
O representante da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva discutiu a capacidade de produção de materiais em Braille para o Ministério da Educação. Ressaltou que, embora o processo de produção fabril seja rápido, a etapa inicial de transcrição e avaliação (como a realizada pelo Instituto Benjamin Constant) demanda mais tempo e planejamento. Apontou a existência de subnotificação no número de estudantes que necessitam desses materiais, destacando a importância de ações de conscientização e de dados mais precisos para garantir a autonomia e a inclusão educacional das crianças com deficiência visual.
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