
A Presidente do Instituto DEAF1 defende a simplificação de modelos de atuação, a ampliação da escala de cobertura nacional das ações e a inclusão da sociedade civil como peça fundamental na busca por tratamentos e melhorias.
A Presidente do Instituto DEAF1 defende a necessidade de um novo modelo de pesquisa e desenvolvimento em saúde para doenças raras, propondo a inclusão da sociedade civil, universidades e setor privado na colaboração de riscos e tecnologias, citando exemplos de parcerias internacionais.
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