
A Coordenadora do AMA - Amor mais Ação destacou a invisibilidade do sofrimento emocional, criticando a falta de políticas públicas de saúde mental eficazes após o fechamento dos manicômios e alertando sobre os prejuízos do uso excessivo de medicações e da falta de suporte adequado às pessoas neurodivergentes.
A Coordenadora do AMA - Amor mais Ação denuncia a negligência estatal no diagnóstico e tratamento do TDAH no Brasil, destacando os impactos negativos na saúde mental e no desempenho escolar das crianças, e defende a necessidade urgente de políticas públicas, capacitação docente e acolhimento para prevenir o fracasso escolar e transtornos futuros.
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