
O representante da Associação Autistas Brasil defende uma abordagem social e relacional sobre o autismo, criticando a lógica capacitista que condiciona direitos a níveis de vulnerabilidade ou produtividade e reivindicando o reconhecimento incondicional da dignidade humana e da acessibilidade como direitos fundamentais.
O Representante da Associação Autistas Brasil critica a classificação de suporte para autistas como um marcador fixo, defendendo que essa necessidade é dinâmica, relacional e dependente do ambiente, alertando contra o uso de critérios clínicos para a retirada de direitos e a fragmentação da comunidade.
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