
é realmente se a IP ela trabalha nessa produção de estudos né especial por exemplo no caso específico do smr a gente teve uma parceria recente com com o laboratório de Idaho, dos Estados Unidos, para explorar perspectivas do SMR aqui no Brasil. A gente teve essa parceria com a EBDAM também para estudar uma perspectiva maior dos SMRs. Mas realmente, de forma geral, general, é a gente tem muitos estudos que não são ali de alguma maneira aproveitados na sua plenitude né pela pelo Ministério. Por vezes, pelas discussões, acabam vindo várias frentes Mas eu acho que uma maneira da gente poder ajudar nessa incorporação, nessa ampliação da discussão, é de fato essa questão que eu falei de reduzir a simetria de informação. Quanto mais a gente consegue trabalhar na comunicação para fora desses estudos, Eu acho que a gente consegue, digamos, angariar novos entrantes nessa área do setor energético, que podem, de fato, trazer mais contribuições, de alguma maneira também provocar ao Ministério que isso seja implementado. Então, acho que é isso um pouco do papel da EPE, a gente nivelar essa discussão né de todo o setor energético e aí a área nuclear também passa por esse nivelamento tá então acho que essa talvez seja a melhor forma E claro, contando com a ajuda também da casa aqui, acho que é muito importante esse tipo de espaço também. Obrigado, Caio. Passa a palavra.
Obrigado, deputado General Razuello. Vou compartilhar aqui a minha tela. Espero que já estejam vendo a minha tela. Ainda, a equilíbete e a lachudou. quase um só... Só um minuto que vai fazer mais uma liberação aqui. do compartilhamento. Ok. e melhorar a questão desse... Esse é o exemplo. Obrigado. Mossa amigo de hoje. um dos primeiros versos. Acho que foi agora sim, né? Obrigado. Obrigado, viu? Obrigado. Boa noite a todos. Gostaria novamente de cumprimentar o deputado General Cosuelo, os demais parlamentares, autoridades e todos os presentes nessa audiência. E em nome da empresa de pesquisa energética, a EPR, também agradecer o convite e a oportunidade de participar desse debate. sobre os SMS, sobre a... energia nuclear, Eu acho que depois das ótimas discussões aqui, trazidas pelos... expositores que me receberam, vou... Eu vou tentar trazer uma visão complementar e bastante objetiva, com a visão... do planejamento energético. é bom aí pela empresa pública vinculada ao Ministério das Energias e é responsável desenvolver estudos de planejamento energético de médio e longo prazo para subsidiar a formulação da política energética nacional. Então, é a partir dessa função que a gente acompanha de perto esse tema da energia nuclear, e também pegando um pouco o gancho do que foi comentado sobre a questão da comunicação a KPR tem uma função muito importante, que é reduzir a simetria de informa, a assimetria, ou seja, a gente equalizar as informações sobre o setor energético. Então, isso inclui a questão nuclear, a questão da energia nuclear. Então, a gente tenta sempre produzir documentos, estudos técnicos que tentam trazer de alguma forma informações para a sociedade sobre essa energia que é tão importante. É... Bom... basicamente acho que já foi comentado um pouco mas é bom reforçar essa posição diferenciada do Brasil na questão energética, em comparação ao cenário internacional. Então, a gente tem 50% da nossa matriz... renovável na sua matriz energética como um todo Então, a gente pôr muito acima de outros países, E quando a gente vai para o setor elétrico, no lado direito, essa característica é muito marcante. que a gente é líder em transição energética, com uma matriz de cerca de 90% de participação de renovável. Então, esse ponto é importante porque mostra que no Brasil, no nosso caso, a discussão sobre expandir a geração da energia, ela parte de uma base já bastante limpa. e que ainda ela precisa evoluir naturalmente em termos de segurança, confiabilidade, diversificação, robustez, né, para atender as demandas novas do futuro, né, como por exemplo, data centers. Então, é nesse contexto que o planejamento energético passa a olhar também para o papel de outras tecnologias como os SMRs, e a energia nuclear de uma forma geral. E para a EPE, esse tema precisa ser analisado de uma forma mais ampla, tomando como base, em especial, dois instrumentos de planejamento. que já foi comentado inclusive por alguns colegas anteriormente. que é o Plano Decenal de Expansão, PTE, né? Recentemente lançamos o IPDA 2035 em consulta pública e ele tem uma visão mais de médio prazo, um horizonte de até 10 anos. Enquanto que o Plano Nacional de Energia, à nossa esquerda, é o PNE 2055, que também foi colocado em consulta pública, ele organiza uma visão estratégica de mais longo prazo. Então, algo como... olhar assim algo mais 30 anos à frente é uma visão mais é de Estado. e esses dois planos eles ajudam a entender porque que a discussão nuclear e ASMR ela vem ganhando também mais espaço Então antes de falar um pouquinho mais dos planos, bem rapidamente, eu queria falar um pouco do papel da energia nuclear nessa transição energia, que já foi comentado aqui bastante. e na descarbonização. que do ponto de vista do planejamento, a energia nuclear é relevante porque ela combina diversas diretrizes importantes para o nosso sistema. Então, ela tem de segurança energética, confiabilidade... em especial nessa questão dos novos requisitos que o sistema tem apresentado como, por exemplo, além da energia, a gente precisa atender potência, aqueles momentos da ponta, a gente precisa de flexibilidade. Então, por exemplo, SMS, eles são capazes de prover todos esses atributos que o sistema precisa. Fora a questão da energia limpa, descarbonização, baixas emissões, diversificação da matriz, e um pouco dessa questão também que foi trazida sobre a questão de preservar a competência e o conhecimento tecnológico. Então, não tem os benefícios somente na questão energética, mas tem esses outros benefícios também. que transbordam aqui o setor. Então, é importante nessa questão realmente da comunicação, envolvendo os tivesses stakeholders. E aí falando um pouco do plano de cenário né de 2035 é o sinal da expansão nuclear né como uma política energética ele já aparece de alguma forma concreta. basicamente com a consideração de ANGRA III no horizonte tercional, a gente entende que a ANGRA III tem que ser concluída e é importante para contribuir com a expansão do sistema, e a gente trata também a tecnologia nuclear como uma candidata à expansão do sistema. Ainda que economicamente, também como já foi abordado, ela não apresente ali a viabilidade, mas é importante constar no plano como uma sinalização de que mesmo no horizonte de 10 anos, Para além de Angra 3, a gente pode contar também com outras fontes de energia que vão prover segurança, potência firme e diversificação tecnológica. Por outro lado, quando a gente vai numa visão mais de longo prazo, que é o PNE de 2055, que também está em consulta pública, E o Marcelo, da Eletro Nuclear, e o colega do Ministério do Meio Ambiente também trouxe Essa discussão já traz uma outra escala, né? Porque o plano trabalha com essa visão mais de longo prazo, onde tem uma componente importante, que é a eletrificação, né? e também acompanhada dessa questão dos data centers, novas demandas de hidrogênio, maior necessidade de robustez, metas de redução de emissões. Tudo isso, a gente tem cenários aqui no Plano Nacional de Energia, que mostram que a expansão nuclear pode chegar até 14 gigawatts, até 2002, bastante compatível com o que foi também comentado né de 14 15 plantas aí né pelo menos de cerca de um giga ou é ou menores plantas né é compatíveis com os smr elas podem atender essa demanda especial quando a gente está com essa ambição climática maior é de buscar energia limpa e firme que é o que a nuclear pode fornecer então a leitura do PN é não é de escolher uma fonte ou outra ela é muito mais de posicionar essas alternativas tá para o futuro dentro dessa complexidade da matriz e sinalizar que a importância especial da energia nuclear no longo prazo para orientar essa implementação de política energética e também sinalizar corretamente esse caminho para a sociedade. É... Eu passo aqui no final também, eu acho importante destacar essa atuação da EPE, o deputado-general Pazuello trouxe aqui essa questão de que tem vários entes envolvidos na questão da regulação, dessa visão de futuro para o nuclear. E a EPE tem participado também nesse comitê de desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro. é exatamente alguns alguns grupos de trabalho que envolvem tanto a infraestrutura para o smr como o grupo de trabalho que olha essa estratégia nuclear, que foi citada também anteriormente, que é importante, né? Ela tem total conexão com essa questão do planejamento energético, Então é importante aproximar o planejamento das discussões regulatórias, institucionais e estratégicas para a área nuclear. E para fechar a minha fala, eu gostaria também de reforçar que essa questão da transição energética, ela... realmente ela não acontece né de uma vez só ela é um processo E esse processo acaba exigindo planejamento, uma avaliação técnica e uma capacidade da gente olhar o sistema energético de uma forma mais ampla. E aí, nesse contexto, os SMS e a energia nuclear, ela pode realmente ter um papel relevante Seja para contribuir com a segurança energética, com a confinidade, com a questão do apoio à descarbonização e também gerar outros potenciais e efeitos positivos em termos tecnológicos e industriais. Então, a gente acredita também que esse é um tema que pode se conectar nessas também novas frentes, como hidrogênio, calor, industrial, mercado de carbono, enfim, tem várias frentes que o nuclear pode ser inserido também. E no caso dos SMEs, isso há também novas possibilidades. para o próprio desenvolvimento da indústria nuclear brasileira. então é acho que do ponto de vista e pé mais importante esse debate é que ele continua sendo feito e com planejamento também energético junto considerando esses desafios do país e a nossa posição estratégica da energia nuclear aqui no Brasil. e mantendo esse diálogo e participação de todos ao longo desse processo. Agradeço mais uma vez também o convite aqui dessa casa, de a gente participar dessa discussão, e fico também à disposição para eventuais perguntas e esclarecimentos aqui. Caio, obrigado.
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