
O discurso, proferido por uma representante da Associação de Apoio às Famílias do Autismo Profundo, defende a diferenciação clínica entre os níveis de autismo. A oradora argumenta que a expansão excessiva do conceito de espectro autista tem prejudicado o acesso a políticas públicas e a atenção voltada a casos de dependência severa. Ela critica a banalização do diagnóstico, a utilização do tema como pauta política e a concessão indiscriminada de benefícios a indivíduos com autismo leve e funcional. Além disso, a representante pleiteia maior sensibilidade do Congresso quanto às dificuldades logísticas de famílias de autistas de nível 3 para participarem de audiências públicas.
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