
A Enfermeira relata o assassinato de seu filho, Isaac, descrevendo-o como um jovem íntegro e com valores bem definidos. Ela compartilha sua origem humilde na Grande São Paulo, sua trajetória como mãe solo e a mudança para Brasília após o casamento com Lucas, um militar da reserva. O discurso enfatiza a dor da perda e a sensação de impunidade diante da legislação para menores infratores, além de destacar o impacto positivo que o filho causava na comunidade local.
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