
O Professor do Instituto de Economia da Unicamp, Diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho - CESIT e da coordenação da Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista - REMIR discute a produtividade sob uma ótica macroeconômica, criticando a análise restrita à esfera micro e defendendo que o debate considere fatores estruturais, como transporte, educação e tributação. O docente analisa o impacto negativo da liberação do trabalho aos domingos para pequenos estabelecimentos e comenta sobre a necessidade de reduzir a jornada de trabalho, citando evidências de ganhos de produtividade e a importância da valorização do salário mínimo para a dinâmica econômica.
O Professor do Instituto de Economia da Unicamp, Diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho - CESIT e da coordenação da Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista - REMIR, argumenta a favor da redução da jornada de trabalho (fim da escala 6x1), ressaltando que essa pauta possui alta adesão popular, especialmente entre jovens e trabalhadores de baixa renda. O docente refuta a ideia de que a diminuição da jornada prejudicaria a economia, citando que estudos nacionais e internacionais (como na Islândia, Chile e França) demonstram que a produtividade e a dinâmica econômica não são negativamente afetadas pela medida, sendo influenciadas por múltiplos outros fatores. Ele enfatiza que a precarização das condições laborais tem gerado desengajamento no mercado de trabalho e sublinha a necessidade de repensar o futuro do trabalho e a qualidade de vida dos cidadãos.
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