
tranquilizar o presidente da CNEM, porque a Marinha participa do projeto do micro-reator. Ótimo. não só com alguns de seus integrantes hoje. labutando na iniciativa privada, comandante Bright, comandante Hamilton, mais outros. Nós disponibilizamos todos os nossos laboratórios tanto em São Paulo quanto em Aramá. E há coisas muito especiais, sem querer falar muito sobre o tema, que só podem ser feitas lá, Né? para construir esse micro-reator. E... Acho que o programa nuclear da Marinha, deputado, ele é modelar para o Brasil porque ele... Hoje, e sempre foi, uma soma de competências. Nós desenvolvemos o programa, nós somos 30% militares nesse programa, 70% civis. E deu certo por causa disso. com os institutos, mas com Pouca participação da indústria nacional. Mas tivemos algumas boas vitórias, por exemplo... nós conseguimos desenvolver e receber todos os sistemas de monitoramento. Vigilância. Segurança... São quatro sistemas que operam, redundâncias, É quádrupla para esse tipo de sistema, desenvolvido por brasileiros. E no ano passado recebemos uma certificação internacional de que esse sistema de segurança, vigilância, monitoramento e operação Ele é superior a qualquer usina nuclear em operação no mundo. E ele foi copiado. para ser um modelo de referência para... desenvolvimento. Então, alguns países já estão recebendo essa tecnologia. que foi desenvolvida por nós. né? empresa brasileira junto com a Marinha. Então, é possível, é muito possível. E essa integração precisa acontecer não só dos entes do Estado, O Estado, como indutor disso, O investimento é grande. Né? Mas o mundo está caminhando para esse tipo de energia e o privado está muito interessado. E aqui a Diamante, por exemplo, está representada, a Petrobras tem falado com isso, É preciso entender que as empresas privadas o tempo da pesquisa, às vezes não atende a eles. Daí a importância do Estado. O Estado compra esse tempo. Empresa privada nem sempre. ele vai ao mercado e compra o pronto. E aí o projeto Desenvolvimento Nacional nem sempre é prioridade do privado. Nós participamos do micro-reator. desde o começo Tiramos 10 juntos, e essa integração ela é a chave do sucesso para o futuro. Nós estamos no momento, eu tenho falado isso com o doutor Andinelli, de pensar na governança, e acho que o deputado Júlio Lopes... reitero isso, na governança do setor nuclear. para construir o futuro. A partir dessa experiência exitosa, que é o programa nuclear da Marinha. no futuro o RMB e projetar o futuro, sem estruturar o setor nuclear, Nós corremos o risco de perder muito do que nós conquistamos. Obrigado. E tem mais deputado, porque... Estamos falando de combustível
Boa tarde a todos. apresentar aqui uma Uma visão da Marinha para desenvolvimento... de reatores modulares... com base no projeto da Força. O projeto da força é... É o primeiro... projeto de um reator de potência, deputado. né? e todos os países que se fizeram, se lançaram na aventura nuclear começaram dessa forma. né? Então... Queria conversar sobre o programa nuclear da Marinha e os SMR no Brasil. Quando a gente fala de energia, é sobre isso que nós estamos falando. Esse é um artigo recente, do ano passado, da presidente da Petrobras. falando do nosso desafio de energia. O Brasil é um dos... das maiores economias do mundo, mas quando a gente transforma isso em consumo de energia per capita, Nós não somos ricos. E o nosso déficit segundo a presidenta da Petrobras, é da ordem de 50%. Ou seja, teríamos que aumentar em 50% nossa produção de energia para chegar a um patamar dos países que são as grandes economias mundiais. Então, a gente está falando de desenvolvimento econômico e social. E o Brasil tem a aventura de poder dispor de todas as formas de produção de energia. até a geotérmica. Aqui a gente vai dar um enfoque. na energia nuclear, Né? Porque o mundo, isso já foi dito, está caminhando para... para novas usinas nucleares, Mas grande parte desses investimentos... estão ocorrendo na Ásia. Quem identificou a necessidade de energia para o futuro, está correndo na frente. Quem não identificou a necessidade para um mundo mais demandante de energia no futuro, ficará ou já ficou para trás. Só estava falando de políticas e olhar o futuro... O Brasil também tem aventura. de dominar toda a cadeia do combustível nuclear, o ciclo do combustível nuclear, inclusive com jazidas importantes, do minério. que tem que ser tratado como terra rara, deputado. Porque, com a quantidade de investimento no mundo, em torno da energia nuclear, todos vão querer urânio. né? E no futuro, Tória. Hoje a Índia parece que anunciou da criticalização do seu reatoratório. E a Marinha tem o seu desenvolvimento. Nós já estamos há quase 50 anos. investindo tanto no domínio do ciclo do combustível nuclear, quanto na produção do nosso reator de propulsão nuclear. Obrigado. Em 2008, nós assinamos... um contrato com a França, para aprendermos a projetar submarinos, e vamos juntar esses dois projetos. para, a partir do ano que vem, começarmos a construção do nosso submarino nuclear. especificamente do nosso Laboratório de Geração Nucleo Elétrico, o Lab de Higiene. Ele... está sendo instalado em Aramar, E essa é a aventura, ou a aventura de Aramá, deputado? E fica já aqui registrado o nosso convite à comissão para nos visitar em Aramá? porque a partir do meio do ano a gente começa a montar o nosso reator em Aramã. E esse é o nosso laboratório. com as cores muito parecidas, se não iguais, das usinas de Angra. né Obrigado. E ele tende a ser, no nosso modo de ver, a referência... científica e tecnológica para desenvolvimento dos SMR nacionais. E aí Então, um projeto de defesa que é dual... em sua essência. Né? E um ponto que a Marinha tem discutido com muita veemência, é que todo esse desenvolvimento tem sido costeado exclusivamente... com recursos da defesa. A Marinha não faz isso sozinha para chegar onde nós chegamos, o setor de ciência e tecnologia nuclear com os institutos da Comissão Nacional de Energia Nuclear, do órgão regulador, inicialmente na CNEM, hoje na Autoridade Nacional, nos juntamos para conseguir chegar onde chegamos. Mas os recursos sempre custeados pela defesa, e no caso pela marinha. para entregarmos uma solução energética para o país. Esse modelo de financiamento, deputado, é uma coisa que preocupa a Marinha. Porque existem muitas necessidades da defesa e essa é uma delas. Talvez a mais importante. Né? E com combustível a gente tem autossuficiência para continuar esse negócio. Por muito tempo. né? Se não me engano, Santa Quitéria nos projeta em 50 anos, com Angra 1, 2 e 3. Talvez quatro. né? Obrigado. Então, nós temos... Um ponto importante que nós não podemos esquecer. que é a prontificação do nosso reator. De potência. em Aramar, E é uma infraestrutura que poucos países possuem no mundo. Se nós desenvolvermos o micro-reator... ou SMR, essa instalação em Aramar Em Aramás, nós temos o Labgene e o reator multipropósito. São... investimentos ou iniciativas que são vizinhas. Então, aquele sítio é o sítio para desenvolver as iniciativas e os testes com esses reatores. E nós podemos usar toda essa tecnologia. E se nós usássemos hoje o que nós temos, estamos falando aí de um reator de 5 a 150 megawatts, é o interesse da Marinha esse nível de potência. Tá? usando o que a gente conhece ou seja, enriquecimento isotópico até 5%. Mas podendo evoluir... até o nível de raleu, né? Nós podemos modular um negócio usando o legado do programa nuclear da Marinha, ou seja, aquilo que nós sabemos, conhecemos e dominamos. Sempre o custo do primeiro de série, é um custo maior, mas o enésimo da série É consolidado. E é muito competitivo com o nível de custo que a gente tem hoje para as outras formas de energia. né E essa energia, usando de forma estratégica, porque a gente está falando aqui de uma tecnologia muito estratégica, Pode ser estrategicamente destinado. aquilo que é estrategicamente importante para o país. como disse o doutor Rondinelli, é complementar as outras fontes. Mas complementar de uma maneira muito estratégica. Tá? Por exemplo... data centers, óleo e gás, mineração, produção de hidrogênio, Sistemas isolados E por aí vai. Mas isso tem que ser feito de uma forma estruturada. Né? com regulação, e com o desenvolvimento de cadeia de suprimentos. Hoje, quando a gente fala em Quando a gente fala de energia nuclear, a gente vai aos supridores nucleares que são internacionais. Então, a gente tem a capacidade e o conhecimento de desenvolver cadeia de alto valor agregado aqui no país. Então, essa, por exemplo, é um exercício que a Marinha fez com a Amazú. E nós trouxemos... Para cá, o cenário mais otimista. em termos de prazo. Aí vão me perguntar, qual é o pessimista? O pessimista... é não fazer. Ou seja, todo esse legado de conquistas... Nós não fazermos. Tá? Então, tem uma série de passos para nós chegarmos, por exemplo, em 2045, com o nosso reator pronto e exportável. Né? baseado em conquistas e em fatos que nós estamos conquistando, uma tecnologia que nós estamos provando ser possível a partir do nosso retor para embarcar nos submarinos. Sim. Obrigado. Eu concluo dizendo e reafirmando que o LabGenio é um marco estratégico para o país. muito importante. questiono muito questiono muito o financiamento desse projeto que é estratégico para isso exclusivamente pelo setor de defesa. Eu acho que nós temos que pensar isso de forma... com investimento de Estado, com projetos estruturantes, E nós podemos nos reunir Por exemplo, juntando eletronuclear, juntando, aqui nem seus institutos, eventualmente a iniciativa privada. em algum momento desse projeto. para começarmos a tocar isso, porque nós temos... uma base muito sólida de conhecimento, um processo de regulação que construímos juntos com a que nem hoje com a autoridade, Né? Para licenciar tudo isso, nós não estamos falando apenas de licenciamento de sítio, A gente está falando de licenciamento de tecnologias que desenvolvemos, E a criação que ele é. né? Então, me parece que esse seja um caminho natural. para o desenvolvimento de SMRs nacionais. Do contrário, deputado, é que nós conversávamos, né? A gente vai pegar o nosso dinheiro, E jogar todo ele para o exterior. E é muito dinheiro. sem trazer para o Brasil, todo esse desenvolvimento científico e tecnológico. Então, o Labigene é, sim, um marco importante, eu acho que é um ponto de inflexão na história nuclear do país. Era essa mensagem que a Marinha queria deixar com os senhores. E essa provocação com relação ao futuro energético do país.
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