
- Carlos já tocou assuntos importantes. Só quero dizer o seguinte: olhando a indústria não dá para a gente continuar perdendo a indústria. It's not a country that produces oil He sells diesel, sells steel, sells steel, sells steel. He sells the world's exportation of wood, sells clothes. It produces flour, and is the leader of cellulose in the paper. These competitive deficiencies we can't take advantage of the risk of every once again a little bit of a risk. So my appeal is first, to look at the issues that implicate the cost of the product. For example, this is that in the past, the last year, the tributation was presumed. This is super complicated for us. and compact, divide this with the sector prodigious is important. Second, in relation to the Brazil, to acompanh the better reform tributary and subtrair the isonomies that they have, that they have implemented, for example, what has happened with the Zona Franca. Not to let it be a subcarga, not to get rid of this way, this is important. It's important to say that the bureaucracy represents 0,8% of the industry. Imagine if it was a cost of research and development. 0,8%. Third, you can't talk about juros. It's a reduction of the cost, but it's something else. It's necessary to investigate, beyond the cost of reducing the cost, how this difference is so big in relation to the international media. Finally, speaking of juros, the spread bancario is inadmissible in Brazil. It's not possible to continue so. Even countries like Colombia, which have a bank concentration similar to ours, have a quarter of the spread of the Brazilian spread. And they have equal to an equal amount. So, we have not all the agenda that we support. We support the positive, we support the portability, we support all the agenda. And the spread doesn't move. This has a direct impact on families and on companies. Thank you.
Está de mandar. É... Minuto... Bom. Onde é aqui, está no livrinho. Pareceu? Vamos lá. Foi? No livrinho, no livrinho. No livrinho do lado. Foi? Primeiro, slide 1, sim. Slide 2, ok. Está mudando. Pode ir. Tchau, tchau. Então, assim, eu vou começar dizendo qual é a importância da indústria. A indústria é uma multiplicador da economia, entre todos os setores, porque a gente contextualiza essa apresentação no ambiente industrial, que é o que a gente representa. Então, entre todos os setores da economia, para cada um real de crescimento na produção, eu gero mais 1,15 na indústria. Então, deu 2,15. Os outros setores têm multiplicadores menores do que é natural. Ela é a maior massa salarial do setor privado, com 14,5% do total salário da economia, de cinco salários mínimos, que é a renda média da entrada de economias em desenvolvimento. Ela é o segundo maior empregador do setor privado, líder absoluto de pesquisa e desenvolvimento e inovação, com 69% dos gastos de inovação e 67% de pesquisa e desenvolvimento, e ela é a grande arrecadadora de tributos. no PIB. É absolutamente desbalanceado a participação na indústria do PIB com que ela participa na arrecadação. Como a gente fala de produtividade, esse gráfico, o que ele me diz? Em cor de laranja, eu tenho a participação da indústria brasileira no PIB brasileiro. Em azul, eu tenho a relação de produtividade do Brasil em relação aos Estados Unidos. É muito óbvio, isso foi dito já aqui, a relação do ketchup com relação aos Estados Unidos, em 1950 a produtividade do Brasil era 28% da americana. e a participação da indústria brasileira no PIB era de 11,7%. Em 1980, praticamente o pico da participação da indústria do PIB no Brasil, essa produtividade foi para 52%, enquanto que a participação da indústria no PIB foi de 20,5%. Em 2020, voltamos a 1950, Tanto na participação da produtividade brasileira em relação à americana, com 25%, aliás, menor do que 1950, e a indústria em relação ao PIB ficou em 12%. Por quê? Porque o crescimento da produtividade também depende muito da estrutura econômica, de quem é mais intensivo em investimento, em desenvolvimento tecnológico e assim por diante. Esse gráfico, essa tabela não vai dar tempo de apresentar como eu gostaria, mas o que diz essa tabela? Vou pegar só o Japão na primeira linha. O Japão atingiu 20 mil dólares per capita, Em 1980, em paridade de poder de compra, ele demorou 13 anos para ir de 10 para 20. Com que participação da indústria do PIB? 26,9% e um investimento na economia de 31,6%. O Brasil, que está na última linha, todos os exemplos são nessa lógica, de que grande participação no PIB e grande investimento na economia aumenta o PIB per capita mais rapidamente. O Brasil dobrou o PIB per capita para 8.800, de 4.400 para 8.800, em 2010, demorou 39 anos para fazer isso, e chegou no ano de dobrada, 2010, com 15% de participação na economia da indústria do PIB e 20,5% de investimento, muito menos do que a gente precisaria, atualmente a gente tem menos investimento, com 16,8% e participação da indústria do PIB de 13,7%. A questão da... é preciso destacar também que um dos obstáculos é o que a gente tem de regressividade na nossa estrutura industrial. É fundamental o teu agro, é fundamental a tua extrativa, eles investem em tecnologia, eles investem em inovação de processo, é fundamental, isso é muito bom, a gente é grande exportador, porém, nesse caso, em muitos dos casos, o Brasil é tomador de preço. e se concentra em poucos produtos, em poucos mercados, e que pode representar uma fragilidade para o país. Essa lâmina, deputado, ela traduz a agregação de valor e o quanto isso é importante para a produtividade. Vamos imaginar aqui à esquerda, eu tenho um saco de café, vamos imaginar que esse saco de café seja R$ 100,00 o quilo. E aí eu tenho na linha em X, reais por quilo, todas as fases de agregação de valor de café, até a última, que é a cápsula de café. Então, eu vendo café no saco aqui a 100 reais e eu vendo a cápsula, este mesmo quilo, a 3.488 reais o quilo. Está em base sem ilustrativo, mas os exemplos refletem a realidade. O preço aumenta 34 vezes. Isso implica em emprego, isso implica em tributos, isso implica em salário, em tecnologia, investimento, em distribuição de renda. Porque a gente está agregando a valor naquilo que é uma vantagem comparativa natural do Brasil, onde o Brasil desenvolveu a marca, que é o café do Brasil. Mas não adianta eu importar a cápsula da Alemanha e da Itália. Nada contra importar, mas não é possível que a gente não consiga agregar aqui. Bom, isso se explica em grande medida pela participação da indução do PIB que caiu. Eu tive dois pontos de inflexão. O plano real mexeu com juros e câmbio, aumentou a carga tributária, que já contribuiu para uma descida, que foi ótimo, mas na medida que mexe nos preços de forma abrupta, contribui para a redução da participação da indústria, depois se encontra a chamada China, que foi uma coisa que escalou para o mundo inteiro, e aí de vez a gente cai. E por que isso? Ah, e mais, a gente perde densidade industrial nos setores de maior intensidade tecnológica. Os setores entre 2010 e 2024, a gente teve 1,1 trilhão de déficit em setores de média baixa até alta tecnologia. 23% em 2024. Finalmente, porque o Brasil se industrializou, chegamos ao tema, o jeito que a gente calcula o custo Brasil é similar ao do CAPS, porém, ao que o Carlos conduziu, só que a gente calcula a internalização de um produto industrial no mercado brasileiro, dos países que representam 75% das nossas importações e 71% do PIB mundial. ação com 12,2% juros matéria-prima logística carga extra sobre a folha serviços não treinamos que representam 24,1 de diferença de preço entre um produto importado no mercado doméstico e um produto fabricado no mercado doméstico né se a gente olha onde estão os maiores problemas até pela questão de limitação do tempo é colocando em base 100, tributação, juros e matérias-primas representam 89% do custo Brasil. E aqui eu não posso me furtar a falar da taxa das blusinhas, Tão polêmica que os 20% a serem retirados sequer dão isonomia para a produção nacional. vão gerar desemprego uma vez retiradas tanto na indústria quanto no comércio. Então assim, ao não pagar mais 20% a mais, em calçado, em confecções, seja o que for, que simplesmente recuperam um pedaço da isonomia perdida, um pedaço, essa pessoa que não vai pagar amanhã, ela pode estar no seguro de emprego com zero de renda. Então, falando da carga tributária, a carga tributária média no Brasil é 32,5% do PIB e nos países parceiros foi de 26,5%. Tributação nos lucros 34 contra 26,1% nesse país que a gente importa. Burocracia tributária, a gente é praticamente o dobro dos demais países, 474 a 225%. Juros, todos falaram dos juros, a gente sempre teve juros estratosféricos, 14,6 naquela média no começo da série, 9,13,9, eu tenho uma questão de um pígono um pouco menor, tive ali 2,6, uma questão da pandemia. Finalmente, em 2003, eu estava com 8. 8 em 2003 foi maior do que a Rússia, o juros real expost, maior do que a Rússia em guerra, o maior do mundo. Atualmente, exante, o Brasil tem 9,3% de juros, enquanto que os países parceiros têm 0,9%. Isto não se explica só, Carlos sabe disso, pelo combate à inflação. Existem outros fatores que, obviamente, além da redução de gasto, uma reforma da Previdência, redução de outros desperdícios, mas há que se observar outras coisas, porque essa diferença Não se explica só por isso. E aí, já foi dito isso agora, no Ortini, que me antecedeu. Se eu pegar um bilhão de reais e investir na indústria de transformação, considerando a rentabilidade patrimonial da indústria de transformação, lucro líquido sobre patrimônio líquido, de indústrias, grandes, que representam 40% da receita, eu teria um retorno de 613 milhões entre 2015 e 2024. Se eu puser na renda fixa, descontado imposto de renda, eu tenho praticamente o dobro, 1 bilhão 140 milhões, 113,8%. O próprio Banco Mundial reconheceu, numa publicação dele, que o investimento no Brasil não é adequadamente remunerado. Isto, Isto é o favorecimento do viver de renda em detrimento de viver de produtividade, viver de indústria. O spread bancário, o Carlos falou também, é uma agenda a ser, digamos, colocada pelo Congresso, e aqui eu ressalto novamente o papel que o Carlos teve, na FGI, no PEAC e no PRONAMP, uma grande discussão, inclusive com as instituições ligadas aos bancos, para redução do spread pela presença de fundos garantidores, e esse pedaço ali na pandemia que a gente teve uma redução do spread, mas nos demais aspectos da agenda regulatória, TLP, cadastro positivo duplicado, APICS, lei de falência, Open Finance, portabilidade do crédito, marco legal, pouco adiantou. Pré-pandemia a gente tinha um spread de 9,1 pontos percentuais, E pós pandemia, 8,8%. Ou seja, praticamente em flat. O spread bancário, isso para a empresa. E quando eu considero pessoa física e pessoa jurídica, o spread brasileiro é 9,3 vezes superior à média dos países que calculam o spread da mesma forma que a gente. 9,3%. E aí a gente discute endividamento, dá para entender. Em resumo, o custo do Brasil leva a perda de mercado, a redução de margem, menor investimento que reduz a produtividade, que leva a desindustrialização, a desindustrialização, você perde capacidade de arrecadar, você aumenta o déficit comercial, piora a deterioração fiscal e aumenta o custo de produção, e abre cada vez mais espaço para o importado. Como reverter isso, eu estou terminando, eu preciso de empreendedores, obviamente, E o Brasil tem, o que não tem é um ambiente favorável, é um ambiente hostil, um ambiente agressivo ao empreendimento. A gente não tem o Bill Gates no Brasil. Precisa de uma política macroeconômica estável, isso já foi dito aqui amplamente. Precisa de política industrial, porque a política industrial tem que ser entendida como complemento à política macroeconômica e não como substituição à política macroeconômica. Precisa de formação de mão de obra, o Senai tem um papel importantíssimo nisso. Não dá tempo de falar, é um ambiente de negócio estável. E, finalmente, obviamente, aqui a gente entregou, Carlos, a semana passada, uma agenda de propostas de redução do custo do Brasil para o MITIC, dando sequência ao trabalho que você começou, isso está entregue, está registrado, e aqui, obviamente, o que a gente vai falar a seguir são olhares importantes. para a questão tributária, revisar o tratamento da Zona Franca de Manaus, que aumente o diferencial, isso não é nenhum, prejudica o Brasil inteiro, isso é um aumento de diferencial, assegurar que a carga não aumente, avançar na reforma da tributação da renda, principalmente da pessoa jurídica, desonerar a folha de salários. no crédito, andar com uma agenda de redução de spread, unificar o sistema de garantia, aumentar e estimular concorrência do setor financeiro do sistema bancário, fortalecer o financiamento do investimento e inovação em matérias-primas e energia, matérias-primas mais caras, até porque tem o custo do Brasil, maior prevenção de regulatória, racionalização tarifária e assim por diante. Então, essa apresentação, só queria dizer, deputada, concluindo mesmo, que assim... Não dá mais no Brasil... Quando eu era criança, deputado, faz tempo, o rádio bom era americano, o Japão era ruim, o ratinho de pilha do Japão. Aí depois o rádio bom era o japonês e o da Coreia que era ruim, né? Hoje em dia não tem nem mais rádio de pilha. Então, assim, não tem mais o país do futuro. Ou o Brasil se volta para o presente para a gente resolver os nossos problemas, ou a gente vai continuar andando de lado como temos andado de lado há anos. Essa unidade, essa ação do Congresso, essa ação da sociedade é fundamental para que a gente recupere a capacidade de competir no ambiente internacional. Obrigado.
Um abraço do presidente Paulo Skaff, da Fiesp. e do presidente Rafael Cervone, do Siesp. É... Cumprimento todos os integrantes do debate, especialmente o Carlos da Costa, meu amigo. que foi modesto, que ele só falou do custo Brasil, ele não falou do importantíssimo papel que ele, como ministro, teve nos programas emergenciais de apoio à empresa, como o PAC-FGI e o PRONAMP-FGO. A gente trabalhou junto nisso e o papel do Carlos foi decisivo. Bom, eu vou... Eu tenho a apresentação, deputada... E eu só gostaria que vocês me avisassem se não estiver mudando. Se não estiver mudando, a gente vai... Fica tranquilo que eu aviso. Tá bom. Já está compartilhada aí? Já, já está. Pode começar. Tá bom, se não mudar, vocês me avisam, tá? Então, eu vou falar do custo Brasil, vou falar do desenvolvimento industrial. E aí Não está mudando, né? Aqui não. Só um minuto. Tá, nem aqui. Aí fica difícil. É, só um minuto. Bom, Sim. Se você quiser mandar para cá, a gente pode...
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