
O Diretor Executivo da Confederação Nacional de Saude, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços- CNSaúde defende que, embora o setor não se oponha à mudança constitucional, é necessária uma implementação gradual para evitar impactos excessivos, dado o uso intensivo de mão de obra e a escassez de profissionais especializados. Destaca que o setor já possui elevada participação feminina e que a manutenção da oferta de serviços em hospitais é crucial. O Diretor Executivo da Confederação Nacional de Saude, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços- CNSaúde alerta para riscos de aumento nos custos — estimados entre 7 e 22 bilhões de reais — e sugere salvaguardas, como a manutenção da flexibilidade de carga horária via acordos coletivos, para preservar a sustentabilidade do setor e evitar aumentos de preços para os usuários da saúde privada.
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