
不見再次感谢这个组织的構造的一个很重要的节目所以他在我們的製作品,是這個第一次的,對?我們可以跟我們一起去做的,我們可以幫助我們我們可以描述的方向,在社會的健康的方法,我們可以描述的操作品,但是我們可以描述的,我們可以描述的,我們可以描述的,是一個重要的問題,嗯我学过这周年,因为是日的布莱,是在明月的颜色,是云上的颜色,所以我们有这种颜色,所以再次感谢,谢谢谢谢
Senhora Gabriela. Ouço sim, deputada. Me ouvem bem? Tá tudo ótimo, graças a Deus. bom gostaria de agradecer essa casa e a deputada pelo convite e a todos os participantes hoje da nossa discussão Queria agradecer também a oportunidade por representar o nosso ministro Padilho, o secretário Mozart Salles e o diretor Arthur Melo, do Departamento de Atenção Especializada em Temática, que já é uma pessoa que tem o diálogo aberto, em especial, com a CBO, a Maria Auxiliadora, antes a Vilma, o pessoal da Sociedade de Glaucoma, nós já estamos juntos com o apoio das sociedades, com... construindo de forma coletiva os novos caminhos para o SUS. Bom, eu começo falando do nosso Abril Marrom, trazendo o quanto é importante a gente falar sobre a saúde ocular quando a gente pensa em autonomia e dignidade. Eu também sou colega médica, sou médica de família e comunidade, atuei no SUS, na Ponta, nos postos de saúde, então posso contribuir bastante com as falas sobre atenção primária e a interlocução com a oftalmologia, mas eu também sou médica paliativista. usa os nossos óculos, né, do lugar que a gente atua, fazendo a analogia, a diabetes é a condição que mais precisa de cuidado paliativo em quarto lugar. isso não é algo que a gente imagina né quando a gente pensa em cuidado paliativo normalmente a gente pensa em condições oncológicas em fim de vida mas a diabetes é onde eu mais convivo com carga de sofrimento atrelado à condição de saúde a quarta condição no mundo que mais necessita desse cuidado e muito disso tem a ver com as perdas consequentes das lesões de órgão-alvo e aqui a gente traz também a retinopatia diabética como algo a ser cuidado e como causa reversível de cegueira. Então, quando a gente fala de qualidade de vida, a gente tem que falar em acolher esse sofrimento atrelado às condições de saúde. No Brasil, a gente tem... e falar sobre cegueira evitável é reconhecer que nós convivemos com barreiras e que a gente precisa trabalhar que o cuidado chega a tempo a maior parte das cegueiras evitáveis a gente tem que falar sobre catarata glaucoma e a retinopatia diabética que foi que falamos hoje aqui são evitáveis e tratáveis e o que isso quer dizer que não é um problema da doença, mas sim do caminho do cuidado. Muitos brasileiros chegam sim aos serviços especializados já com perda significativa ou irreversível, e a gente precisa cuidar nesse itinerário desse cuidado. A pandemia Covid-19 também nos deixou uma herança de filas, dificuldade do acesso a exames, a diagnóstica e a cirurgias oftalmológicas. Isso somado a envelhecimento da população amplia ainda mais a nossa necessidade de falar do cuidado especializado a saúde ocular. E aí nesse contexto a gente teve a iniciativa do programa Agora Tem Especialistas, o qual, Ângela, eu vou trazer alguns dados e depois fico à disposição para a gente falar um pouco mais. Uma das iniciativas foi a criação das OCIs, citada pela nossa colega Maria Auxiliadora. Então se antes a gente tinha um pagamento de R$10 por consulta, como a deputada citou, agora com as OCIs a gente tem a organização de oferta de cuidado integrado. significa OCI. Então ela tem um pacote de financiamento que na oftalmologia começa com um valor de 200 reais por OCI, chegando até 400 reais, isso envolve atendimento inicial a crianças, temos outra OCI para atendimento inicial em oftalmologia a maiores de 9 anos, porque tem uma mudança grande, né, nas necessidades de equipamentos, assim como OCI específicas para condições como oncologia oftalmológica e neurooftalmologia, que tem os valores maiores. exames necessários para o diagnóstico e retorno. E isso é muito importante, porque mesmo que eu consiga garantir o acesso a uma consulta inicial, não adianta a cirurgia da catarata chegar cinco anos depois, né? Então, a gente trabalha o tempo em menor escala no sentido de acesso. A OCI só pode ser faturada no intervalo de 60 dias para cumprir esse itinerário. de mil OCI de oftalmologia já faturadas aproximadamente e isso mostra esse aumento no acesso a especialistas em oftalmologia com financiamento em torno de 88 milhões de reais de repasses através das OCI's Além disso, nós temos algumas condições que respondem bem às carretas e aos mutirões, uma delas é a catarata, onde eu tenho um percurso mais delimitado do cuidado através do diagnóstico, organização pré-cirúrgica, cirurgia e avaliação pós-cirúrgica. dos últimos mutirões mais de dezenove mil e oitocentas cirurgias de catarata através das carretas. Hoje a gente tem também a oferta de combos de oftalmologia que são os combos de entrega de equipamentos especializados, os lasers, as as unidades de organização de acesso a tratamento de retina, fundo de olho. Então, nos combos de equipamentos, nós tivemos também a oferta de combos em valor total de 160 milhões, entre o início do Agora Tem Especialista até o último mês, favorecendo que a gente renove a frota, a cota de equipamentos especializados, oftalmológica especializada. Então, o nosso grande desafio como gestores, profissionais de saúde, formuladores de política, é que a gente consiga transformar o acesso em um cuidado oportuno e resolutivo, e isso envolve o que muitos citaram aqui, um fluxo a partir da atenção primária, e o meu relato como médica de família, é que todo paciente meu, com cuidado, hipertensão ou diabetes, eu mandava para o oftalmologista, E, em geral, era o único especialista que não me mandava uma devolutiva por escrito do que aconteceu, e aí a gente ia perguntando, mas dilatou a vista? Olhou o fundo do olho? Estava normal ou não estava? Então, a valorização do espaço, da porta agentrada da atenção primária e do fortalecimento da interlocução dos oftalmologistas no apoio à atenção primária é muito importante. próximas discussões, mas quando a gente fala, por exemplo, de incluir o oftalmologista dentro da atenção primária, eu imagino muito mais as interconsultorias e as consultorias para a gente discutir casos clínicos do que necessariamente um oftalmologista em cada uma das 55 mil unidades básicas, né? Hoje a gente tem 55 mil unidades básicas de saúde e 22 mil oftalmologistas. e tão especializada que é a oftalmologia, mas também nos orientando na ponta como profissionais da atenção primária. Então, quais são fatores de risco para glaucoma? Se eu estou aqui trabalhando e estou vendo um olho vermelho, eu preciso pensar no encaminhamento para avaliação da pressão ocular. Então, tudo isso precisa ser trabalhado, e aqui em nome do diretor Arthur Melo, que já traz esse diálogo bem integrado com as sociedades, ele e a nossa coordenadora Carmen Moura, reunião que a deputada solicitou viu deputada para que a gente consiga trabalhar as novas diretrizes inclusive de rastreamentos a partir do médico da atenção primária para que o encaminhamento seja em tempo oportuno para que assim não se chegue ao oftalmologista com perda significativa para que isso consiga ser antes o abril marrom ele nos convida a isso né a esse compromisso a gente não pode naturalizar a perda da visão evitável A gente precisa reconhecer que quando uma pessoa perde a visão por falta de acesso, a gente não está diante de uma fatalidade, a gente está diante de uma falha no sistema que precisa ser enfrentado. E aí a gente precisa defender o acesso à atenção especializada de forma estratégica, oportuna, reconhecer programas como a iniciativa de agora ter especialistas que favorece o atendimento direito... de viver o direito de ver é o direito de dignidade, autonomia e pertencimento. Então o Ministério da Saúde segue à disposição, já avançamos um pouco nesses últimos anos, temos grandes avanços, mas ainda precisamos avançar mais e é muito bom quando temos pessoas para colaborar, inclusive tecnicamente, nesse caminho. Obrigada, viu?
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