
A Ativista discute a importância de práticas terapêuticas e educacionais baseadas no reconhecimento emocional e na escuta sensível em vez de métodos puramente comportamentais e autoritários. Por meio de um relato de caso, ilustra como a validação da subjetividade da criança autista é fundamental para o seu desenvolvimento e bem-estar, criticando abordagens que normatizam comportamentos às custas da saúde mental e dos direitos humanos. Defende uma postura ética, dialógica e respeitadora da autonomia e diversidade, alinhada à proteção da infância.
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