
A Presidente do Instituto Holofote defende que o foco da atuação pública deve ser o cumprimento e a fiscalização das leis já existentes, em vez da criação de novas normas. Ela questiona a ineficiência logística na entrega de materiais para pessoas com deficiência visual, apesar das previsões orçamentárias e aprovações feitas antecipadamente, e reforça a necessidade de transparência e atualização dos dados sobre o tema.
A Presidente do Instituto Holofote critica a falha do Estado em garantir a alfabetização em braile e o acesso a material didático para crianças cegas ou com baixa visão. Aponta uma grave divergência entre os números oficiais do governo, que subestimam o contingente de alunos com deficiência, e os dados reais obtidos pelo instituto, destacando o impacto na exclusão social e a precariedade da educação inclusiva no Brasil.
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