
A Vice-Presidente do Conselho Federal de Psicologia defende que o adoecimento decorrente das condições de trabalho não é um problema individual, mas uma falha estrutural do sistema. Argumenta que a escala 6x1 impõe uma sobrevivência precarizada, impedindo o lazer e o convívio familiar, e aponta que a precarização foi aprofundada por reformas trabalhistas e previdenciárias e pela expansão de plataformas digitais. O CFP apoia a redução da jornada de trabalho como medida essencial de saúde pública, refutando argumentos econômicos contrários ao destacar que melhorias nas condições de trabalho promovem produtividade e qualidade de vida.
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