
A Coordenadora-Geral do Coletivo Caixa Autista defende a importância do protagonismo e da representatividade das pessoas autistas e neurodivergentes na ocupação de espaços de fala e na defesa de seus próprios direitos.
A Coordenadora-Geral do Coletivo Caixa Autista abordou a exclusão de pessoas neurodivergentes, destacando o capacitismo estrutural no mercado de trabalho e no Poder Judiciário. Defendeu a necessidade de adaptações razoáveis, a validação de direitos fundamentais e o combate à invisibilidade social, enfatizando que a neurodiversidade é um ativo de valor que deve ser acolhido em vez de segregado.
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