
A Presidente do Instituto Neurodiversos defende a inclusão e adaptação de pessoas neurodivergentes no mercado de trabalho, concursos públicos e ensino superior, destacando a necessidade de dar visibilidade e protagonismo a esse segmento social.
A Presidente do Instituto Neurodiversos defende a inclusão de pessoas neurodivergentes na vida adulta, criticando o modelo médico tradicional e o capacitismo institucional. Reivindica justiça cognitiva, políticas públicas que considerem a neurodiversidade além do diagnóstico, adaptações razoáveis no mercado de trabalho e educação, e o fim da política do relato que exige o sofrimento para a garantia de direitos.
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