
Eu acho que, assim, primeiro não desanimar de jeito nenhum. André, já muda a tua fala, você não vai falar mais isso pra ninguém desanimar de nada, porque o caminho é sempre de pedras, então... Isso aí a gente já está acostumado ao normal, vamos pulando e dançando e vai dar tudo certo. Mas fazer essa pesquisa exatamente em cima da CLT... Para a gente que é da cultura, eu acho que acaba não sendo dados muito reais, dados reais. E principalmente em cima de CBO. Por quê? Porque muitos tiveram que ter quenais, ser pessoas jurídicas. Você faz um levantamento que eu acho engraçadíssimo, que é o recreador. Sabe por que o recreador está ali? Porque muita gente de dança está como recreador. Você consegue entender? Mas é péssimo É péssimo É péssimo, mas todos os 15 anos que vocês vão, a festa de casamento, que tem a dança ali, aquela pessoa está contratada na casa de show, de evento... como recreador. Isso em qualquer lugar. Aqui em Brasília tem muito casamento. Então, assim, com o prefeito... Então, assim, e essa realidade da pesquisa, e aí nunca é desvalorizar o trabalho de ninguém, é sempre a gente tentar... dialogar, porque eu falo isso para o Fred, é preciso que quem faça pesquisa está diretamente em diálogo com quem está na cara do gol. Nesse momento somos nós. Mas a realidade vai sempre ser diferenciada. Então não tem problema, o estatuto vai vir para nos ajudar a desvencilhar esse caminho de pedras. A lei depois lidiânia.
O PRESIDENTE DO SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DA DANÇA DO RIO DE JANEIRO (SPD-RJ) - AUTÔNOMO questiona a eficácia das legislações culturais e trabalhistas, apontando a persistente precarização e pejotização dos profissionais, apesar da existência de políticas públicas, e busca estratégias para garantir o cumprimento efetivo de estatutos e a articulação interministerial.
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