
A Professora da Universidade Federal do Ceará discorre sobre o crescimento de grupos misóginos e masculinistas na internet, impulsionados, segundo sua análise, pelos contextos políticos eleitorais de 2016, nos Estados Unidos, e 2018, no Brasil. Argumenta que a ausência de punição aos seus líderes políticos estimulou tais grupos a abandonarem o anonimato e a violência, defendendo a necessidade de um combate à violência contra as mulheres que obtenha consenso social e não seja pautado pelo antagonismo político.
A Professora da Universidade Federal do Ceará - Universidade Federal do Ceará discute a efetividade das leis e a importância de políticas educativas para combater a violência e o recrutamento de jovens na Internet por grupos que promovem massacres em escolas. Ela destaca a relação entre a misoginia online, grupos de ódio e o incentivo ao suicídio e ao extermínio de minorias, incluindo mulheres políticas e pessoas trans. Defende a necessidade de maior diálogo com as forças de segurança e ressalta a importância de enfrentar a violência política de gênero.
A Professora da Universidade Federal do Ceará - Universidade Federal do Ceará defende que a aprovação de leis é insuficiente para erradicar a violência contra mulheres e meninas. Argumenta pela necessidade de regulamentação das plataformas digitais, que lucram com a disseminação de discurso misógino. Aponta a importância da educação sobre gênero e sexualidade nas escolas, criticando o desmonte promovido pela gestão anterior, e enfatiza a urgência de medidas concretas para combater a misoginia online e offline, ressaltando que a defesa da liberdade de expressão não deve ser utilizada para perpetuar a violência.
A Professora da Universidade Federal do Ceará relata a perseguição sistemática sofrida por grupos misóginos na internet ao longo de mais de uma década, incluindo ameaças de morte, assédio judicial e a criação de sites falsos para difamação. Destaca a criação da Lei 13.642/2018, conhecida como Lei Lola, que atribui à Polícia Federal a competência para investigar crimes de misoginia na rede, ressaltando a importância do combate a essa violência e sua conexão com o incentivo a massacres escolares.
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