
O Representante - Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down defende uma abordagem da neurodiversidade em oposição à denominada "violência terapêutica". Explica que muitas práticas clínicas ou educacionais baseadas em controle e obediência, frequentemente associadas a métodos como o ABA, impõem a normatização comportamental em detrimento do bem-estar e da autenticidade da pessoa autista. O orador utiliza relatos de autistas e de mães para ilustrar como o mascaramento, a supressão de movimentos de autorregulação e a imposição de padrões de comportamento externo geram traumas, ansiedade e uma falsa sensação de evolução, defendendo em seu lugar propostas terapêuticas e educacionais baseadas na ampliação das formas de expressão e no respeito à neurodiversidade.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.