Alê Capone

Alê Capone

DIRETORA GERAL DA ARTICULAÇÃO NACIONAL DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES EM EVENTOS (ANTE)

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13 de abr, 17:37

COMISSÃO DE CULTURA

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...porque eu acredito muito na economia solidária e nos processos de cooperativismo e associativismo. Mas em 2017... a gente chegou a criar 17 cooperativas de música no Brasil. E todas elas quebraram. Com o advento do MEI. Então, a gente tem duas formas de organização do trabalho que são muito difíceis. Primeiro que, com a Mirosk, todo mundo pode abrir uma associação familiar, coloca duas, três pessoas ali, e isso conta como se fosse uma associação, mas, na verdade, também uma espécie de burla para que a pessoa possa acessar emendas parlamentares, parará, parará. Então, tem que haver uma diferenciação. da associação que é realmente representativa do trabalho. Porque, hoje em dia, qualquer pessoa pode abrir uma associação sem ter, necessariamente, nenhuma qualificação para o trabalho. Então... nessa área. Então, acaba que toda a questão da certificação, da regulamentação desses profissionais, se é aberto a qualquer um, acaba que a gente fica fragilizado também. E aí eu queria saber... Enfim, que tipo de proposta a gente pode fazer para poder regular um pouco melhor essas duas formas de trabalho, sabe? Porque eu acho que é... Sim, principalmente no interior, principalmente nos lugares onde as pessoas... Assim como a cooperativa familiar, assim como a cooperativa de trabalho, a gente, muitas vezes, a família inteira, no nosso caso, na nossa família, todo mundo é artista ou é técnico. Então, o que a gente pode criar e assegurar que realmente a gente tenha melhores condições, quanto da profissionalização desse mercado. dentro dessa área Cadalê? Lidiane, depois Rita. Obrigada.

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