mundo possui. SMRs, Obrigado. Há quase 80 anos. Nós temos hoje... condições de contabilizar isso que está escrito aí. Nós temos 180, mais ou menos 180 reatores se movendo. no mar, com 140 navios e submarinos, de seis países específicos. Isso é que é a realidade. são tecnologias conhecidas há quase 80 anos. e ela se move Estão aí. De modo que, pessoalmente, às vezes eu tenho dificuldade de entender as centenas de desenvolvimentos tecnológicos que existem no mundo, e se chama Novas Tecnologias de SME. Essa eu tenho uma dificuldade que um dia eu vou descobrir. Agora, que nós temos, o mundo tem, ASMR tem, e são vários. O que acontece é que eles são empregados somente nos setores de defesa. de seis países. Estados Unidos, Reino Unido, França, China... Índia e Rússia. São esses seis países. Então eles têm o conhecimento da tecnologia, são tecnologias inclusive diferentes. Mas eles já possuem isso, porque são pequenos, suas potências são pequenas, muito parecida. com os tais SMEs das novas tecnologias, então ele existe há muito tempo. Mas está tudo na área de defesa ou estatal. Ou estatal. Na mão, a Federação Russa, como eu vou dizer... ela opera navios tanto militares como... de emprego civis, mas na mão do Estado. Bom... Nada, quando de 70... Houve... no mundo três iniciativas de usarem reatores nucleares embarcados em navios mercantes. O primeiro se chama o navio Savaná, que era um navio americano, o segundo, um japonês, que é o Mutsu, e o terceiro, o Otorran, que era alemão. esse empreendimento Não vingou. Foram só esses três navios comerciais traz... O objetivo desses navios era fazer o comércio barítimo, como se faz normalmente. E por que não vingou? Qual foi a razão de não vingar? Tem várias, mas uma delas foi a regulatória. porque não havia regulação internacional para que se tivesse... É... movimentos desse tipo que fosse economicamente viáveis. Um navio mercante tem que ter liberdade de navegação. Aliás... Para quem não sabe, 90% a 95%. do comércio, do transporte comercial do mundo é feito através do mar. Então, esses navios têm que ter liberdade, porque, senão, esse... É... esse tipo de negócio não vai se sustentar. Então foi essa uma das razões, uma delas, que isso não teve evolução. Porém, Hoje, a gente volta... a falar. das novas tecnologias de emprego, de novas tecnologias no transporte marítimo ou em plataformas estacionárias. E esses seis países, se não me engano são seis, um, dois, três, quatro, cinco, Seis, por acaso são seis? São os países que estão mais desenvolvidos, no desenvolvimento de novas tecnologias, para emprego nos cenários marítimos. Eu chamo a atenção... que dos seis, 3... China, Estados Unidos e Federação Russa, na verdade, eu entendo que eles estão evoluindo o que eles já conhecem. Então, esses seis países, naquele... mundo de quase 100 projetos são os que estão realmente muito próximos. e terão terão condições de poder desenvolver esse tipo de negócio, que seja... comercialmente viável. Bom, aqui é só um exemplo... Essa é uma fotografia de um verdadeiro SMR russo. Ele está desembarcando ou embarcando, eu não sei. de uma plataforma, de uma embarcação. Veja o tamanho desse SMR, realmente é pequeno. E ele existe, ele não é projeto, ele é produto. O que acontece na Federação Russa é que ela só consegue operar no seu território. Por quê? porque falta regulação. Esta é a questão. Ela não consegue ainda tornar... esse tipo de negócio, viável economicamente. Essa é a grande verdade. Obrigado. Então, o que a gente pode esperar disso? Como é que a gente vê essa questão? Bom, já se falou muito. aqui de transição energética. Aliás, ontem eu assisti um... uma entrevista com um dos diretores aqui da empresa... Foi uma excelente entrevista com... com a empresa... diamante E ele colocou uma questão que eu acho que eu vou mudar isso realmente. Eu não vou falar mais de transição energética, eu vou falar de evolução energética. Energete. Ou adição, ou evolução, Inês. Ele falou evolução, Anny. E eu achei interessantíssimo essa... Então, na verdade... O mundo, esse processo é irreversível. na minha opinião. A gente pode ir. viver com soluços, mas ele é irreversível. Muito bem. O comércio marítimo, ele é responsável por 3%. da pegada de gases e efeito de estufa do mundo. Então existe já Há quase 20 anos... uma discussão para as aplicações marítimas a redução desta... dessas emissões e tem uma vontade muito forte, mas muito difícil, de chegar a 2050 com emissões nulas. É o que se diz. E aí, essas novas tecnologias, elas entram com força, ou que as tecnologias que existem para ser empregado nessas plataformas de petróleo, navios ou plantas nucleares flutuantes. E o que está se fazendo isso no mundo? O que a gente está fazendo para que isso torne realidade? O que está se fazendo hoje, basicamente, no mundo é isso. De um lado esquerdo, existe já há cerca de cinco ou seis anos Se eu não me engano uma iniciativa da Agência Internacional de Energia Atômica, para a harmonização e para a padronização das regras. É difícil. mas nós, com cooperação internacional, a gente pode chegar lá. E nós, obviamente, participamos dessas discussões para que o Brasil seja muito bem representado. Na fotografia do meio, é uma fotografia que eu gosto muito, onde nós temos o diretor-geral da Agência Internacional e o secretário-geral da Organização Marítima Internacional. essas duas figuras, então, Eles entenderam o problema e isso é necessário. Porque, quando a gente fala do mar, a gente tem que falar de segurança marítima também, e segurança nuclear. para nós, Nós somos seres humanos terrestres. né A gente... tem muita dificuldade de entender a cultura marítima. Isso é natural. A não ser para poucos malucos como eu sou um deles, e outros aqui sentados, que resolvemos viver a nossa vida quase toda embarcados, ou navios, ou submarinos. E, com isso, a gente tem... o conhecimento, a cultura marítima, o sistema marítimo, ele é muito peculiar. como o sistema nuclear também é. Aqui, a maioria... do que eu posso ver aqui, conhece muito a área nuclear, mas não conhece tão bem a área marisco. Então, essas duas vertentes têm que trabalhar junto, e vai estar trabalhando. Então, nós temos iniciativas na Agência Internacional e iniciativas na Organização Marítima Internacional. onde começou um trabalho fundamental... de uma evolução de uma coisa chamada código nuclear. Lá de 1980... naquela época daqueles três navios, que está completamente furada. e precisa de uma evolução. Então, esse trabalho começa também. E, baseado nesses dois trabalhos, é que nós, como reguladores nucleares, do Brasil na área marítima, temos que nos adaptar e temos que evoluir. Como eu já tentei dar uma palhinha aqui numa pergunta que eu fiz... Eu não me preocupo com a segurança nuclear. Sinceramente. e com a segurança física, com a proteção física, não me preocupe, porque nós somos extremamente capazes de resolver nossos problemas. Obrigado. O que me preocupa é com a chamada salvaguarda. que é salvaguarda de desvio de material nuclear. Isso... Não tem acordo. O Brasil é obrigado... ele assinou um tratado de alto nível e que nós somos obrigados a sofrer inspeções. E sofremos de peções, tanto nas usinas nucleares ou, enfim, na parte civil, Como? na área de defesa. Nós somos o único país do mundo que somos inspecionados na nossa parte nuclear, na área de defesa. porque nós somos signatários do tratado. Isso não é. não é Não tem... Mais ou menos, nós somos obrigados. Então, isso. é um problema que as pessoas não estão querendo muito discutir, no meu ponto de vista, Mas que... Haverá necessidade de discussão. porque, senão, nenhum projeto francamente falando, vai ficar em pé. sob o ponto de vista econômico. se esta questão... não for colocada na equação e como é que nós vamos resolver isso. Bom, então essa é agora... quais são os desafios, eu praticamente falei todos. Regulação é a primeira. e a cooperação internacional. se não houver cooperação internacional, isso também não vai ficar em pé. Aceitação pública, lógico, e percepção de risco, Isso é não só na área marítima, mas em qualquer área, quando a gente fala de energia nuclear, é uma questão que todos nós, diariamente quando podemos debatermos, né? E o terceiro, e aí eu acho que fica muito direcionado ao nosso país, é a necessidade... de investimentos regulares, que já foi falado aqui, no desenvolvimento de nossas tecnologias e na nossa capacidade. capacitação de profissionais, que também é fundamental, porque senão a gente não vai em lugar nenhum. Então, era isso que eu queria, nesses poucos minutos que eu tinha, colocar, agradecer mais uma vez, Janel. sinceramente, essa oportunidade que o senhor me deu. de apresentar à secretaria o que a gente vem fazendo e como é que a gente Olha... Essa questão da regulação para o futuro, visando não a defesa, não a defesa. mas visando à questão comercial. porque nada vai ficar em pé. se a gente não resolver alguns problemas. Obrigado.
que esse projeto tem uma... possibilidade de virar produto e ser espalhado no território brasileiro. Tchau. 5.500 municípios. O senhor acha que é possível. A questão da salvaguarda, se este produto realmente virá... interesse comercial. da salvagada ser feita. pela Agência Internacional. em todos esses micro-reatores do Brasil. A agência internacional não vai dar conta.
forno per l'inquiamento, è un po' più lopi Io vorrei... Grazie a tutti. io entendo che è un progetto di desenvolvimento tecnologico che nasce Grazie. ma mia domanda sta un pochino a quella del general che è a partir de 2030, entre 2030 e 2033. è dove abbiamo un secondo vale della morte di un sviluppo tecnologico, che ci si va avere un prototipo e precisa... convencer Tutto il mondo. a producir è un prodotto o prodotto per questo ha di essere Comercialmente aceitabile. e per questo e lo so conhece molto bene La Agenza Internacional de Energia Atômica viene lavorando già alcuni anjo una iniciativa per harmonizzare la parte regolatória. Sperialmente con la sicurezza nucleare. e protezione fisica e sicuramente. Ma io volevo sapere se il seno si è un seno che è possibile in 2030 fino a 2033, a gente già ha una clarità una clarità, una clarificazione con relazione a salvaguarda. perché il Brasile è signatario del Tratato di Non Proliferazione e io queria saber sua opinione sobre questo, perché è una questione... che mi preoccupa, non solo nel progetto, ma in qualche... che il mondo sta a prendere, che è in relazione alla salvaguarda.
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