
O psiquiatra e escritor defende que cada pessoa com deficiência visual deve ser vista como um ser humano único e complexo, transcendendo rótulos ou estatísticas. Ele enfatiza que a falta de acolhimento socioemocional e de materiais adequados nas escolas pode gerar sentimentos de desânimo e limitar a autonomia, autoliderança e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais dos alunos. É crucial, portanto, que a comunidade escolar ofereça valorização, reconhecimento e um ambiente de apoio, permitindo que essas pessoas desenvolvam uma autoimagem saudável e superem os desafios de sua jornada.
O psiquiatra e escritor questiona o limite de tempo para sua fala, mencionando sua capacidade profissional de lidar com o estresse alheio.
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