
O Diretor de relações institucionais e governamentais de Family Talks argumenta sobre a necessidade de enfrentar discursos de ódio e a violência, especialmente no ambiente doméstico. Defende o debate legislativo como forma de harmonizar a liberdade de expressão com a clareza penal, citando como exemplo o sucesso do projeto conhecido como ECA Digital na proteção infantil. Ressalta a importância de combater o aumento de casos de violência contra mulheres e crianças, baseando-se em evidências científicas para identificar fatores de risco e promover modelos positivos de comportamento masculino, em contraposição a influências negativas difundidas na internet.
O Diretor de relações institucionais e governamentais de Family Talks defende que o combate à violência contra a mulher deve aliar medidas punitivas a estratégias preventivas baseadas em evidências. Ele destaca o impacto da violência doméstica e o fenômeno da violência por parceiro íntimo, apresentando dados sobre vitimização e feminicídio no Brasil. O orador sugere a inclusão de políticas de prevenção e fortalecimento de fatores protetivos (como redes de apoio, saúde mental e autonomia econômica) no artigo 8º da Lei Maria da Penha como contribuição ao grupo de trabalho.
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