
A Diretora de Saúde do Movimento Me Too Brasil destaca a complexidade da criminalização da misoginia, defendendo um equilíbrio entre a proteção das mulheres e o debate jurídico para evitar subjetividades. Argumenta que o discurso de ódio antecede o feminicídio, exigindo ações preventivas e educativas que vão além da punição, visando alterar comportamentos em níveis cultural, escolar e de saúde mental, ao mesmo tempo em que alerta para o impacto econômico e social da violência contra a mulher.
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