
está sendo preparado o certame exatamente em função dos avanços regulatórios que estão andando da mesma forma, e que ela também vai permitir uma contratação adicional de potência. Esse papo do Atene está com três anos. Obrigada. Pois está bom, senhor. Obrigado.
Se você me disse que a bateria é bem menor...
evitado aqui é uma comparação em relação à contratação das termoelétricas em si, ou seja, se o nosso sistema contratasse as termoelétricas que acabaram seus contratos, como o próprio André Perim trouxe, e se a gente contratasse a oferta adicional que a gente precisa de novas usinas, porque como foi mostrado, a gente precisa de potência, se a gente contratasse da mesma forma, a gente incorre em alguns custos que são num primeiro momento ocultos, que é aqueles custos de acionamento. Então, ou seja, se eu preciso da termoelétrica, como o senhor bem trouxe, por quatro horas do dia, Se eu aciono uma vez essa termoelétrica, ela pode, se fosse no modelo antigo, ela teria que ficar operando uma semana. Então, isso traria custos de operação desnecessários e isso implicaria em mais corte de geração dentre outros custos associados. Então o modelo hoje quando ele traz esses parâmetros de flexibilidade a gente aciona de fato quando o operador precisa. Então é uma comparação térmica contra térmica. O senhor naturalmente trouxe muito bem a questão do armazenamento das baterias que são um outro tipo de custo, um outro tipo de serviço, inclusive de é basicamente entre a forma de contratação antiga e a contratação que foi efetuada nesse momento. Então, é um custo evitado, ou seja, eu evito se eu contratasse da mesma forma. é e só para concluir então minha fala eu acho que trazendo exatamente esse gancho né em relação às bateria está o cenário de expansão do pdl já traz essa sinalização muito forte né é da bateria entrando também para contribuir para potência tá então ela tem ali uma redução de custos bastante efetiva nos últimos anos então a gente tá falando aí no cenário decenal de até 7gb de indicação para
Obrigado, deputado Daniel Forte. Bom cumprimento ao deputado, o presidente Joaquim Passarim também e todos os demais presentes nessa sessão. Deputado, se o senhor me permite, eu também preparei uma apresentação, eu creio que algumas questões que você trouxe também estarão interessados aqui na apresentação, mas também fico à disposição para a gente poder... discutir um pouco outras questões. Eu vou só compartilhar aqui a minha apresentação. imagino que já estejam vendo a minha apresentação. Eu vou tentar saber bastante breve, deputado, muitos dos pontos aqui que eu tinha preparado... O nosso colega André Peri já trouxe... Doutor Caio, qual é o cargo que o senhor ocupa na IPR? Eu atualmente estou como subintendente adjunto de geração aqui da diretoria de energia elétrica da IPR. Obrigado. Bom, então, acho que só destacando realmente o papel aqui da EPE, o EPE é vinculado ao Ministério da Minas e Energia e ela apoia o Ministério do Desenvolvimento de Estudos e Planejamento e fornece estatísticas energéticas para subsidiar essa formulação de política energética nacional. A gente também atua muito numa questão de reduzir a assimetria de informação de dados energéticos como um todo. O doutor André Perim já trouxe aqui um pouco dessa transformação energética que tem ocorrido nos últimos anos, com a elevação do requisito de potência em função da entrada das renováveis, a gente está falando aqui de ordens de 2030 a 2031 de necessidade de 20 a 25 gigawatts de potência, que em parte já foi bastante interessado por essa contratação do LRKP de 2026, de orientações eventualmente de novos leilões, como por exemplo o leilão de armazenamento que está sendo discutido atualmente. E ele vai bastante também de encontro às necessidades de flexibilidade que a EPE tem apontado no último plano decenal que está em consulta pública também conforme destacado pelo André Perim, onde a gente vê necessidade de flexibilidade em uma hora de 15 giga ou mais, e quando a gente está falando de amplitudes diárias, coisas que podem chegar em 2035 a 70 GB. Hoje o operador já enfrenta essa amplitude entre a menor geração do dia e a maior, de coisa de 40 GB em determinados momentos. Então é bastante perene essa necessidade de flexibilidade associada à potência. Então é muito importante isso, porque quando a gente contrata potência, hoje a gente tem que observar essa necessidade de ter requisitos de flexibilidade também na contratação. Então o LRK vai bastante nesse sentido, ele busca ter uma remuneração, que ele paga um preço pela confiabilidade daquele empreendimento, também com um custo variável associado, que é somente quando existe essa necessidade de espaço, e uma coisa muito importante é a questão da limitação de inflexibilidade em relação a contratos antigos. Então quando a gente tinha contratação Naquelas termoelétricas lá atrás, no momento, em 2005, 2006, no programa Prioritário de Termoeletricidade, após aquela nossa crise hídrica, escassez hídrica de 2001, a gente viu ali uma necessidade de contratar energias para complementar o papel das hidrelétricas. flexibilidade quando a gente não tem essa geração de curto prazo. Então os parâmetros de flexibilidade menores de 12 horas, eles vão, são compatíveis com a necessidade do operador, ou seja, o operador pode despachar diariamente essas usinas e alocar conforme a necessidade do sistema e ele pode reduzir. de contratação que foi formulado daquela forma e hoje ele precisou evoluir para um novo tipo de contratação, onde precisava somente despachar quando existe de fato necessidade do sistema. E qual é o papel da EPE nesse leilão? Eu acho que é muito importante destacar esse papel apoiando o Ministério desde a elaboração das diretrizes, no desenvolvimento metodológico, por exemplo, a EPE sempre foi fundamental para permitir a entrada das hidrelétricas, a participação das hidrelétricas nesse certame, onde ela proveu uma metodologia para definir a contribuição de potência de forma segura para a contratação, ou seja, mesmo em momentos de escassez, eu consigo contar com a potência necessária das hidrelétricas, então tem uma série de desenvolvimentos metodológicos, instruções de cadastramento, o leilão, o processo de habilitação em si é um processo muito grande, que demanda bastante tempo, segura para o consumidor. Tem uma etapa de cálculo de margem, cálculo de requisitos sistêmicos, cálculo do preço teto, como já destacado, Então, o processo do leilão, o cadastramento, para a gente ter uma ordem de números, a gente está falando de 330 projetos, foi o maior leilão desses últimos anos, na verdade o maior leilão da história, onde a gente teve 120 giga de projetos cadastrados. Isso é praticamente metade, um pouco mais da metade da nossa matriz hoje. E esse processo todo, a EPE tem que analisar projeto a projeto, fazer diligências. grande de ampliação de hidrelétricos, voltando a ter o papel das hidrelétricas no sistema e uma diversificação de regiões do país onde esses empreendimentos foram cadastrados. A mesma coisa para o óleo diesel, o óleo diesel numa política de a gente tentar transformar essas usinas a óleo diesel em biodiesel, bastante em linha com a questão de redução de emissões e diversificação energética, E como resumo da habilitação técnica, a gente teve ali cerca desses 120 giga, pouco menos ali da metade foram habilitados tecnicamente, porque aqui também a gente tem nesse gráfico à esquerda, o horizonte de produtos, muitos empreendimentos podem participar de mais de um produto, mas uma vez eles vencendo um produto, eles não são mais habilitados para outros. dos empreendimentos desses produtos, e a gente teve ali, ou seja, 78% dos projetos foram habilitados nesse processo aqui. Como o Perim já destacou, a gente teve aí 19 gigas no primeiro LR Cap, aquele basicamente de gás natural, carvão e hidrelétricos, com um deságio de 5,5% do deságio médio, só que é muito importante a gente mostrar também, um custo que acaba sendo um custo evitado para o consumidor em função dessa nova contratação. Como eu falei que o modelo antigo, ele era o modelo que as termoelétricas existentes operavam, eles eram todos estruturados em energia. Então, se a gente contratasse da mesma forma que contratasse há tempos atrás, a gente poderia estar abarcando ali algumas inflexibilidades operacionais que não faziam mais sentido hoje na necessidade do sistema. para o consumidor seriam muito maiores. A gente está falando de carros que podiam chegar na ordem de 15 bilhões por ano se esse modelo não fosse contratado conforme as diretrizes de trazendo maior flexibilidade. E se a gente pegar esse preço, o preço médio da contratação dos leilões antigos em energia e tentar transformar na mesma base de potência de agora, esse custo está na mesma ordem ou até superior ao preço o teto que foi estabelecido. Então, o que a gente mostra? Que mesmo com preço, ele estando num patamar elevado, em função da conjuntura internacional, toda a questão, esse preço ele traz consigo, e aí os colegas do TCU aqui presentes também, a gente tem discutido bastante junto ao TCU, essa questão dos preços, e é uma conjuntura que ocorreu, na verdade não uma conjuntura, mas é uma nova realidade do mercado mundial de oferta e demanda de equipamentos, não só equipamentos de turbinas, mas equipamentos elétricos, utilizados nas indústrias de energia como um todo. Então, esses custos nos últimos dois anos sofreram um aumento muito grande e existe muita incerteza em termos de projeção desses custos. Então, se for comparar bases mundiais, por exemplo, a Agência Internacional de Energia, dentre outras, o próprio mercado, o Departamento de Energia norte-americano, que coloca projeções, nos últimos dois anos não houve novas projeções, porque existia exatamente essa inflexão no mercado em função da demanda de data centers, demanda por mais energia, a própria questão do gás natural, oferta de gás natural ampliando, então esse preço realmente houve um estrangulamento ali na questão da demanda e oferta de equipamentos, acabou se refletindo no preço e o mais importante, deputado, é que esse preço, essa incerteza, ela vai perdurar por muito tempo, então, a consulta foi feita aos fabricantes de equipamentos, dentre a indústria mundial, né, que provém esses equipamentos e por essa demanda estar muito grande, esse preço realmente, né, ele acaba ficando muito elevado e as entregas de equipamentos, eles já estão com entregas previstas até 2031, 2032. Então, é muito importante considerar essa questão.
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