
Representante da Associação Somos Todas Ingras relata a dificuldade de celeridade no atendimento às vítimas de violência doméstica. Destaca que, apesar de ter denunciado a quebra de medida protetiva e possuir assistência jurídica particular, muitas mulheres enfrentam o descaso das autoridades, sendo submetidas a múltiplos boletins de ocorrência antes de obterem proteção efetiva. Relata ter sofrido tentativa de feminicídio com 23 facadas e critica a estratégia da defesa no júri popular, que tentou desqualificar a agressão por ela estar viva e sorrindo em vídeos posteriores. Defende que mecanismos mais céleres e acolhedores, especialmente em cidades pequenas, são fundamentais para garantir a segurança das vítimas.
A Representante da Associação Somos Todas Ingras relata a sua trajetória de violência doméstica e os limites da eficácia das medidas protetivas. Após denunciar reiteradas vezes a perseguição e a quebra da medida por parte de seu ex-marido, incluindo casos de invasão de domicílio, destaca que a falha do sistema jurídico em decretar a prisão preventiva resultou em uma tentativa de feminicídio com 23 facadas, presenciada por sua filha. A oradora critica a insuficiência das medidas cautelares alternativas à prisão e sublinha a importância de um atendimento mais célere e eficaz às mulheres vítimas de violência, utilizando sua própria experiência para reivindicar mudanças estruturais na proteção de mulheres em risco.
O Representante da Associação Somos Todas Ingras relata sua vivência como vítima de tentativa de feminicídio e violência doméstica, ocorrida em 2019. O discurso destaca a insuficiência das medidas protetivas para conter agressores, a dificuldade de superação do trauma e o medo constante enfrentado pelas vítimas, mesmo quando possuem suporte jurídico e conhecimento da legislação.
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