
A Professora, Psicóloga, Executiva de Relações Humanas, estrategista de cultura e especialista em liderança, gestão humanizada e enfrentamento às violências contra mulheres destaca que, embora as leis sejam fundamentais, elas não bastam para erradicar a violência contra a mulher, pois se trata de um problema estrutural e cultural enraizado. Ela aponta que, ao avançar mais rápido que a cultura, a violência se reorganiza, manifestando-se frequentemente no ambiente digital através de ataques e silenciamento. Ressalta a necessidade de distinguir liberdade de expressão de violência, defendendo que a democracia não protege comportamentos que visam desumanizar mulheres. Por fim, advoga pela combinação de punição penal com educação, prevenção e a desconstrução da masculinidade pautada no controle e na agressividade.
A Professora, Psicóloga, Executiva de Relações Humanas, estrategista de cultura e especialista em liderança, gestão humanizada e enfrentamento às violências contra mulheres destaca a necessidade de uma educação contínua que aborde machismo, violência simbólica e assédio. Defende que a mudança cultural deve ser acompanhada por políticas públicas efetivas, como o fortalecimento de creches, a implementação da licença parental, a valorização da saúde mental, o acesso à renda e a promoção da inclusão produtiva, elogiando a aprovação da Lei do Pai Presente.
A Professora, Psicóloga, Executiva de Relações Humanas, estrategista de cultura e especialista em liderança, gestão humanizada e enfrentamento às violências contra mulheres destaca que o ambiente de trabalho tornou-se um dos principais territórios de violência institucional e relacional. O discurso enfatiza que a misoginia no ambiente profissional não é apenas uma questão ética, mas um problema grave de saúde pública que impacta a produtividade, a permanência de talentos e a segurança psicológica das mulheres. A especialista ressalta que as violências muitas vezes são invisíveis, manifestando-se através de interrupções constantes, desvalorização de ideias, penalização da maternidade, disparidades salariais e exigências de hiperpreparação, configurando uma cultura que pune a presença feminina em espaços decisórios.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.