Daniela Souza

Daniela Souza

Coordenadora de Relações Institucionais - Associação Brasileira das Geradoras Termelétricas - ABRAGET

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28 de abr, 16:21

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA

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que aí eu tento falar não do do caso específico, como eu estou aqui representando as geradoras termoelétricas, Mas eu queria explicar aquilo que a EPE tentou mostrar a questão de que houve uma mudança do modelo das termoelétricas. Então, elas têm que estar... disponível elas têm que estar com o tempo de rampa muito mais rápido, E tem que enfrentar um novo ciclo de operação, de forma geral, É isso que está pautado todos os custos das térmicas. Mas antes, eu queria mostrar... a importância da termoelétrica, que eu que eu acho que o Zancan tentou mostrar uma parte do uso do carvão e eu vou mostrar no setor elétrico, que é o SIM, o sistema interligado, Foi muito falado aqui sobre a questão do FIEMA, E acho que também a Arayara falou que a questão ambiental, a gente concorda que a questão ambiental é importante, mas o dilema do planejamento ela leva em conta a questão da segurança, Pra um lado... a questão ambiental, isso tudo a um menor custo. Certo? Então... Eu vou me dedicar aqui, o Arayara já se dedicou a... a questão ambiental e eu vim aqui mostrar a questão do sistema elétrico. Se você puder voltar um, por favor, que eu acho que passou. Isso. Então, você vê uma curva de carga típica, tentei reproduzir uma curva de carga com base nas... na carga mais recente, onde observa-se um tempo, isso é um reflexo muito da GD, e da Solá em que a geração distribuída ao longo do dia, né, ele chega ao seu topo meio-dia, E a partir das quatro horas começa a reduzir. E com isso sobe a carga. Então, para suprir essa demanda, a necessidade da geração termoelétrica, da hidrelétrica e das outras fontes. Muito isso aí falou da questão das baterias que poderia substituir. Então, daí é que vem o primeiro ponto que a gente queria colocar. As termoelétricas, elas estão dentro do critério estabelecido pelo CNPE, de que tem a probabilidade de perda de carga. E tem a questão do corte de carga, porque a duração dessa carga é 8 horas. E a bateria, até onde se... tem de tecnologia, ela vai ter que disparar, só tem quatro horas. Então, ela não é suficiente. Então, ela nem deveria estar no... Assim, na nossa visão, ela é importantíssima. Ela vai ajudar no curtaimente. A gente acha que deveria estar de repente é uma visão mais formatada por um leilão de baterias na baixa tensão, para reduzir o curtaíment, por conta dessa grande... O senador Prats falou bastante da GD, Chegamos no ano 2025 a 43 GB de IGD, então a bateria vai ajudar muito no Cartainment. E não precisa ser bateria, que foi falado aí também de FM, que é uma bateria ainda experimental no mundo, Se pode ser bateria mais barata. Porque ela vai ter que durar 10 anos. E o desafio de uma bateria dessa é muito grande, porque ela vai ter que disparar uma vez por dia. E o INSS às vezes quer duas, mas ela não vai poder disparar e depois logo em seguida disparar de novo. Isso a bateria não faz. ela tem que estar lá, no caso de containment, ela vai carregar no momento que tem excesso e vai jogar no sistema quando o sistema precisa. E a GD está lá para isso, acho que vai reduzir perdas, vai reduzir reforços na rede básica. Então, tem o seu valor, sim. Agora, com o leilão de reserva de capacidade, a gente quer deixar aqui... a importância da... do critério estabelecido. E olha que Viu, deputado? A questão aqui é só adequacidade. Eu nem estou colocando a questão da segurança, que foi o que aconteceu em 23 de agosto e o que aconteceu no ano passado, não faz dois anos, faz um ano só. semana passada o relatório, porque passou-se um ano estudando o que aconteceu naquele apagão da Península Ibérica. E chegou-se a conclusão clara de que faltou máquina síncrona certo vou chegar nisso lá mas vamos passar para o próximo favor Oi? Próximo. Ah, pronto. Então, voltando a essa questão da confiabilidade, ele é um bem público, né? Então, o... Aquela energia cara é aquela que não tem. Porque o consumidor precisa dessa energia. E se ela acabar, ela quer que volte logo. E aí que está a necessidade. A gente está dando suporte ao operador para, na hora da necessidade, ela tem o papel de operar ao menor custo e vai ligar as térmicas. Então, na nossa visão, tem várias... preocupações que o planejamento da operação vai ter que fazer tudo que ele vai precisar para o ano que vem, daqui a cinco anos, e o planejamento tem que precisar de 10 a 15 anos. Então, ele tem que ter questões de carga, tem questões de como é que vai estar a intermitência das renováveis, como é que vai estar a hidraulicidade das usinas. Então, esse papel, na nossa visão, com nossos estudos, a geração deveria ser até maior. No nosso estudo, que a gente contratou uma consultoria especializada, chegou-se a quase 30 giga. Já o MME, junto com o MPE, chegou a 19h30. Então, cada um tem uma visão. Vamos passar para o próximo, por favor. Aqui é só para ilustrar. Está vendo esse cinza? Seria o armazenamento. Então, você... Opa, espera aí. Em 2021, todo mundo sabe que foi uma crise energética. Faltou-se... Porque o armazenamento estava abaixo do mínimo. E nos períodos... mais na frente, ainda assim de aerotérmica. O INS precisa disso, em momentos de calor, em momentos que teve ali da do Sul, da grande crise que teve lá no Sul. Então, tudo isso é para dar segurança do sistema e o operador tem papel fundamental para garantir isso. Então, a gente quis mostrar de forma ilustrativa a questão da segurança energética e segurança elétrica, que muitas vezes é esquecida. E, no próximo, por favor... E a gente trouxe aqui, a gente também contratou o estudo para indicar, assim, O Brasil, num dia do apagão... Como o Zancan falou, O sul e o sudeste foram poucas horas, o nordeste, com isso, teve um custo de interrupção da ordem de 720, num dia só. E por que isso é preocupante? Porque o INES trouxe um estudo, do PEM, mostrando que a probabilidade disso acontecer está chegando a 90%. 90% é quase que a certeza do déficit. Então, ninguém está querendo ter déficit todo dia. Porque isso vai ser caríssimo. É isso que a gente está querendo... alertar a importância das térmicas nesse suprimento. E só um detalhe, deputado, a gente ficou muito preocupado quando teve apagão, contratamos um outro consultor especializado para reproduzir o que aconteceu, e colocamos máquina síncrona, bastava duas térmicas de 140 megawatts lá no Ceará, para estabilizar o sistema. Por quê? Podem observar que vai se botando linha e não aumenta muito a interligação, porque está faltando suprimento de reativo no Nordeste. E bastava duas térmicas de 240 megawatts, 120 megawatts, desculpa, que estabilizaria o sistema. Então, o que a gente está querendo aqui é que o operador faça os estudos, a gente defende também a questão de inteligência, para que ele saiba o momento de colocar apenas para garantir a segurança, e no momento que não achar oportuno, ele tira. Tem térmicas rápidas, as térmicas... Hs são térmicas que podem estar lá. E as de carvão também, porque tem, como a gente mostrou, só a ponta ali... o período de Não a ponta da ponta, mas o tempo que fica à noite está indo até 11 horas, 12 horas, meia-noite. A carga está ficando alta. Só daí você tem 8 horas, então você vai compensando a diminuição da renovável da solar, que é quase determinística, com a subida da carvão. Então, isso aí É o papel do operador, ele faz isso dia a dia. E ele quem definiu os requisitos de flexibilidade. Só mais um, por favor Tô finalizando aqui. Oi? Ah... Aqui é para mostrar o custo. Ah, o que a gente também ganha nesse leilão? a gente ganha também segurança energética. Porque na hora que tiver uma crise hídrica que aconteceu, a gente anunciou já em maio... Quando chegou no ano, foi 25 bilhões de encargo. e você não precisou contratar técnicas emergenciais. Então, E... E esquecem de falar que "ah, foi 19,5 gigas", foi, porque passaram muito tempo sem... se tivesse todo ano, desde 2021, 22, 23, 24, 25, tivesse feito leilão, não teria sido um valor tão grande, teria sido valores módicos, que é o que se espera de um leilão para os próximos anos, porque Infelizmente, vai precisar T. esse estudo de garantia da segurança vai ter que ser provido pelo sistema e é pra pra que você tenha segurança elétrica e você garanta que uma crise hídrica você tem o sistema seguro, sem esses custos exorbitantes. Por favor, mais um. Oi. Obrigado. Esse eu já falei do INS, que é a garantia do déficit se não tivesse as térmicas. E aí E, por fim, aqui um resumozinho. Claro, aqui está o relatório que saiu, acho que semana passada ou retrasada, e mostra que na Península Ibérica tinha 82% de fontes renováveis. Então, por que isso é preocupante? Porque a gente tem estudos... técnicos da academia, do CIGRE, que mostram que acima de 40%, de penetração de renováveis, A Genovásica fala aqui solar e eólica. Você precisa de um controle robusto. E as técnicas, as máquinas símbolas, que parantem esse controle. Então, ali está claro que... O que sai no relatório? Que o operador errou... precisava de máquina 5, mas não colocou. Então, é isso que a gente quer deixar a mensagem. que as térmicas estão aí para cumprir um papel de segurança elétrica, É... E eu acho que tem espaço para todo mundo, tem espaço para... para as baterias, para fazer seu papel de reduzir o container. tenha espaço para as hidrelétricas, quando tiver água, você poder ajudar nessa... Rampa? E tem a termoelétrica, que é na hora que precisar você usar o recurso, para evitar que falte energia no sistema. doutora Daniela, só lembrando que já foi anunciado

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28 de abr, 16:19

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA

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Boa tarde, deputado. Então, eu vou tentar aqui uma árdua tarefa que o Zancan não conseguiu. de tentar explicar aqui do ponto de vista do sistema elétrico. A gente é o representante da Abraget, que é geradores termoelétricos. e eu tenho ampla experiência no sistema elétrico de potência. que é muito complexo. Se você puder passar, por favor, o primeiro slide... Eu trouxe uma figura bem ilustrativa, mas que a gente percebe ao longo dos anos, aquela curva que mostra aquela ponta, e as pessoas esquecem de olhar o dia a dia da operação Obrigado.

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