
A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (ABRALE) defende a criação de um grupo de trabalho estruturado entre sociedade civil e órgãos governamentais para aprimorar o atendimento de oncologia infanto-juvenil e o transplante de medula óssea, além de destacar a importância da sensibilização de gestores estaduais.
A Associação Brasileira de Câncer do Sangue (ABRALE) discute a necessidade de ampliar e descentralizar os serviços de transplante de medula óssea (TMO) no SUS. Aponta desigualdades regionais na oferta do procedimento, a falta de dados integrados, o desabastecimento de medicamentos essenciais como a ciclofosfamida e a necessidade de melhorar o cuidado pós-transplante.
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